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Neemias Lidera um Genuíno Avivamento – Pr. Geraldo Carneiro Filho

Publicado em 3 de Novembro de 2011 as 12:06:06 AM Comente
ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM ENGENHOCA
NITERÓI – RJ
LIÇÃO Nº 06 – DATA: 06/11/2011
TÍTULO: “NEEMIAS LIDERA UM GENUÍNO AVIVAMENTO”
TEXTO ÁUREO – Ne 8:2-3
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Ne 8:1-3, 5-6, 9-10
PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO
e-mail: geluew@yahoo.com.br
blog: http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com/


I – INTRODUÇÃO:

AVIVAMENTO É A AQUISIÇÃO, O RETORNO E A CONSERVAÇÃO DA VIDA ESPIRITUAL EM TODA A PLENITUDE.
(1) – AQUISIÇÃO para aquele que jamais experimentou o avivamento;
(2) – RETORNO para aquele que perdeu o avivamento; e
(3) – CONSERVAÇÃO para aquele que já possui o avivamento.
II – DEUS USOU ESDRAS PARA TRAZER UM AVIVAMENTO:
Esdras era um ensinador dedicado. Consideremos algumas qualificações desse homem de Deus:
(1) – UM ESCRIBA – Os escribas eram judeus educados e espirituais, os quais percebiam que a conservação da nação de Israel dependia da fidelidade para com a Lei de Deus. Por essa razão, dedicavam-se à tarefa de fazer cópias dos escritos sagrados e a ensiná-los ao povo. Eles constituíram a primeira “SOCIEDADE BÍBLICA” do mundo.
(2) – HOMEM DE DEUS – Ed 7:10 – Que belo exemplo para todos nós! Sendo homem de Deus, Neemias endireitou a sua própria vida, antes de endireitar a vida do próximo! Não podemos persuadir o próximo a aceitar uma verdade que não tem lugar em nossas vidas! Não podemos despertar o próximo, se não estivermos acordados! Esdras, na qualidade de pregador, sabia que o ensino da Palavra de Deus é o mais importante sermão que devemos pregar.
(3) – UM HOMEM DE FÉ – Ed 8 – A caravana estava pronta para a longa viagem. Mas havia salteadores pelos caminhos que conduziam a Jerusalém. Era coisa fácil Esdras pedir uma escolta militar. Porém, em vez de assim fazer, anunciou uma reunião de oração. Por quê? Porque ele testificara perante o rei sobre o poder de Deus para proteger o Seu povo e punir o ímpio – Ed 8:21-23.
II.1 – CURIOSIDADE BÍBLICA:
Quanto à importância de Esdras à Educação Cristã, escreveu o Pr. Antônio Gilberto:
– “… É dessa época que temos o relato do primeiro movimento de ensino bíblico metódico popular, similar ao da nossa Escola Bíblica de hoje.
(1) – Esdras era o superintendente – Ne 7:2;
(2) – O horário ia da manhã ao meio-dia – Ne 7:3;
(3) – Os alunos eram homens, mulheres e crianças – Ne 7:3; 12:43;
(4) – O livro-texto era a Bíblia – Ne 7:3;
(5) – Treze auxiliares ajudavam a Esdras na direção dos trabalhos e outros treze serviam como professores, ministrando o ensino – Ne 7:4, 7-8;
III – O ENSINO DA PALAVA PRODUZ AVIVAMENTO:
Vejamos o que aconteceu com o povo ao receber o ensino da Palavra do Deus Vivo, por meio de Esdras:
(1) – O POVO EXIGIU O ENSINO DA PALAVRA – Ne 8:1 – Que bom seria se hoje fosse assim também e houvesse entre nós muitos mestres como Esdras. Devemos orar a Deus para que isso aconteça – Ne 8:2, 13-14; 9:1-3.
