No dia 19/05/12 ás 19hs em Colina na Assembléia de Deus (Ministério Rosa da Penha, Pr. Presidente Angelino J. Leite) acontecerá um Culto Especial de adoração a Deus e Pregação da Palavra com o Ev. Flávio Coelho contamos contigo e conjuntos!!

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5º Lição Bíblica (EBD) – Pérgamo, a Igreja Casada com o Mundo

Texto Básico: Apocalipse 2:12-17


“Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo”(1João 2:15,16)


INTRODUÇÃO
Nesta aula estudaremos a respeito da carta de Jesus enviada ao pastor da igreja em Pérgamo. Havia um perigo que estava assaltando a essa igreja: a linha divisória entre a verdade e a heresia. Manter-se fiel ao Senhor em meio à sociedade idólatra de Pérgamo não era nada fácil. Porém, mesmo passando por muitas perseguições, os crentes de Pérgamo eram fiéis e não negaram a fé em Jesus. A despeito de sua fé inabalável, faltava-lhes um dom indispensável na igreja: o dom do discernimento bíblico e espiritual para combater os falsos ensinos. Alguns membros da igreja toleravam os pseudomestres e práticas contrárias à Palavra de Deus. Sustentavam a “doutrina de Balaão” e defendiam a “doutrina dos nicolaítas” (Ap 2:14-15). A palavra para a igreja em Pérgamo é dura. Aqueles que seguirem as falsas doutrinas e, consequentemente, incorrerem em frouxidão cultual e moral, enfrentarão a espada da boca de Cristo (Ap 2:16). Essa espada está ligada ao derramamento do furor da ira de Deus sobre os ímpios, os não salvos. A carta do Senhor Jesus endereçada à igreja em Pérgamo, também, é um alerta à igreja contemporânea sobre o perigo que ela corre caso se misture com o engano doutrinário e com a imoralidade do mundo, e esqueça-se de sua missão como agência do Reino de Deus. Essa carta é endereça a você, a mim, a nós. Não é uma mensagem diante de nós, mas a nós. Como a igreja contemporânea pode permanecer na verdade sem se misturar com as heresias e com o mundanismo? Como uma igreja que é capaz de enfrentar o martírio pode permanecer fiel diante da tática da sedução? Manejando bem a Espada do Espírito – a Palavra de Deus – subjugaremos os ardis de Satanás.

I. PÉRGAMO, O TRONO DE SATANÁS.
Satanás não apenas habitava na cidade de Pérgamo, mas lá estava seu trono. O trono de Satanás é marcado pela pressão e pela sedução. Onde Satanás reina predomina a cegueira espiritual; floresce o misticismo; propaga-se o paganismo, a mentira religiosa, bem como a perseguição e a sedução ao povo de Deus. Em Pérgamo estava um panteão, onde vários deuses eram adorados; isso atentava contra o Deus criador. Em Pérgamo as pessoas buscavam a cura através do “poder” da serpente; isso atentava contra o Espírito Santo, de onde emana todo o poder. Em Pérgamo estava o culto ao imperador, onde as pessoas queimavam incenso e o adoravam como Senhor; e isso conspirava contra o Senhor Jesus, o Rei dos reis e Senhor dos senhores.

1. Pérgamo, a cidade dos livros e da ignorância espiritual. O único livro do Novo Testamento que cita a cidade ou a igreja em Pérgamo é oApocalipse. A cidade de Pérgamo foi construída sobre uma colina, cuja altura chegava a 300 metros acida da região que a circundava, sendo, portanto, uma fortaleza natural. Com a ajuda dos romanos, Pérgamo ganhou independência dos selêucidas em 190 a.C., e passou a fazer parte do império romano a partir de 133 a.C. Durante mais de 200 anos, foi a capital da província romana da Ásia. Era uma cidade sofisticada, centro da cultura e da educação grega, com uma biblioteca de aproximadamente 200 mil volumes (era a maior biblioteca fora de Alexandria, Egito). Foi o povo de Pérgamo que começou a usar peles de animais para fazer pergaminho, substituindo o papiro. Apesar se ser considerada a cidade dos livros era também o centro da ignorância espiritual. Nela existiam quatro seitas idólatras principais – a Zeus, Dionísio, Asclépio (figura de uma serpente) e Atenas. Por ser o centro dessas seitas malignas, Pérgamo tinha o nome de cidade “onde está o trono de Satanás”(Ap 2:13). O principal deus dessa cidade, Asclépio (o deus da cura e da medicina), tinha como símbolo uma serpente, que fora entronizada na cidade de Pérgamo por uma mulher chamada Nicágora, que era como uma espécie de bruxa, feiticeira. Como Asclépio (a serpente) era considerado o deus que curava as enfermidades, muitas pessoas, de todas as partes do mundo, iam procurar nele o alívio de seus males; então se adorava a serpente Asclépio; por isso o Senhor diz: “onde está o trono de Satanás”. Até hoje em dia, médicos e farmacêuticos têm um símbolo de uma serpente enrolada; umas são com duas cabeças, outros com uma cabeça chegando a beber de uma taça; pode-se ver isso no escudo desses profissionais. Hoje em dia, a cidade de Pérgamo já não existe, foi totalmente varrida. Abaixo do lugar onde ficava Pérgamo que era um planalto, há um vilarejo que recorda o nome de Pérgamo e que se chama Bérgama.

