“Igreja cristã mais numerosa do mundo está na China”, diz especialista

Influente economista chinês avalia que país está experimentando um avivamento


“Igreja cristã mais numerosa do mundo está na China”, diz especialista
Embora seja comumente aceito que a Igreja do Evangelho Pleno, liderada pelo pastor Paul Yonggi Cho na Coréia do Sul é mais numerosa do mundo, o economista e pregador Zhao Xiao afirma que existe uma maior na China.
Zhao é o fundador e presidente do Instituto de Liderança Cypress, em Pequim. Ele esteve recentemente em um seminário realizado pela Associação dos Homens de Negócio do Evangelho Pleno (ADHONEP), no sul da Califórnia e falou sobre o que pouca gente sabe.
Embora a igreja Yonggi Cho tenha cerca de 800.000 membros, após um exame cuidadoso, Zhao disse que na verdade a maior igreja está na China. Sem revelar seu nome, afirmou que há uma igreja na China que compreende de 100.000 congregações, onde cada congregação é formada por uma média de 50 pessoas. Logo, o número total de membros ultrapassa cinco milhões.
Além disso, essa igreja na China está preocupada com missões e já enviou mais de 100 missionários no exterior.
Mesmo que a religião seja proibida pelo governo, a China está passando por uma mudança transformadora e, em algumas áreas do país, as igrejas estão experimentando um grande avivamento, com o número de crentes ultrapassando a metade da população.
Embora o crescimento contínuo dos cristãos na China seja óbvio, os crentes tem pouco preparo doutrinário. Neste aspecto, Zhao espera que a igreja na China possa aprender mais com as igrejas cristãs no país vizinho, Coreia do Sul.
Zhao disse que ficou surpreso ao visitar algumas das famosas igrejas da Coreia, onde ficou  profundamente comovido ao ver suas orações apaixonadas e dedicação às missões. Muitas dessas igrejas abrem às quatro ou cinco da manhã para encontros de oração. Ele disse que chegou em algumas delas às 5 da manhã para participar da reunião de oração e, para sua surpresa, a igreja já estava lotada de pessoas.
Mencionou ainda a lentidão de certas igrejas do ocidente, pois afirma que muitas dessas igrejas orientais  começam a investir em missões no exterior apenas um ano após sua fundação.  O exemplo mais famoso é a Igreja Onnuri, da Coreia, cuja visão é tornar-se uma igreja missionária, para isso um dos seus objetivos é enviar uma em cada três famílias para um campo missionário. Seu objetivo futuro é chegar a 2.000 missionários no exterior.
O economista  destacou que as experiências da China com a mudança causada pela cruz é benéfica, pois garante que o povo possa viver em paz, construir uma sociedade harmoniosa, e experimentando grandes bênçãos. Para ele, a economia chinesa se beneficiará da propagação do cristianismo. Como economista, ele já publicou um artigo intitulado “Economias de mercado com Igrejas e Economias de Mercado sem Igrejas”, onde argumenta que a chave para o sucesso comercial dos Estados Unidos foi o seu grande número de igrejas cristãs.
Traduzido e adaptado Gospel Herald
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Oração do Pai-Nosso Explicada frase-a-frase Mateus 6.5-15


“O poder não está na oração, nem em quem ora, mas está naquele que ouve as orações, Deus”. 
Max Lucado do Livro “Ele ainda Move Pedras, CPAD”

Na oração do Pai-Nosso encontramos verdades valiosíssimas que observadas seriamente é capaz de mudar vidas e nos garantir uma comunhão melhor com Deus e benções jamais vistas anteriormente. Com certeza este estudo o ajudará a refletir mais uma vez as lições do mestre, nas quais sua vida será ainda mais enriquecida espiritualmente.

Quando os discípulos de Jesus perceberam que ele era, de fato, o enviado de Deus, pediram-lhe que lhes ensinasse a orar de maneira eficiente. Jesus Cristo então lhes ensinou a oração do Pai-Nosso.