(2) – O POVO OUVIU COM ATENÇÃO A PALAVRA – Ne 8:8 – A fome espiritual do povo era grande. Durante seis horas, todos permaneceram ouvindo, reverentemente, os ensinos expositivos da Palavra, feitos por Esdras.
Que diferença em nossos dias!
Hoje, a maioria não quer saber de ouvir a Palavra por mais de meia hora.
É bem verdade, também, que os bons mestres e pregadores estão cada vez mais escassos.
Na maioria das vezes, os sermões não passam de meras repetições de “chavões” conhecidos de todos, entremeados de estridentes gritos de “aleluia” e “glória a Deus”, sem sentido algum e que nenhum proveito espiritual trazem aos ouvintes.
A verdadeira pregação da Palavra sempre produz um verdadeiro avivamento, e glorificação espontânea a Deus, além de produzir o arrependimento de pecados e conversões de pecadores.
Dito isto, em todo verdadeiro avivamento, o ensino da Palavra deve ocupar o primeiro lugar, porquanto renova a vida espiritual dos servos do Senhor.
Por exemplo: Ez 37:1-10
EZEQUIEL VIU UM VALE CHEIO DE OSSOS SECOS – Portanto, sem esperança. Homens longe de Deus são mortos espirituais. Somente os homens que têm os olhos espirituais abertos com o colírio comprado de Deus, é que conseguem enxergar o estado em que se encontra o vale – Apc 3:18
DEUS PERGUNTOU: – “ACASO PODERÃO REVIVER ESTES OSSOS?” – Aqueles que estão na carne, não conseguem responder esta pergunta do Senhor.
EZEQUIEL RESPONDEU: – “SENHOR, TU O SABES” – Somente Deus sabe todas as coisas e tem poder para fazer reviver aqueles que estão secos espiritualmente. No vale de ossos secos os esforços humanos não têm nenhum poder. Somente Deus pode ressuscitar os mortos espirituais – Ef 2:1-10.
O SENHOR DEU VIDA AOS OSSOS SECOS – Para que isso fosse possível, Deus NÃO ORDENOU QUE SE GRITASSE, QUE SALTASSE, QUE RODOPIASSE, QUE CAÍSSE AO CHÃO, QUE MARCHASSE…
Deus ordenou a Ezequiel para profetizar e conclamar que o fôlego divino entrasse naqueles corpos sem vida: Ezequiel:
(A) PROFETIZOU AOS OSSOS (TRANSMISSÃO DA PALAVRA DE DEUS) : – “Ossos secos, ouvi a Palavra do Senhor…”; “Assim diz o Senhor Jeová a estes ossos…”; “Então profetizei, como se me deu ordem; e houve um ruído, enquanto eu profetizava…” – Ez 37:4-5, 7; e
(B) CHAMOU O FÔLEGO DIVINO (ORAÇÃO: – “Vem dos quatro ventos, ó espírito, e assopra sobre estes mortos, para que vivam…” ) – Ez 37:9
Em outras palavras: Ezequiel anunciou aos mortos espirituais A PALAVRA DA VIDA e OROU.
A pregação da palavra e a oração sempre serão os meios para o novo nascimento, para o avivamento, para trazer vida espiritual.
Quando se faz o que Deus manda, a resposta divina não tarda chegar (Ez 37:10)
III.1 – OUTROS EXEMPLOS DE AVIVAMENTOS E SEUS RESULTADOS, REGISTRADOS NA PALAVRA DE DEUS
(1) – JEOSAFÁ (II Cr 20:1-28) – Houve oração, jejum, reverência e submissão à Palavra de Deus;
(2) – JOSIAS (II Rs 22:1-20) – Houve reformas, encontro com a Palavra de Deus, arrependimento, humilhação e choro.
(3) – EZEQUIAS – (II Cr 30:1-27) – Houve conservação da Palavra de Deus e purificação.
(4) – MANASSÉS (II Cr 33:9-20) – Houve oração, arrependimento, humilhação e retorno à Deus.