2. A igreja em Pérgamo. É provável que a igreja de Cristo em Pérgamo tenha sido implantada quando da estada de Paulo em Éfeso(At 20:31). Essa igreja encontrava-se inserida numa cidade marcada pela idolatria, onde o trono de Satanás estava estabelecido (Ap 2:12). Embora cercada pela adoração a Satanás, e tendo o imperador romano como um deus, a igreja em Pérgamo recusava-se a renunciar à sua fé, mesmo quando os adoradores de Satanás martirizaram o fiel Antipas, um de seus membros (Ap 2:13). Não era fácil ser cristão em Pérgamo; os crentes estavam sujeitos a sofrer uma grande pressão a fim de transigir e abandonar a fé de Cristo. Nunca é fácil nos colocarmos com firmeza contra as intensas pressões e tentações da sociedade, mas a alternativa é a morte (Ap 2:11). Procure cooperar tanto quanto possível com as pessoas, mas evite qualquer aliança, sociedade ou participação que possa levar as práticas idolátricas e imorais. Saiba que Jesus Cristo está de olho no comportamento dos seus fiéis – “eu sei as tuas obras…”. Pérgamo significa casado, portanto a igreja precisa lembrar-se que está comprometida com Cristo; é a noiva de Cristo e precisa se apresentar como uma esposa santa, pura e incontaminada.

II.  A ESPADA DE DOIS GUMES
A igreja em Pérgamo conservava o nome de Cristo, pois não havia renegado a fé (2:13). No entanto, o Senhor dirige-se a ela em termos de juízo fulminante. Ele é aquele que tem “a espada afiada de dois gumes” (2:12). Trata-se da Palavra de Deus(Hb 4:12), com a qual ele julgará os malfeitores na congregação(cf Ap 2:16).

1. A espada afiada de dois gumes. A espada representa autoridade e o poder para julgar e castigar. Cristo não apenas está no meio da igreja (Ap 1:13), mas ele está andando, em ação investigatória, no meio dela (Ap 2:1). Assim como os romanos usavam a espada para impor sua autoridade e seus juízos, a espada de Jesus, com dois gumes afiados, representa a suprema autoridade e o supremo juízo de Deus. Ela também pode representar a futura separação entre os crentes e os incrédulos. Os incrédulos jamais poderão experimentar a eterna recompensa de viver no Reino de Deus. Há muitos males que atacam a igreja: esfriamento, perseguição, heresia, imoralidade, presunção e apatia. Mas Cristo se apresenta para cada igreja como o remédio para seu mal. Para a igreja de Pérgamo que estava se misturando com o mundo, que estava em conflito entre a verdade e o engano (Ap 2:14), Jesus se apresenta como aquele que tem a espada afiada de dois gumes, que exerce juízo e separa a verdade do engano. A Palavra de Deus – que é a Espada do Espírito (Ef 6:17; Hb 4:12) -, é a única arma poderosa contra as heresias, modismos e apostasias.

2. Manejando bem a espada do Espírito. A “espada do Espírito” é a Palavra de Deus(Ef 6:17). Ela é a arma ofensiva do crente, para uso na guerra contra o poder do mal. Sem ela não há nenhuma possibilidade de vitória contra as mentiras, que chegam travestidas de verdades; as heresias, os misticismos e modismos que insistem brotar em nossas igrejas locais. Não é à toa que Satanás tem feito todos os esforços possíveis para subverter ou destruir a confiança do crente na Palavra. A recomendação do apóstolo Paulo a Timóteo foi que seus esforços teriam de estar concentrados em se tornar um obreiro que não tem de que se envergonhar, e fazer isso como alguém que “maneja bem a Palavra da verdade“(2Tm 2:15). Isso significa ministrar as Escrituras corretamente, seguir à risca. Hoje em dia, infelizmente, três quartos do tempo do culto são dedicados ao louvor, o que tem causado grande prejuízo espiritual ao povo de Deus. Vivemos o tempo do “louvorzão” e da “palavrinha”. Desta feita, a maioria dos que cristãos dizem ser está sem habilidade de manejar a Espada do Espírito, ou seja, está despreparado para a guerra. Enquanto soldados de Cristo, militando o bom combate aqui na terra, estamos sujeitos às tentações e males dentro e fora da igreja. Portanto, temos de andar de acordo com as leis do Espírito, lutando sempre com as armas espirituais disponíveis a nós, dentre elas, a Palavra de Deus – a espada do Espírito (ler Ef 6:11-18). Esta é a única arma que Jesus usará em sua segunda vinda. Com ela, ele matará o anticristo e também destruirá os rebeldes e apóstatas. A mensagem da verdade se tornará a mensagem do julgamento. Deus nos fará responsáveis por nossa atitude em face da verdade que conhecemos. Jesus diz que sua própria palavra é que condenará o ímpio no dia do juízo (João 12:47,48). A palavra salvadora tornar-se-á juiz; a espada benfazeja transformar-se-á em carrasco.