A oração do Pai-Nosso não é uma reza miraculosa para ser repetida como se fosse um “abracadabra”. Na verdade, é um modelo de petição. É como um formulário a ser preenchido com as nossas próprias palavras para nos relacionarmos com Deus de forma sensata e realmente produtiva.

A oração não é algo formal, para atrair a atenção do homens, como faziam os fariseus, e por isso foram condenados (v. 5). Eles estavam acostumados a orar formalmente 18 vezes ao dia, segundo as leis herdadas dos antepassados, e observavam com rigor pontual os horários destinados à oração, onde quer que estivessem. Por isso, com freqüência eram obrigados a orar em público, e os judeus, admirados, sempre os surpreendiam em sua prática nas esquinas das ruas. A oração passou a ter , então, caráter de mero ritualismo, sem consistência espiritual, onde o que contava era a exterioridade sofisticada de palavras vazias para receber o louvor humano.

A oração também não é como a reza, uma repetição interminável de enunciados que não traduzem os sentimentos do coração (v. 7). Este era o costume dos gentios, adeptos das religiões politeístas, que horas a fio repetiam mecanicamente as mesmas palavras diante de seus deuses, o que mereceu a veemente reprovação do Senhor Jesus, pois o mesmo estava ocorrendo com os praticantes da religião judaica.

No versículo 5, Jesus menciona que quando fazemos as coisas para sermos vistos o nosso galardão já recebemos aqui na terra, por isso não devemos fazer nada para nossa glória e muito menos para sermos vistos ou recompensa, pois o nosso galardão estás nos céus.
No versículo 6, é destacado o valor da oração particular, Jesus em várias ocasiões se retirou para fazer este tipo de oração. (Mc 1:35; Lc 5.16; 6.12; 22.44).

A melhor definição do termo oração está Jr 33.3, um diálogo entre duas pesssoas.

 Analise a explicação abaixo para entender como obter sucesso durante suas preces. Observe o significado de cada frase, separadamente:

1o – “PAI NOSSO, que estais no céu, santificado seja o vosso nome;…” – Esta parte inicial deixa claro que toda oração deve ser dirigida exclusivamente ao Deus triuno, (ao Pai, Filho e Espirito Santo), que está no céu. Segundo a Bíblia, a palavra santificado significa: separado, diferenciado, exclusivo e de forma inconfundível. Logo, toda oração deve ser encaminhada diretamente ao Deus Criador. Isso quer dizer que não convém endereçarmos a personalidades históricas tentando bajulá-las com “jeitinho brasileiro”. Suborno, corrupção e pistolão, só “funcionam” na sociedade brasileira, no relacionamento com Deus esse tipo de tentativa não é indicado.

2o – “… venha o teu reino;…” – Aqui, Jesus Cristo usou a palavra reino porque, naquela época, a maioria dos povos só conhecia organizações do tipo “reinado” (um rei e seus súditos). Nos dias de hoje as “sociedades” são mais comuns (governantes e cidadãos). Portanto, a expressão reino de Deus quer dizer sociedade de Deus, critérios sociais estabelecidos e administrados por Deus. Logo, nesta parte da oração Jesus Cristo nos ensina que não devemos inventar leis de nós mesmos. Precisamos praticar as leis de Deus (Seus mandamentos) para sermos cidadãos do seu reinado e termos direito a petições.

3o – “… seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu”. – Nesta parte Jesus deixa claro que: mesmo nos tornando cidadãos do reino de Deus, não podemos fazer projetos a revelia. Temos que nos adaptar aos critérios de Deus e nos conformar com o que Ele nos permitir. Só assim seremos, de fato, bem-aventurados (bem-sucedidos) em tudo o que fizermos. Jonas queria ir para uma cidade diferente da que Deus escolheu, Paulo queria que tirasse o espinho da carne entre tantos outros exemplos, mas esses homens sabiam que a vontade Deus sempre é a melhor para a vida do homem.