IV – CUIDADO COM AS IMITAÇÕES:
Alguns dizem que nem todos os despertamentos têm as características que são mencionadas na lição de hoje. Concordamos plenamente.
Já no tempo dos apóstolos havia “movimentos” que realmente “tinham uma aparência de sabedoria, em devoção voluntária… porém, não eram de valor algum, senão para a satisfação da carne” – Cl 2:23.
Também em nossos dias, aparecem “movimentos” que são imitações baratas do verdadeiro avivamento.
Muitos destes “movimentos” empregam técnicas avançadas de dominações psicológicas.
Estes “avivalistas” ou “especialistas” sabem dominar o auditório com suas técnicas e podem fazer o público rir, chorar, jubilar, pular, marchar, saltar, cair, rolar, rodopiar… sabem até imitar o batismo com o Espírito Santo, “ensinando” o povo a falar em línguas! Porém, são experiências sem nenhum poder e sem a menor reverência.
Muitos cultos ditos evangélicos estão sendo transformados em “shows” com apresentações de cantores “evangélicos”. Nesses “shows” dominam os gritos, as vaias, os aplausos, os assobios, os jovens dançando e se requebrando de modo até mesmo sensual, enquanto os “hinos” são cantados.
Tenhamos cuidado! Este tipo de imitação pode fazer com que a glória de Deus se afaste! Todo movimento feito sem que o Espírito Santo esteja na direção, não pode prosperar. É como uma tartaruga deitada de costas: MOVIMENTA OS PÉS, MAS FICA NO MESMO LUGAR.
V – CONSIDERAÇÕES FINAIS:
Faz alguns anos, um Pastor pregou à porta da Igreja que pastoreava uma tabuleta com os seguintes dizeres:
– “ESTA IGREJA EXPERIMENTARÁ UM AVIVAMENTO OU UM FUNERAL”
Realmente, a Igreja do Senhor está sofrendo uma crise sem precedentes. A sua presença já não é sentida pela sociedade, nem temida pelo diabo. Pior ainda: À medida que abandona a sua vocação, parece deixar de ser motivo de alegria para Deus, que a comprou com o sangue de Seu Único Filho e que se propôs a santificá-la pela ação saneadora do Espírito Santo.
Por isso, Igreja do Senhor, VOLTEMO-NOS À PALAVRA DE DEUS! Ela deve ocupar o lugar que é devido nos cultos e nos corações do crente! – Sl 119:11.
Que atentemos para o exemplo de Esdras e dediquemo-nos mais ao ensino das Escrituras do que ao cântico dos já cansativos “corinhos” e às imitações de animadores de auditório. O ENSINO DA PALAVRA DE DEUS REQUER O PRIMEIRO LUGAR NO CULTO PRESTADO AO NOSSO SENHOR.
Afinal, o púlpito não é palco de teatro, tampouco local para se perder tempo com tiradas engraçadas ou com os “tristemunhos”, como pensam alguns desavisados. Não!
O púlpito é o lugar escolhido por Deus para que o pregador alimente espiritualmente o povo.
Em nome de Jesus, usemos o púlpito para pregação e ensinamento da Palavra de Deus, como fez Esdras – Ne 8:3-4.
FONTES DE CONSULTA:
Lições Bíblicas CPAD – 3º Trimestre de 1991 – Comentarista: Adilson Faria Soares
Lições Bíblicas CPAD – 3º Trimestre de 1993 – Comentarista: Eurico Bergstén
Lições Bíblicas CPAD – 1º Trimestre de 1998 – Comentarista: Valdir Nunes Bícego
Estudo Bíblico: – “Avivamento” – Autor: Adilson Faria Soares
Publicado no blog Escola Biblica Dominical para Todos 