III. O DESTINATÁRIO
A carta foi destinada ao anjo da igreja – “E ao anjo da igreja que está em Pérgamo…”(Ap 2:12). Quem é esse anjo? Alguns intérpretes pensam que são seres celestiais enviados como mensageiros de Deus. Outros crêem que sejam anjos guardiões, um para cada congregação. Entretanto, a interpretação mais consistente, bíblica e historicamente, é que “anjo” aqui deve ser entendido como o pastor da igreja. Isso mostra que o líder é o responsável perante o Senhor, que estabeleceu uma hierarquia ministerial para a sua Igreja (1Co 12:28; At 15:6,22; Ne 8:5).

1. Um pastor numa cidade infernal. A igreja em Pérgamo se encontrava numa situação difícil. Por todos os lados, os vizinhos praticavam idolatria e davam honra aos governantes romanos. Os cristãos não abandonaram a verdade do Senhor, o único verdadeiro Soberano. Mas, tanta influência de falsas doutrinas teve um impacto negativo na igreja, poluindo a congregação com doutrinas falsas que incentivavam os irmãos a praticaram idolatria e imoralidade. Jesus chama a igreja ao arrependimento para evitar o castigo divino – “Arrepende-te, pois, quando não em breve virei a ti, e contra eles batalharei com a espada da minha boca”(Ap 2:16). Cristo não apenas conhece as obras da igreja e suas tribulações, mas também conhece a tentação que assedia a igreja, conhece o ambiente em que ela vive. Cristo sabe que a igreja está rodeada por uma sociedade não cristã, com valores mundanos, com heresias bombardeando-a a todo instante. Apesar de Pérgamo ser uma cidade infernal, o Senhor queria que o líder da igreja nessa cidade permanecesse ali e desse fiel testemunho de Cristo, mesmo que isso resultasse na mais cruenta morte como foi a de Antipas. O autêntico cristão é cônscio de que a perseguição faz parte da caminhada, já que Cristo nos advertiu nesse sentido (Mt 5:11,12; Lc 11:48,51; 21:12; Mc 4:17; João 15:20). Não devemos temê-la, cientes de que a venceremos pela fé em Cristo (1João 5:4). A Igreja sempre prevalecerá.

2. O testemunho e a perseverança de um pastor – “… reténs o meu nome e não negaste a minha fé…” (Ap 2:13). Jesus elogia a perseverança do pastor e dos cristãos de Pérgamo, que foram fiéis à fé de Jesus, mesmo sob perseguição intensa. Ser fiel a Deus no meio das bênçãos é muito fácil. Agora, Ele espera que sejamos fiéis também no momento da dificuldade. Nossa fidelidade deve ser incondicional. Se Deus nos abençoar, seremos fiéis; se ele não nos abençoar em determinada situação, devemos continuar sendo fiéis. Devemos imitar a perseverança do pastor e dos discípulos em Pérgamo, mantendo firme a nossa fé, mesmo se encararmos ameaças e perseguições. Servimos um Deus puro, e devemos manter e defender a doutrina pura que ele revelou. Qualquer doutrina que incentiva a idolatria ou a imoralidade vem do diabo, logo, deve ser evitada. Para aqueles que perseveram até o final receberão a recompensa. Na carta à igreja em Pérgamo, a bênção para o vencedor é descrita em três partes. Jesus disse que os vencedores:

a) Comerão do Maná escondido (Ap 2:17). O maná escondido refere-se ao banquete permanente que teremos no Céu. Aqueles que rejeitam o luxo das comidas idólatras nesta vida terão o banquete com as iguarias de Deus no Céu. No deserto, Israel recebeu o maná – o pão de Jeová (Êx 16:15); era alimento celestial (Sl 78:24). Jesus é o maná dado pelo Pai (veja João 6:31-58). Ele sustenta os fiéis e lhes dá vida. No tribunal de Cristo, receberemos o maná escondido, e Jesus será para nós nosso alimento e deleite por toda a eternidade.

b) Receberão uma pedrinha branca (Ap 2:17). A pedrinha branca pode incluir vários significados, conforme os costumes da época. Pedras brancas foram usadas para indicar a inocência de pessoas acusadas de crimes; Jesus inocenta os seus seguidores fiéis. Pedras brancas foram dadas a escravos libertados para mostrar sua cidadania; os fiéis não são mais escravos do pecado, pois se tornaram cidadãos da pátria celestial (Fp 3:20). Era usada também como bilhete de entrada em festivais públicos; a pedrinha branca é símbolo de nossa admissão no céu, na festa das bodas do Cordeiro (ler Ap 19:6-9). Também foram dadas aos vencedores de corridas e aos vitoriosos em batalha; os fiéis são vencedores que receberão o prêmio (2Tm 4:7-8).

c) Receberão um novo nome (Ap 2.17). Um nome novo, frequentemente, sugeria uma nova direção na vida, especialmente de uma pessoa abençoada por Deus (exemplos: A Abrão, foi dado um novo nome: Abraão; Sarai, foi alterado para Sara; A Jacó, foi dado o nome de Israel). Em Isaías 62:2-4,Desamparada e Assolada recebem nomes novos. “Desamparada” significa “meu prazer está nela”, e “Assolada” significa “desposada”, indicando que Deus tinha renovado seu concerto com Jerusalém. Veja, também, Ap 3:12. Portanto, receberemos um novo nome, pois pertencemos à família de Deus, seremos herdeiros de Deus e entraremos na cidade santa pelas portas!