4o – “O pão nosso de cada dia nos dai hoje;…” – Aqui, a palavra pão significa suprimento, alimento, vestimentas, etc. Neste texto mostra a nossa dependência diária de Deus em suprir o alimento diário e nesta parte Jesus ensina que não adianta pedir a mais com o intuito de estocar. Deus só concede o que necessitamos de imediato, o amanhã é um outro dia e não adianta pedir com antecedência. (Provavelmente para não descuidarmos com o que já temos nem desperdiçarmos).  Em Provérbio 30.8,9 temos as palavras sábias de Agur, exemplo de oração e sabedoria. Em Filipenses 4.11-13. O povo de Israel teve que aprender a dependência em Deus e confiar nele no pão de cada dia conforme Êxodo 16.20,21.

5o – “… perdoai-nos as nossas ofensas [dívidas], assim como nós perdoamos aos que nos ofenderam [aos nossos devedores];…” – Nesta parte fica evidente que, se estamos em débito com Deus, precisamos pedir o perdão destas dívidas (destas ofensas) para que, estando sem débitos, Deus nos conceda aquilo que desejamos. Note, entretanto, que existe uma precondição para que Deus nos perdoe e, conseqüentemente, nos atenda. A pré-condição é sermos capazes de perdoar os que estão em débito conosco também (aos que tenham nos ofendido), de modo a alcançarmos o perdão de Deus e recebermos aquilo que desejamos (Mt 5.24,25; 1 Ped 3.7).

6o – “… e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal”. – Aqui, Jesus Cristo comenta que o mal e as tentações existem de verdade. A melhor maneira de nos proteger é seguir os ensinamentos de Deus pedindo a Ele freqüentemente que nos proteja e nos salve do “predador” da humanidade (mais conhecido como diabo ou satanás). Conforme Tiago 1.12,13 Deus não pode ser tentado e a ninguém tenta, por isso é necessário pedir a Deus para não cair em tentação.

Neste modelo de oração Jesus ensina todos os aspectos que devemos considerar para nos relacionar corretamente com Deus. As pessoas que encaminham suas rezas e orações a personalidades históricas, ainda que próximas de Deus, normalmente não obtêm os resultados desejados. Grande parte das pessoas do Norte e Nordeste, por exemplo, apesar de muito rezar não tem alcançado os objetivos desejados. Infelizmente, a dor e a miséria continuam predominando nestes lugares. Portanto, os cristãos mais esclarecidos da sociedade brasileira precisam ajudar a estas pessoas, que já têm fé, a entender tais coisas e usá-la de forma eficiente e com mais sabedoria.

Fontes de consulta:

* Pai-Nosso – Oração extraída da Bíblia Sagrada em Mateus, cap. 6, vers. 9 a 13 (TEXTO DO FOLHETO RENASCER BRASIL)


Estudo adaptado pelo Diác. Robson G. Santos, Colina – Cariacica / ES.

INSTITUIÇÃO DOS DIÁCONOS

ESTUDO BÍBLICO
ATOS 6.1-7
MINISTÉRIO DA PALAVRA E A ORAÇÃO

Atualmente em meio inúmeras religiões, denominações e igrejas será que existem alguma com o padrão da igreja primitiva? Apesar das dificuldades, simplicidades a igreja cresceu extraordinariamente, mas hoje em meio a tantas tecnologias, sofisticações, organizações, etiquetas o ritmo de crescimento diminuiu, onde está o erro? Será que os exemplos estão ultrapassados ou nós que esquecemos nossas raízes?
Atos 6.1
A igreja primitiva em seu nascedouro deixou enormes lições para igreja atual, os quais merecem uma atenção mui especial. Antigamente um cristão ganhava 80 vidas para Jesus, mas hoje 40 crentes ganham uma pessoa por ano. A igreja teve um crescimento rápido que dependiam de algumas adaptações para continuar crescendo e ser uma benção. Na igreja primitiva em Atos 6.1 encontramos dois tipos de judeus:

Judeus helenistas: Eram aqueles de fala grega ou de fora de Israel;
Judeus hebreus: De língua hebraica e aramaica e fiel aos costumes judaicos.

A questão no versículo primeiro eram as distribuições diárias dos alimentos ás viúvas, ou seja, o lado social da igreja. As viúvas “helenistas” estavam sendo esquecidas não propositalmente.