Extraido do e-mail  paulos_galvao@hotmail.com

QUEM SÃO OS APOLOGETAS ?

DEFENSORES DA FÉ
Texto Bíblico: 2 Timóteo 4.1-5
No início da Igreja cristã, houve um tipo de pressão que atingiu frontalmente a Igreja Antiga: a perseguição intelectual.
Quando a Igreja Primitiva (neotestamentária) perdeu seus primeiros líderes, tornou-se alvo de violentos, e sucessivos, ataques intelectuais. A perseguição agora, não era mais realizada por generais ou soldados do império romano, conforme vimos na aula passada. Porém, a nova perseguição apresentava ataques na esfera intelectual. Eles eram oriundos da nobreza, dos filósofos, dos políticos e outros contemporâneos da cultura greco-romana.
Para responder a esses ataques Deus levanta homens com habilidades filosóficas para defender o Evangelho. Eles são classificados por historiares eclesiásticos de “Apologistas”.[1]
O historiador James L. Garlow, aborda como surgiu os “Apologistas” e o objetivo destes ao refutar as formulações caluniosas contra o Evangelho:
[…] Deus levantou defensores da fé, um grupo de escritores prolíficos que ficaram conhecidos como “Apologistas”. […] Embora todos os cristãos devessem ter capacidade para defender a sua fé ou responder aqueles que a questionassem ou desafiassem, usamos o termo “apologistas” para designar um grupo de escritores cristãos (originalmente gregos) que escreveram importantes defesas da fé nos primeiros séculos da Igreja. Algumas vezes, eles escreveram para os imperadores. Em geral, seu objetivo era influenciar a opinião pública em relação a Jesus e abrir a mente das pessoas, para que estas considerassem a possibilidade de se tornarem cristãs. [2]
Os principais apologistas da Igreja Antiga são Justino Mártir, Aristides, Tertuliano e Origenes. Estes foram, dentre muitos, os homens levantados por Deus para formularem uma Apologética (defesa da fé) coerente, relevante e com objetivo bem estabelecido: tornar a fé cristã compreensível para uma sociedade inundada de contradições religiosas. 

Texto extraido de http://www.cpad.com.br/escoladominical/view-subsidios


[1] Termo derivado de “Apologia” que significa defesa.
[2] GARLOW, James L. Deus e seu Povo: A História da Igreja como Reino de Deus. 1. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2007, p. 25.