 3. Antipas, a fiel testemunha – “… Antipas, minha fiel testemunha, o qual foi morto entre vós, onde Satanás abita”(Ap 2:13). Antipas significa contra todos. Ele se levantou contra todos e contra todas as falsas doutrinas que foram aparecendo. Acabou morrendo, assim como todos os que seguiram suas pisadas. Apesar de não termos informações adicionais sobre Antipas o mesmo é chamado de “minha testemunha”, sendo que a palavra grega é a mesma de Apocalipse 1:5 (mártir). É possível que tal homem tenha comprovado sua fidelidade ao colocar-se contrário à cultura pecaminosa de Pérgamo. Segundo Tertuliano, “Antipas foi colocado dentro de um boi de bronze, e este foi levado ao fogo até ficar vermelho, morrendo o servo de Deus sufocado e queimado.” Ele resistiu à apostasia até a morte. Agora, caberia o atual pastor da igreja em Pérgamo dar continuidade a luta de Antipas. Sua missão era semelhantemente árdua, pois teria de confrontar os que detinham a doutrina de Balaão e sustentavam o ensino dos nicolaitas.

IV. AS HERESIAS DE PÉRGAMO
Ao estudar a Igreja de Esmirna, vimos que Satanás usou de sua primeira estratégia para banir os cristãos da face da terra: a perseguição física. Porém, Satanás aprendeu que, quanto mais perseguia os cristãos, mais a Igreja prosperava e permanecia. Portanto, perseguir não foi uma estratégia bem sucedida por parte do inimigo. Agora Satanás muda a estratégia, não mais violenta e ostensiva, e dá um golpe muito forte, e infelizmente de muita inteligência: Satanás passa a contaminar a Igreja para tentar extingui-la; sutilmente, provocava a união do paganismo com o cristianismo. Na igreja em Pérgamo, havia crentes que permaneciam fiéis, enquanto outros estavam se desviando da verdade. Hoje, como aconteceu na igreja em Pérgamo, a perseguição é camuflada. Satanás, sutilmente, está usando pessoas de dentro da igreja (falsos mestres e falsos pastores) para persegui-la, com disseminação de falsas teologias, falsas doutrinas, falsos ensinos. A proposta agora não é substituição, mas mistura; não é apostasia aberta, mas ecumenismo. Alguns membros da igreja começaram a abrir a guarda e a ceder diante da sedução do engano religioso. Em uma mesma igreja há gente fiel às Escrituras, disposta a sofrer por Cristo e gente que transige com a sã doutrina, que se entrega às novidades do mercado da fé e que se desvia da verdade. Peçamos a Deus o dom de discernimento, ele é indispensável nestes últimos dias da Igreja. A seguir, as duas figuras mostradas na carta à igreja em Pérgamo que provam a entrada do paganismo na igreja (Ap 2:14,15).

1. Doutrina de Balaão. Em Pérgamo, enquanto havia gente disposta a morrer por Cristo, alguns crentes estavam seguindo a doutrina de Balaão (Ap 2:14,15). O grande problema era que, enquanto uns sustentavam a doutrina de Balaão, os demais membros da igreja se calaram em um silêncio estranho. A infidelidade aninhou-se dentro da igreja com a adesão de uns, e o conformismo dos outros. A igreja tornou-se infiel. A doutrina de Balaão sancionava o consumo de coisas sacrificadas a ídolos e a prostituição. A descrição da doutrina de Balaão refere-se à história do Velho Testamento (Nm 22-25; 31:16). No final dos 40 anos de peregrinação, os israelitas chegaram perto da terra prometida. Acamparam-se nas campinas de Moabe, e os moabitas e midianitas ficaram amedrontados. Balaque, rei de Moabe, chamou Balaão para amaldiçoar o povo, mas Deus frustrou todas as suas tentativas de falar contra os israelitas. Balaão desistiu de suas maldições, mas procurou outra maneira de vencer o povo de Israel. Deu o conselho de convidá-los a participarem de uma festa idólatra. Nesta festa, muitos israelitas se envolveram na idolatria e na imoralidade, e Deus mandou uma praga que matou 24.000 israelitas(Nm 25:9). Balaão foi um falso profeta que prostituiu seus dons com o objetivo de ganhar dinheiro. Ele era do tipo de pessoa que prega em troca de lucro financeiro. O deus de Balaão era o dinheiro. Por ganância, aconselhou Balaque a enfrentar Israel não com um grande exército, mas com pequenas donzelas sedutoras. Aconselhou a mistura, o incitamento ao pecado. Aconselhou a infiltração, uma armadilha. Assim, os homens de Israel participariam de suas festas idólatras e se entregariam à prostituição. E o Deus santo se encheria de ira contra eles, e eles se tornariam fracos e vulneráveis. Assim está escrito: “Ora, Israel demorava-se em Sitim, e o povo começou a se prostituir com as filhas de Moabe, pois elas convidaram o povo aos sacrifícios dos seus deuses; e o povo comeu e inclinou-se aos seus deuses. Porquanto Israel se juntou a Baal Peor, a ira do Senhor se acendeu contra ele“(Nm25:1,3). Era o que acontecia em Pérgamo. Portanto, a “doutrina de Balaão” refere-se a mestres e pregadores corruptos que, em Pérgamo, levavam suas congregações à transigência fatal com a imoralidade, a idolatria e o mundanismo; tudo por amor à promoção pessoal ou vantagem financeira. Segundo parece, a igreja em Pérgamo tinha mestres que ensinavam ser a fé salvífica em Cristo compatível com a prática da imoralidade. O pecado enfraquece a igreja. A igreja só é forte quando é santa. Sempre que a igreja se mistura com o mundo e adota seu estilo de vida, ela perde seu poder e sua influência.