Acerca disso veja o que Lawrence Richards diz: A divisão entre os judeus de fala grega e aramaica em Jerusalém refletia-se na igreja. a antiga suspeita sobre aqueles que  eram “diferentes” também acompanhou estes judeus quando eles se converteram e se tornaram membros da nova igreja. O Talmude reflete o fato de que os fariseus desprezavam abertamente os helênicos, e encavam os judeus nativos como sendo superiores. Não é de surpreender que o medo da discriminação também se espalhasse, e se refletisse no sentimento de que “suas viúvas eram desprezadas no ministério cotidiano” (6.1). A acusação pode ter sido verdadeira ou não. o que é importante é que os apóstolos agiram imediatamente para lidar com esta ameaça à unidade da comunidade cristã.
É importante notar tanto o papel dos líderes espirituais (“os doze”) quando o da comunidade “a comunidade dos discípulos”, conforme a versão RA), na solução do problema (6.12). Basicamente os lideres (1) reuniram a comunidade, (2) definiram seu próprio papel na igreja, (3) estabeleceram procedimento a serem seguidos para resolver os problemas, (4) tornaram a congregação responsável por solucionar a disputa de uma forma unida, e (5) confirmaram oficialmente as escolhas da congregação e osdenaram suas tarefas. Nós podemos ver cada um destes elementos em Atos.6.2

John Stott sugere que não há no texto afirmação de intenção premeditada de beneficiar um grupo em detrimento do outro.
John MacArthur diz que numa congregação daquele tamanho (enorme) era inevitável que a necessidade de algumas pessoas fosse esquecida ou negligenciada.
Atos 6.2
Os apóstolos (os doze) não fizeram vistas grossas, antes reuniram-se com o povo para resolver a questão da distribuição dos alimentos. Eles precisavam cuidar da parte espiritual sem esquecer das coisas materiais.
Vemos neste versículo também um governo democrático não ditatorial. Isto porque a igreja é de Cristo, nós somos servos a serviço do Mestre.

Atos 6.3
Encontramos a primeira vez neste versículo a idéia do diaconato do grego diakonos que significa aquele que serve, ocorre mais de 31 vezes no NT. Interessante que estes homens não foram escolhidos através de revelações e sim através de um perfil pré-estabelecidos na qual o povo se baseou e elegeu sete homens. Quem reconhece a vocação / ministério de alguém é a própria igreja.
Até mesmo por uma questão cultural nesta passagem mostra que foram sete homens, não para ocupar uma função eclesiástica. O diácono não é chamado só para servir na área material, podendo servir na área espiritual. Nas ocorrências da palavra diácono no NT existe apenas uma menção a Febe não que isto a constitui-se parte do corpo administrativo da igreja.
As mulheres podem sim desenvolver o papel de diaconisa, mas não há base bíblica contra ou favor para constituí-la a mesma como diaconisa oficialmente.
Na teologia paulina não vemos o reconhecimento do diaconato feminino, antes vemos várias condições para que o homem pudesse ocupar este importante oficio 1 Tm 3.8-13.

Atos 6.4
A base da igreja sempre foi a Oração e a Palavra. A liderança eficaz consegue melhor trabalhar quando distribui tarefas e se encarregar de buscar a Deus em oração e direção pela a Palavra para alimentar e tomar a decisão certa junto da igreja.

Atos 6.5,6
Após a escolha dos sete homens foram apresentados e os apóstolos os impuseram as mãos, outorgando autoridade para representá-los junto da igreja nas questões sociais.

Atos 6.7
Vemos que a base da igreja que cresce está na oração, palavra, cuidados dos necessitados, união do povo, obediência a Palavra e organização. Outro ponto interessante é que vemos aqui que o pensamento “ovelhas gera ovelhas” é uma realidade presente neste tempo, isto vemos claramente neste versículo.

Estudo elaborado pelo Diácono Robson G. Santos – Colina, Cariacica / ES. 