 
SEGUNDA CARTA AOS CORINTIOS
 Na segunda carta de Paulo aos Coríntios, encontramos mais que a defesa do seu apostolado, pois nela estão expostas verdades eternas e transformadoras para a sociedade moderna no sentido espiritual, social e comportamental.
LIÇÕES BIBLICAS
1.    A evidência do pregador honesto, ao proclamar o Evangelho:
·      É resoluto diante das adversidades (2 Co 4.1);
·      É honesto não falsifica a mensagem e nem usa de engano ao transmitir – lá (2 Co 4.2-4);
·      É humilde não fala de si mesmo, mas de outrem (2 Co 4.5);
·      Tem um ministério de caráter de Cristo em seu coração (2 Co 4.6)
2.    Cristianismo segundo a interpretação da 2 Epistola aos Coríntios 4.7:
·      Cristianismo não é total remoção da fraqueza, nem total manifestação do poder divino. É manifestação do poder divino através da fraqueza humana.
3.    Significado de morte, conforme ensina Paulo:
·      Em 2 Co 5.8 para Paulo o morrer significa “..habitar com o Senhor.” Pois ‘ ..se a nossa casa terrestre se deste tabernáculo se desfizer..”. temos um celestial.
·      Significa que somos tão vinculados á causa de Cristo e Seu povo, que mortificamos nosso próprio progresso e glória. ““.. Por amor de ti, somos entregues á morte o dia todo…”, disse Paulo. “ …fomos considerados como ovelhas para o matadouro” (Rm 8.36)
·      O propósito desta morte era para que não vivêssemos para agradar aos nossos desejos naturais, pecaminasos, mas sim, para agradar a Cristo durante a vida inteira.
4.     Exposição do papel do futuro juízo do cristão, quanto ás suas obras:
·      O texto em Rm 14.12 deixa claro que “ Cada um dará conta de si mesmo a Deus”. Então o Tribunal de Cristo não deve ser encarado como local apenas de recompensa, mas também de seriedade quanto às obras realizadas na terra.  No juízo do cristão não haverá perca de salvação (1 Co 3.12-15), mas sim avaliação das obras.
5.    O grande propósito da nossa reconciliação com Deus:
·      Deus está reconciliando os homens consigo mesmo. O grande propósito desta reconciliação é que ‘’..nele, fôssemos feitos justiça de Deus” (2 Co 5.21), Isto porque Cristo foi feito pecado por nós. Não é que ele tenha cometido pecado algum, mas sim, porque Deus fez cair sobre Ele o pecado de nós todos (Is 53.6).
6.    A importância e o propósito do cristão ser separado do mundo:
·      Os coríntios viviam num ambiente de paganismo e corriam o perigo de se fazerem presa do mundanismo pecaminoso de sua época. Baseado na Antiga e Nova Aliança Paulo salienta a importância de manter uma vida irrepreensível e separada do mundo, para não dar escândalo e não se contaminar. Tudo começa com amizade, amor e a conformidade com o mundo. Deus quer um povo seu, separado, santo com boas obras (1 Pe 1.15,16; Is 54.5; Tg 4.4 e Is 52.11). A separação é essencial para receber as benções de Deus e ter comunhão com Ele.
7.    Os dois argumentos em prol da separação, apresentados por Paulo em 6.13; 7.1:
·      Amor e temor são os dois principais argumentos em prol da separação, pois andam de mãos dadas.
Citação da EETAD, Livro As Epistola Paulinas III
“O amor é o lado positivo; o temor, o negativo; o amor motiva a pessoa a fazer aquilo que agrada a Deus; o temor leva a pessoa a não fazer o que desagrada a Deus. Um não age sem o outro”. (R.C. Lenski, 1 & 2 CORINTHIANS, P. 1092.)
8.    O principio da separação de modo prático, entendendo que esta não é somente uma questão externa, mas também uma questão do espírito:
·      Os desejos do mundo – Através da natureza pecaminosa o desejo é sempre pecaminoso, por isso o cristão anda guiado pelo Espírito Santo desejando as coisas celestiais;
·       O prazer do mundo – O mundanismo procura satisfazer os prazeres pessoais e carnais, oferecendo algo “interessante” tornando esta busca incessante distanciando o homem mais de Deus.
·      Vestir como o mundo – A moda divulgada e apresentada em novelas, filmes em sua maioria é antíblica, pois as roupas devem ser modestas e decentes de modo que em tudo o nome do Senhor seja glorificado;
·      O pensar, agir e as atitudes mundanas – Devem ser evitadas, pois não traz nada de Deus em si, antes aquilo que é contrário a Ele. Conforme diz o pensador, o cristão vive na contramão do mundo.
9.    A característica do verdadeiro servo de Deus, conforme a 2 Epistola aos Coríntios 7.12-16;
·      O verdadeiro servo de Deus sente alegria quando o povo anda em obediência á Palavra, mas também o pesar quando esse mesmo povo se desvia da retidão.
10.    Conhecer os princípios e promessas divinas sobre a contribuição financeira:
·      A Contribuição deve ser voluntária sem fins próprios, visando apenas ajudar;
·      Faz parte do aspecto cristã, pois conforme Jesus disse é melhor dar do que receber;
·      É vergonhoso não contribuir (2 Co 9.4);
·      Ofertar de acordo a capacidade não com usura (2 Co 8.12);
·      Ofertar por gratidão, obediência e para louvor do nome de Deus;
·     Deus abençoa aqueles que contribuem, abrindo as portas mais e mais, dando condições de enriquecimento em todas as coisas, a fim ser generoso
Bibliografia
Stamps, Donaçd Carol. As Epistola Paulinas III, Campinas, SP: Manual de Ensino da EETAD, 2007, 
Bíblia de Estudo Pentecostal