2. A doutrina dos nicolaitas. É impossível dizer ao certo qual era a doutrina dos nicolaítas. De acordo com vários estudiosos da Bíblia, os nicolaítas eram libertinos e ensinavam que quem estava debaixo da graça podia praticar a idolatria e cometer pecados sexuais. Os nicolaítas ensinavam que o crente não precisa ser diferente. Quanto mais ele pecar maior será a graça, diziam. Quanto mais ele se entregar aos apetites da carne, maior será a oportunidade do perdão. Eles faziam apologia ao pecado. Eles defendiam que os crentes precisam ser iguais aos pagãos. Eles deviam se conformar com o mundo. Por essa razão, Jesus odiava as obras dos nicolaítas e elogia os efésios por rejeitar esses ensinamentos (Ap 2:6). Infelizmente, a igreja em Pérgamo tolerava esses falsos mestres. Deus condena a tolerância de falsas doutrinas. Às vezes, os homens valorizam tanto a unidade entre pessoas (dentro de uma congregação ou até entre congregações diferentes) que desvalorizam a doutrina pura de Jesus. Toleram falsos ensinamentos e até práticas proibidas, como a imoralidade e a idolatria, mas insistem na importância de manter uma “igreja unida”. Se persistir nesse erro, o próprio Jesus trará o castigo. A unidade entre discípulos é importante, mas a pureza da palavra é mais importante do que a paz entre homens (Tiago 3:17). Uma igreja que serve a Jesus necessariamente rejeitará falsos mestres e suas doutrinas erradas.

CONCLUSÃO

Pérgamo é aqui! Muitas igrejas estão passando por uma grande crise doutrinária! Estão sofrendo forte influencias de modismos doutrinários, como, por exemplo, “a quebra de maldição hereditária”, a “teologia da prosperidade”, etc., sem falar dos modelos “mercadológicos” de algumas neoigrejas pentecostais. Na questão moral é bastante assustador o que está ocorrendo. Inúmeros divórcios, envolvendo pastores, e pior ainda, estão ocorrendo com os motivos fúteis e escandalosos. A consequência disso é a banalização do divórcio entre os membros da igreja. Se os pastores podem, podemos também, afirmam alguns. Se eles não são disciplinados, não podem também nos disciplinar, declaram outros. Além da questão do divórcio, há os escândalos sexuais, que envolvem do adultério à pedofilia. Portanto, Pérgamo é aqui no Brasil! Diante destes fatos escabrosos, a única saída está no arrependimento e abandono de tais práticas: “Portanto, arrepende-te; e, se não, venho a ti sem demora e contra eles pelejarei com a espada da minha boca” (Ap 2:16). As Escrituras já previam que o mundo invadiria a igreja nos últimos dias. Por isso, o maligno tem alcançado tantos resultados no meio do povo que se diz crente. Entretanto, a mesma Bíblia que disse que isto aconteceria também afirmou que as portas do inferno não prevaleceriam contra a igreja. Temos pouca força, mas o Senhor prometeu que estaria conosco. Isto nos dá uma esperança, não nos permite que desanimemos diante de tanto desvio espiritual, diante de tanta apostasia. Jesus está voltando, e para aqueles que conseguem ouvir e atender ao seu alerta, em vez de se irritarem diante das verdades aqui expostas, fica a promessa: “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao vencedor, dar-lhe-ei do maná escondido, bem como lhe darei uma pedrinha branca, e sobre essa pedrinha escrito um nome novo, o qual ninguém conhece, exceto aquele que o recebe” (Ap 2.17).


