É BÍBLICO HONRAR, HOMENAGEAR, DAR “TROFÉUS”, DISCO DE OURO?

É bíblico elogiar, homenagear ou premiar pessoas na igreja (no culto) por algum trabalho realizado? Tipo destacando os feitos de uma pessoa, já que realizou mais que outras? É correto dar troféus a um crente? Receber disco de ouro e etc.?
Alguém me questionou se baseando nos textos: “dar honra quem tem honra”…”receberemos de acordo o trabalho realizado nos céus”, o que me diz?
Qual diferença no original das palavras “honra”, “reconhecimento”, “glorificar alguém” e “recompensa”?

REFLEXÃO
“Apesar da dignidade dos homens e do dever de honrar uns aos outros, devemos buscar a honra que vem só de Deus. Nossa recompensa vem dos céus. Tudo que fazemos deve ser para glória de Deus, pois não temos capacidade por nós mesmos, mas ela vem de Deus. Caso receba honras ou glórias transfira para Deus” (Mt 6.1-4; 1 Co 15.58; 2 Tm 4.7,8; 2 Co 3.5; Is 42.8; 1 Co 10.31)

Vale a pena refletir os textos abaixo, com muita atenção:

 “… porque aos que me honram honrarei, porém os que me desprezam serão desprezados.” (I Samuel 2.30)
·  A Definição de Honra
A palavra honra no dicionário comum tem o seguinte significado: avaliação, apreço, valorização, respeito e gloria. Quando “honramos” uma pessoa falamos que ela é extremamente valiosa aos nossos olhos. Dizemos que quem ela é e o que ela diz tem um peso grande.
A definição de honra biblicamente  No Velho Testamento, a palavra honra literalmente significava “pesado”. No Novo Testamento, honra significava “um apreço”. Ou seja, honra nada mais é que valor, significa o peso daquela pessoa!
Honra
O apóstolo Pedro disse que o sangue do Filho de Deus era pesado, extremamente precioso e muito mais valorizado do que “coisas corruptíveis, como prata ou ouro” (I Pe 1.18). Honrar a Deus é colocar um valor maior nele do que em qualquer coisa na Terra ou no céu. Da mesma forma, quando “honramos” uma pessoa falamos que ela é extremamente valiosa aos nossos olhos. Dizemos que quem ela é e o que ela diz tem um peso grande. O apóstolo Paulo disse aos Filipenses sobre Epafrodito, “Recebei-o, pois, no Senhor, com toda a alegria, e honrai sempre a homens como esse” (Fp 2.29).
1. Decidir honrar e valorizar mais à Deus e as outras pessoas. Enfatizo a palavra decidir  porque honra não é um sentimento, é uma decisão. Deus não ordena sentimentos, mas nos ordena a pensarmos e agirmos de certas formas. Em 1 Pedro 2:17, Deus disse, “tratai todos com honra”. Primeiro temos de decidir que as pessoas são valiosas e principalmente aquelas que Deus pôs sobre nossos cuidados.
2. Agir de acordo com nossa decisão. Enfatizo a palavra agir porque honra envolve fazer, mostrar e expressar.
A DUPLA HONRA PARA A SUA VIDA SE CUMPRIR ESSE PRINCIPIO
 “Em lugar da vossa vergonha tereis dupla honra; e em lugar da afronta exultareis na vossa parte; por isso na sua terra possuirão o dobro, e terão perpétua alegria.” (Is 61:7)

A definição de desonra  O oposto à honra. A palavra desonra nos dias de Jesus significava “neblina” ou “vapor” que sobe de uma panela de água fervente. Era a coisa mais insignificante para os gregos. Pelo o que falamos e a maneira que tratamos uma pessoa, acabamos demonstrando que ela é de pouco valor para nós; que as suas palavras e seus esforços têm “pouco peso” no nosso modo de pensar.