Deus Odeia o Pecado E o Pecador


Jack Cottrell
UMA QUESTÃO RECENTE: Todos nós já ouvimos o ditado: “Deus ama o pecador, porém odeia o pecado”. Mas será que esse ditado resume a história toda? Seria justo dizer, no mínimo no que diz respeito ao incrédulo, que Deus tanto ama o pecador quanto odeia o pecador?
MINHA RESPOSTA: Eu já respondi essa questão no meu livro, no capítulo sobre “A Santidade de Deus”, na discussão sobre a Ira. Aqui está o trecho em questão[1]:
Às vezes ouvimos dizer que Deus odeia o pecado, mas ama o pecador. Isso não é verdade. A. H. Strong observa que Deus tanto ama quanto odeia o pecador, ao mesmo tempo: “o detesta quando ele é um vivo e voluntário antagonista da verdade e da santidade, o ama quando ele é uma criatura capaz do bem e arruinado pela sua transgressão”.[2] Em outras palavras, Deus odeia o pecado e Ele também odeia o pecador. “Tu odeia todos os que praticam a iniquidade. Tu destróis aqueles que falam a mentira; o Senhor abomina o homem sanguinário e fraudulento” (Sl 5.5-6). Esta e muitas outras passagens mostram que o ódio de Deus é dirigido contra a pessoa que peca e não apenas o pecado em si. Às vezes apenas uma categoria geral é mencionada. “Todo aquele que age injustamente é abominação ao SENHOR vosso Deus”, diz Dt 25.16. “O SENHOR prova o justo e o ímpio, porém, aquele que ama a violência a Sua alma abomina” (Sl 11.5). As sete coisas que Deus odeia em Pv 6.16-19 incluem “a testemunha falsa que profere mentiras e o que semeia contendas entre os irmãos”. Ele também odeia “o perverso de coração” (Pv 11.20), “todo aquele que é orgulhoso de coração” (Pv 16.5), e “aquele que justifica o ímpio ou condena o justo” (Pv 17.15). Outras passagens descrevem o ódio de Deus a pessoas específicas. Lv 20.23 fala de Deus como abominando ou detestando os cananeus. Às vezes o ódio é direcionado contra Israel. Quando o Senhor viu sua idolatria: “Ele estava cheio de ira, e sobremodo aborreceu Israel” (Sl 78.59). “Eu a tenho odiado”, Ele diz (Jr 12.8; confira Os 9.15). Ele também odiou Esaú (Edom), diz Ml 1.3 (cf. Rm 9.13).
Nós não devemos tomar estas passagens superficialmente. Ser odiado pelo Deus Santo é uma coisa assustadora e terrível. A palavra do Antigo Testamento traduzida por “odiar” expressa “uma atitude emocional em relação a pessoas e coisas que são opostas, detestadas, desprezadas e com as quais não se deseja ter nenhum contato ou relacionamento. É, portanto, o oposto do amor. Enquanto o amor atrai e une, o ódio separa e mantém a distância. Os odiados e aspessoas que odeiam são considerados adversários ou inimigos, bem como são consideradas detestáveis e completamente repugnantes”.[3] Será que poderia haver algo mais terrível do que ouvir Deus dizer: “Eu te odeio”?
No entanto, devemos lembrar que Deus odeia o pecador E AMA O PECADOR ao mesmo tempo! Isto é o que eu chamo de uma “terrível tensão” dentro da natureza de Deus, uma tensão que SOMENTE pode ser resolvida através da encarnação do Filho de Deus e do Seu auto-sacrifício propiciatório na cruz. Na morte de Cristo como nosso substituto, tanto a ira de Deus contra os pecadores quanto o seu amor pelos pecadores são perfeitamente expressos e cumpridos.
Tradução: Cloves Rocha dos Santos


[1] Jack Cottrell, What the Bible Says About God the Redeemer – O Que a Bíblia diz Sobre Deus, O Redentor, (Wipf & Stock Publishers, 2001), 286-287.
[2] Augustus Hopkins Strong, Teologia Sistemática (São Paulo: Hagnos, 2007), Vol. I, 510- 511.
[3] Gerard Van Groningen, Theological Wordbook of the Old Testament – Dicionário Internacional de Teologia do Antigo Testamento. Volume II. (Moody Publishers; edição em 2 volumes, junho de 1980), 880.