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Elaboração: Luciano de Paula Lourenço – Prof. EBD – Assembléia de Deus – Ministério Bela Vista. Disponível no Blog: http://luloure.blogspot.com 
Referências Bibliográficas: William Macdonald – Comentário Bíblico popular (Antigo Testamento). Bíblia de Estudo Pentecostal. Bíblia de estudo – Aplicação Pessoal. Revista Ensinador Cristão – nº 50. O Novo Dicionário da Bíblia – J.D.DOUGLAS. Comentário Bíblico Beacon – CPAD. Comentário Bíblico NVI – EDITORA VIDA. Rev.Hernandes Dias Lopes – Ouça o que o Espírito diz às Igrejas.
Publicado no Blog do Luciano de Paula Lourenço 

A ESCOLHA DE UM SUBSTITUTO

ATOS 1.15-26

Atos 1.15
Encontramos neste versículo novamente a ousadia de Pedro ao se levantar no meio dos irmãos e presidir a reunião. Dos que presenciaram a ascensão de Jesus somente cento e vinte pessoas estavam reunidas em um mesmo pensamento. “Todos começam, mas alguns perseveram…..”.
Atos 1.16
Vemos que partes das escrituras já se cumpriram no novo testamento (Sl 41.9). Judas não estava destinado à perdição, mas em sua fraqueza teve cumprimento desta escritura em sua vida (Mt 25.41).
Atos 1.17
Assim como Judas, muitos estão no meio, mas nem todos pertencem ao meio.
Atos 1.18-20
É de comum acordo que Judas não se arrependeu apenas sentiu remorso (2 Co 7.9-10), por isso fez este ato de suicídio e suas entranhas se derramaram (Mt  27.3-10). Precisamos nos arrepender mais do que sentir remorsos por nossos pecados.
Atos 1.21-23
A intenção do colégio apostólico era que alguém ocupasse o lugar de Judas, tendo como condição básica ter sido testemunha do que Jesus tinha feito e sua ressurreição. Entre todos apenas dois foram indicados para um lugar tão nobre, até porque seria referência para toda a igreja do Senhor.
Atos 1.24-26
Neste ato decisivo oraram ao Senhor, sendo Deus conhecedor dos corações (1 Sm 16.7) para revelação do escolhido e tiraram sorte (Lv 16.8) sendo Matias o escolhido.
LIÇÕES ESPIRITUAIS
– Ninguém é insubstituível (Moisés x Josué; Elias x Eliseu; Apóstolos x Discípulos);
– Nossas escolhas podem afetar a terceiros além de nós (Jn 1.12-14; Js 7.5, 19, 20);
– Está em oração não significa estarmos inativos;
– Sentir remorsos não gera salvação, mas arrependimento gera transformação.
Contatos
Professor e Diác. Robson G, Santos
Telefônico: (27) 8856-3466 / 9824-7238 
http://profrobsonculturacrista.blogspot.com
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LIÇÃO 4 – ESMIRNA, A IGREJA CONFESSANTE E MÁRTIR / SUBSÍDIO