Desonra
Uma grande ilustração de desonra está em Mateus 27:9-10. (a palavra preço era a mesma palavra grega que honra.) Em outras palavras, eles colocaram o valor do precioso Filho de Deus em trinta moedas de prata. A desonra está na avaliação. Seu valor para Judas era apenas um pouco mais do que o vapor que sobe de uma panela de água. Ele não tinha valor para Judas. Decidir honrar ou valorizar as outras pessoas é crucial para o cristão, a palavra “decidir” porque honra não é um sentimento, é uma decisão. Deus não ordena sentimentos, mas nos ordena a pensarmos e agirmos de certa forma. Veja o que Deus disse sobre honrar: (I Pe 2.17; Rm 12.10; Fp 2.3; I Co 12.23). 

Alguém teve uma idéia brilhante. Decidiram chamar móveis velhos de “antigüidades”. Agora se compram esses móveis velhos por preços absurdos. Até pagam quantidades razoáveis para restaurá-los e parecerem novos. Por que se tornarem antiguidades? Seu valor aumentou. Por quê? Porque decidimos que eles são mais valiosos para nós do que antes. Se podemos fazer isso com móveis, podemos fazer com pessoas.

E SE AS PESSOAS NÃO MERECEM HONRA?
É verdade que algumas pessoas possam não merecer honra devido a sua conduta. Talvez um cônjuge agisse com ódio ou sem amor, ou um filho foi rebelde. Lembram-se do que Pedro disse: “tratai todos com honra” ele continuou a dar exemplos de quem devemos respeitar. Ele disse (I Pe 2.18-25; Rm 12.10). Parece que Pedro estava indicando que nossa obrigação a mostrar honra aos outros não depende da maneira que eles nos tratam. Paulo disse a Timóteo acerca dos idosos (I Tm 5.1) e acerca das autoridades não cristãs (I Tm 6.1). As pessoas talvez não mereçam honra, mas nossa preocupação com Deus e sua glória nos levará a tratar até as pessoas desonrosas com respeito (ver 1 Co 12.19-25; 2 Tm 2.14-21).

Vale a pena observar que o próprio Deus nos deu valor quando não merecíamos nada (Rm 5.8). Isso torna todos os homens iguais. Somos todos pecadores. Nenhum de nós merece honra pela virtude de obediência perfeita ao Senhor. O apóstolo João disse, (I Jo 4.10-11). Apenas quando nos vemos como receptores do favor não merecido de Deus podemos decidir a amar e honrar as pessoas da nossa família, mesmo que elas não “mereçam” nosso amor.

A QUEM DEVEMOS HONRAR?
 ·  Honrar a Deus
Não é necessário nem comentar que se devemos honrar os homens quanto mais a Deus! Mt 15.8; ISm 2.30; Ml 1:6;  Rm 13.7; Ap 5.13; Mt 15.8

Honrar a Deus através das Finanças
(Provérbios 3:9-10) – “Honra ao SENHOR com os teus bens, e com a primeira parte de todos os teus ganhos; E se encherão os teus celeiros, e transbordarão de vinho os teus lagares.”
Quando o homem honra a Deus com seus bens ele é abençoado. Em Malaquias 3:10 ; Deuteronômio 28:1-6
·  Honrar a Família
Quando uma família cresce e prospera não é por acaso. Da mesma forma quando famílias falham não é por acaso. Muitas vezes é porque algum princípio na palavra de Deus tem sido negligenciado. Um princípio freqüentemente negligenciado é o da honra. Veja o que diz a palavra sobre o marido honrar a mulher (IPe 3.7). Sobre a mulher honrar o marido (IPe 3.1). Sobre os filhos honrarem os pais (Ex 20.12; Ef 6.1-3). A nora para com a sogra (Rt 1.12-17), Aos mais velhos (Pv 16.31) Uns aos outros (Rm 12.10; I Samuel 2:29)
O apóstolo Paulo disse para os maridos ser o cabeça, amarem suas esposas, sacrificarem-se por elas, alimentarem e cuidarem delas. Às esposas foi dito para serem submissas, temerem e respeitarem seus maridos. É dito aos filhos que devem obedecer a seus pais. Há muitas outras coisas que podemos fazer para mostrar que valorizamos as pessoas da nossa família.
A atitude de honra e as ações que acompanham criarão um ambiente saudável e aconchegante onde a família possa crescer.
Mas precisamos tomar o cuidado para não deixar que a família tome o primeiro lugar em nossas vidas e honremos mais a ela do que a Deus.
·  Honrar as autoridades
No Antigo Testamento, a Bíblia nos mostra a honra e respeito pelos servos fiéis aos profetas e autoridades (ISm 9:5-8) …Eis que há nesta cidade um homem de Deus, e homem honrado é… Aos pastores (Hb 13:17) Mais o que mais acontece infelizmente é a desonra (Mc 6:4). Jesus sabe o que é a dor da rejeição. Lembrem-se de Mt 23:37, Jesus foi desprezado e rejeitado pelos homens – Ele sabe o que é isso. (Is 53:3; Mt 21:42; Rm 13:1)
·  Honrar uns aos outros – Independentes do mérito pessoal ou feitos. Honra uns aos é dever nosso, mas nossa recompensa vem de Deus, a obra que estamos fazendo é para Deus e através de Deus (ver 1 Co 12.19-25; 1 Pe 2.11-25; Rm 12.10).
Jo 5.44 – Como podeis vós crer, recebendo honra uns dos outros e não buscando a honra que vem só de Deus?
À Deus toda honra e toda a glória.
Honre e Serás Honrado em nome de Jesus!
Ainda bem que Deus não nos abandona (Sl 27.10).