A Igreja Sofredora
            
Segundo John Pitt*, “a perseguição revela os verdadeiros seguidores de Cristo. Os cristãos só de nome fugirão dela. Somente os dedicados permanecerão. Na história dos mártires é impressionante ver como enfrentaram a morte cheios de coragem. Encaravam a perseguição como uma honra e não como uma punição”. Isto pode ser observado claramente na vida dos cristãos do primeiro século que enfrentaram a fúria dos inimigos da fé evangélica (At 5.41). Vale lembrar ainda a atitude do primeiro mártir do cristianismo, Estevão, que aliás, deve ter sido um dos primeiros a ver o Cristo Glorificado (At 7.54-59). Não o vemos praguejar ou lançar palavras de maldição contra seus algozes, mas sim pedir a Deus que não os considerassem culpados (At 7.60).  
Em seu livro “Os amigos de Jesus”, publicado pela CPAD, E. Percy Ellis chama o apóstolo Tiago de “o amigo silencioso”. Tiago fazia parte do círculo de pessoas mais próximas de Jesus, todavia, sempre em silêncio. Acompanhei as conjecturas do autor sobre a personagem e não deixei de sentir um aperto no coração ao ler o fim da trajetória desde discípulo pouco conhecido. O Mestre investiu todo seu amor e dedicação, fez questão de tê-lo sempre muito próximo. A princípio imaginamos que este seguidor silencioso seria um dos grandes líderes de sua época, tais como Pedro ou João. Mas, ficamos surpresos ao lermos Atos 12.2. Tiago foi o primeiro dos apóstolos a ser martirizado e pouco sabemos do restante de sua história. É assim também em relação a muitos de nossos irmãos que, por amor a Cristo, têm sido brutalmente assassinados ao longo dos séculos. 
            John Pitt também relata em seu livro “Quando vem a perseguição”, que o irmão André, fundador de Portas abertas, em uma de suas viagens à Europa Oriental foi inquirido sobre a perseguição aos crentes em seu país, a Holanda. O irmão André sorriu e disse: “Não, os cristãos não são perseguidos em meu país”. O pregador, com um tom de incredulidade na voz, insistiu: “Ninguém ali é incomodado por causa de sua fé?” Irmão André respondeu: “Não, ninguém”. “E por que não” – quis saber aquele homem. “Porque temos liberdade religiosa” respondeu André. Então aquele pregador da Europa Oriental, não satisfeito, perguntou: “E o que vocês fazem com 2 Tm 3.12?”. Envergonhado, o irmão André procurou a referência, e após lê-la disse bem baixinho: “Nada, nós não fazemos nada com esse versículo.” Podemos notar que esta história se parece muito com o que vivenciamos hoje no Brasil.
Por que não somos visivelmente perseguidos? O texto citado diz: “De fato, todos os que desejam viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2 Tm 3.12). A Palavra diz “todos”, não há exceção. Então, talvez não estejamos sendo piedosos o bastante. “Há um preço a ser pago e não queremos pagá-lo. Preferimos o cristianismo barato”. Relutamos em sair de nossa zona de conforto. Não precisamos ir longe, basta lermos a lista das pessoas e instituições mais influentes de nosso país hoje para percebermos que falta alguma coisa. Certo pastor disse: “Se você não influenciar as pessoas com as quais convive, certamente será influenciado por elas”. Portanto, fica a reflexão.
 Discorrendo sobre a Igreja Sofredora, John Pitt afirma: “Os governos ateus pensam que o cristianismo poderá ser completamente erradicado. Portanto, esforçam-se por restringir a liberdade religiosa de várias maneiras: 1) As igrejas e seus membros têm de ser registrados. Isto permite ao Estado controlar as funções da Igreja e familiarizar-se com o rol de membros. 2) Os cristãos são autorizados a falar do Senhor só dentro dos edifícios das igrejas registradas. A evangelização é proibida. 3) Os cristãos estão proibidos de ensinar religião às crianças. Escolas dominicais e movimentos de jovens não são permitidos. 4) São dados aos cristãos os empregos menos desejados e não se permite aos jovens crentes uma educação universitária.” Por estas razões, há milhares de cristãos que preferem sofrer a comprometer-se com um governo ateu.
Tudo isto pode parecer distante da realidade que vivemos em nosso país. Mas, sabemos que existem projetos de leis no Congresso objetivando, por exemplo, tributar as rendas das igrejas. Não seria este um primeiro passo para que o governo tenha controle sobre as igrejas? Esta é uma questão delicada e que possui defensores até mesmo dentro da comunidade cristã: “Só assim saberemos o que acontece com o dinheiro arrecadado pela igreja e sua destinação” defende alguém, citando ainda como argumento os vários escândalos públicos envolvendo algumas denominações evangélicas de nosso país.
Talvez estejamos abusando de nossa liberdade religiosa e não a utilizando como deveria, ou seja, para propagar a salvação através de Jesus Cristo. Há ainda um grande movimento para proibir a igreja de pregar contra o pecado, como o homossexualismo. Não é de hoje que a mídia defende e dissemina várias práticas contrárias à sã doutrina, através da literatura, da música, de filmes, novelas etc. E nós como igreja, o que temos feito? Temos dito a mesma postura da igreja de Esmirna ou nos assemelhamos a Pérgamo?
Quando chega a perseguição, “crentes de diferentes denominações encontram sua unidade em Cristo. Não há mais encontros de comitês, diferenças interdenominacionais ou poderes políticos. As pessoas já não perguntam umas às outras a que igreja pertencem: não há mais igrejas. A pergunta é: “Você pertence a Jesus?” Formas de reuniões tradicionais desaparecem. Cada cristão assiste ao culto para servir e compartilhar”, afirma John Pitt.
Sei que é lamentável o que temos presenciado em nossos dias, neste país tão abençoado por Deus. A TV Boas Novas exibiu recentemente em seu programa “Cabeça Pra Cima” um debate sobre a crise de liderança cristã no contexto atual. Certamente muitos cristãos entendem que vivemos este momento de crise no segmento evangélico.
Por fim, é oportuna a exortação de John Pitt, que trabalhou durante muitos anos no Vietnã, Laos e Camboja, presenciando fatos e relatos de severa perseguição à Igreja: “Precisamos ver além de nossa própria igreja e estar interessados no reino de Deus. Devemos dar nossas mãos, em comunhão uns com os outros, em vez de brigarmos. Em lugar de perseguirmos uns aos outros, deveríamos estar lutando contra nossos inimigos comuns: os poderes das trevas”.
Israel Oliveira**

* PITT, John – Quando vem a Perseguição. 3. ed. – Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 1981.
** Arquiteto e Urbanista. Membro da Assembleia de Deus em Palmas/TO.

Os perigos da secularização nas igrejas

Antonio Gilberto


Vejamos agora, como prometido, os efeitos maléficos do secularismo nas igrejas. Vamos ver apenas alguns desses efeitos.

1) O crente acostumar-se ao prazer doentio, como se isso fosse natural. “Tiveram prazer na iniquidade”, 2Ts 2.12. Por exemplo: O crente sentir prazer em cenas violentas, desumanas, imorais, repulsivas, como luta de boxe, cenas de tortura, publicações abomináveis, vídeo imoral e violento, e outras fontes de prazer doentio, sádico, selvagem, anormal, pecaminoso. 