Fonte:
Por SOJESUS, site alimento para célula.
Pr. Delson Campos no site Paz e Vida.
Estudo adaptado por Robson G. Santos, Cariacica (ES).

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Subsídios e Dinâmica: Lição 14: A Vida Plena nas Aflições

Façam uma retrospectiva das 13 lições anteriores. Para tanto, organizem a seguinte atividade:
Digitem as palavras e expressões abaixo relacionadas, que fazem alusão a cada tema estudado:
ENFERMIDADE(2)         MORTE(3)        VIOLÊNCIA SOCIAL(4)          VIUVEZ(5)
ESCASSEZ OU FALTA DE ALIMENTO(6)    CASAMENTO MISTO(7)     
FILHOS REBELDES(8)         DÍVIDAS(9)        PERDA DE BENS(10)        INVEJA(11)
ABANDONO(12)        COBIÇA PELA FAMA E PODER(13)

– Falem: Hoje estamos finalizando mais um estudo de um conjunto de lições. Vamos agora, fazer uma revisão dos temas abordados e depois trabalharemos a lição 14.

– Distribuam as palavras digitadas acima descritas e solicitem que os a procurem a verdade prática referente ao tema/lição que cada um recebeu.

– Solicitem que cada aluno leia o nome(o tema) que recebeu e depois leia a verdade prática contida na lição. À medida for lido, fixem no quadro ou cartolina os temas estudados.

– Em seguida, falem: Estes problemas aqui expostos fazem parte das aflições que podemos passar. Mas, podemos ter  uma vida plena, apesar das dificuldades.

– Agora, trabalhem o conteúdo da lição 14  de forma participativa, buscando o envolvimento do aluno com a aula, além de contextualizar o tema com o tipo de aluno que você tem. Dessa, forma aprendizagem será mais significativa.

– Depois, utilizem a dinâmica “Na Fornalha”.

– Caso vocês desejem utilizar textos de reflexão, faço a sugestão de alguns já postados neste blog: O Bordado, Nessecidades Absolutas ou Deus do Impossível, que proporcionarão a reflexão de que nas dificuldades não estamos sozinhos, Deus está conosco e que podemos ter vida plena. Procurem no marcador “Textos de Reflexão”.

Tenham uma excelente e produtiva aula!

Observação para Revista de Adolescente e Juvenis: Este trimestre há 14 domingos e em cada  revista temos apenas 13 lições. Há sugestão para a décima quarta aula, no blog Atitude de Aprendiz.

Pensem nisto!
Fujam de uma ministração de aula puramente mecênica. Ensinar não é uma ato solitário. Mesmo que vocês tenham se habituado a essa atitude, procurem mudar, mesmo devagar, mas mudem. Utilizem métodos e técnicas diferecidadas nas aulas!