2) O crente tornar-se espiritualmente infrutífero, inútil, parasita. “Nenhum de nós vive para si”, Rm 8.14. “Estrela errante”, Jd 13.

3) O crente tornar-se espiritualmente “pesado”, e daí viver “colado” às coisas efêmeras desta vida. Apegar-se a este mundo, colocando em detrimento as coisas do Senhor (Lc 21.34 e Gl 3.19b). São pessoas que só pensam nas coisas terrenas.

4) O crente tornar-se indiferente, apático, enfastiado para as coisas do Espírito (Ap 3.14,17). 

5) A prevalência do nominalismo religioso entre os crentes. “Os discípulos foram chamados cristãos” (At 11.26) – isto é, eles não chamaram de cristãos a si mesmo, eles foram chamados assim. Eles não apenas pregavam a Cristo, mas também viviam, de fato, o Evangelho de Cristo.

6) A inversão de valores espirituais na igreja (Is 5.20; 2Rs 16.10-20).

7) A exagerada institucionalização da igreja. É quando a  igreja se torna apenas uma denominação a mais, uma organização religiosa a mais, apenas uma máquina religiosa programada. Uma máquina fabrica, mas não cria. Confira, no original grego, a expressão “criado”, em 1 Timóteo 4.6.

Vejamos a seguir, e para concluir, alguns breves e terríveis exemplos de secularismo:
a) Esaú como PESSOA. “Profano como Esaú”, Hb 12.16.
b) Israel como POVO. “Engordando-se Jerusum, deu coices”, Dt 32.15.
c) Laodicéia como IGREJA. Era rica espiritualmente, e tornou-se pobre (Ap  3.17). 
d) Demas como OBREIRO. “Amou o presente século”, 2Tm 4.10.

Lembremo-nos da advertência de Jesus sobre o resultado do mero religionismo sem realidade e sem conteúdo espiritual (Mt 7.20-23). Jesus falou: “Para que vejam a minha glória”, Jo 17.24. “Unjas os teus olhos com colírio para que vejas”, Ap 3.18. Disse o Dr. John Rice: “Se todo crente pudesse (1) apreciar de fato o que é o Céu, (2) o que é a glória e a majestade de Cristo, e (3) o que nos espera lá, teríamos tanto desejo de ir para lá que nos desprenderíamos de tudo o que fosse possível aqui, de modo que o mundo não teria entre os crentes um só torcedor, um só admirador, um só amigo”.

Vamos todos buscar, receber e conservar o real avivamento bíblico, com suas infinitas bênçãos, conquistas e triunfos. Essa é a principal resposta divina para a avalanche de secularismo que investe contra a Igreja do Senhor.


Fonte: http://www.cpadnews.com.br/blog/antoniogilberto

O QUE ESTAMOS FAZENDO, SE FOMOS CHAMADOS A PREGAR?

A GRANDE COMISSÃO DA IGREJA
Mt. 28.16-20
Neste estudo queremos relembrar e ver a missão da igreja, e que respectivamente cada crente pode fazer algo para Deus.
Jesus havia convocado os seus discípulos para se encontrarem em um monte na Galiléia (Mt 28.16).
Jesus diante de todos, alguns ainda duvidaram do Senhor, a incredulidade é uma realidade ainda presente em meios a sinais e maravilhas do Senhor (Mt 28.17).
Jesus tem toda a autoridade nos céus e na terra (Mt 28.18)
Nos versículos 19 e 20 do cap. 28, encontramos a comissão da igreja baseado em três palavras que devemos nos lembrar no caminho (IDE):
FAZER DISCÍPULOS (tornar alguém seguidor ou imitador) (Mt 28.19)
·         Fazer discípulos de todas as nações.
·         Eliseu tocou nas águas como Elias (1 Rs 2.14,15);
·         Somos semelhantes ao andar do mestre e conduzimos outros (Mt 26.73).

BATIZAR (Mt 28.19)
·         Após pregar a Palavra, havendo arrependimento levar a pessoa ao batismo ou batizá-la. Ex.: Jesus não batizava e sim os seus discípulos (Jo 4.1,2).
·         Batismo é uma ordenança, não apenas opção (Mc 16.16);

ENSINAR x PREGAR (Mt 28.20)
·         Ensinar tudo que temos aprendido e ordenanças do Senhor Jesus
(1 Co 11.23; Atos 20.27);
·         Indo, devemos pregar (anunciar em voz alta) a todos (Mc 16.15; Lc 24.47);
·         Mulheres idosas deveriam ensinar as mais novas no cuidado familiar
(Tt 2.3-5);
·         Ensinar a permanecer naquilo que aprendeu (2 Tm 3.14,15);
·         Pregar é uma obrigação com recompensa (1 Co 9..16,17);

Fazendo tudo isto, temos a promessa da presença do Senhor e cooperação com os sinais e maravilhas (Mc 16.17,18 e 20). E meditar Jr 48.10; 1 Co 3.13-15; 12.28-30; Ec 9.10; 2 Tm 2.1,2 e Ed 7.10.

Contatos
Professor e Diác. Robson G. Santos
Contato: (27) 8856-3466 / 9824-7238