“Mas sempre fizemos assim” pode ser o golpe fatal na criatividade. Para infundir empolgação em nosso ministério de ensino e talvez desenvolver nossa parte de imaginação, precisamos estar dispostos a olhar além do “sempre foi feito assim”. Podemos ficar tão acostumados ao modo como as coisas são feitas que nos recusamos a admitir a existência de caminhos mais eficientes. Também é mais fácil agarrar-se a antigos padrões e torná-los cada vez mais melhores do que tentar inovar”(Marlene D. LeFever).
Dinâmica: Na Fornalha

Objetivo: Refletir e reconhecer que nas dificuldades Jesus está conosco.

Material: 01 caixa de palitos de fósforos(tipo longo).

Procedimento:

– Leiam Daniel 3. 12, 15, 17, 19, 20, 21, 24, 25, 27.

– Solicitem que os alunos acompanhem  em suas Bíblias a leitura citada.


– Falem: Lemos o relato sobre 03 jovens judeus que foram jogados na fornalha, mas neste momento de extrema dificuldade  tiveram a companhia do 4º. Homem(Deus), que estava com eles, guardando-os na fornalha e não dafornalha.

Há momentos que também nos sentimos como se estivéssemos na fornalha, Jesus não nos prometeu ausência de problemas, mas que estaria conosco, conforme lemos em João 16.33 e Mateus 28.20b.

– Solicitem agora para que alguns alunos contem uma situação difícil, que eles sentiram como se estivessem na fornalha. Para tanto, peçam para que os alunos risquem o fósforo e, enquanto a chama estiver acesa, contem qual foi o problema e a solução e como se sentiu amparado por Jesus. Caso a chama se apague antes do aluno terminar o relato, deixe que ele conclua.

Dessa forma, isto é,com o fósforo aceso, o aluno deverá ter mais objetividade no relato e o fogo se apresenta como um símbolo de ter estado na fornalha da aflição.

– Ao término de cada relato, leiam Isaías 48.10b “…Provei-te na fornalha da aflição”.

– Para concluir, façam uma oração pelos alunos que estão passando por problemas, isto é , estão na fornalha da aflição.

Por Sulamita Macedo no blog Atitude de Aprendiz.

Currículo do Ano 3 – Adolescentes – Vivendo em Família 14ª. Aula: Sem Título

Falem: Vocês já sabem que nesta revista, não há uma lição para hoje. Mas, vamos trabalhar o tema do trimestre, fazendo duas atividades que proporcionarão o desfecho do que aprendemos nestas aulas.
Vocês podem realizar as duas dinâmicas ou somente uma. Vocês decidem!

– Para concluir a aula, se houver condições, ofereçam um lanche para os alunos.

Atividade 01: Dinâmica “Família, eis a Questão!”

Objetivos:
Analisar os elementos e valores importantes para que uma família seja bem sucedida.
Realizar revisão e conclusão do trimestre.

Material:
01 quadro ou 01 cartolina
¼ de folha de papel ofício para cada aluno
01 saco ou 01 caixa
01 folha de papel ofício
Lembrancinhas:a quantidade fica a seu critério e/ou condições financeiras, mas sugiro que não seja menos de 03)

Procedimento:

– Perguntem aos alunos quais os elementos, valores que não podem faltar numa família, para que os relacionamentos familiares possam ocorrer de forma agradável.

As respostas devem ser colocadas no quadro ou escritas numa cartolina.

Aqui estão relacionadas 16 palavras que vocês podem sugerir, caso os alunos tenham dificuldade para começar a responder ou se vocês quiserem complementar: COMUNHÃO, ALEGRIA, AMOR, LAZER, CONFIANÇA, COMPREENSÃO, DIÁLOGO, ADORAÇÃO, OBEDIÊNCIA, UNIÃO, RESPEITO, REGRAS, RESPONSABILIDADES, CONTROLE DE TEMPERAMENTOS, VALORES CRISTÃOS, ORAÇÃO.

Esta é uma forma de fazer os alunos se lembrarem do que estudaram.

– Em seguida, entreguem para cada aluno ¼ de uma folha de papel ofício.

– Falem: Estas palavras traduzem as várias coisas que devem acontecer entre os membros de uma família, aqui temos 16 palavras(aquelas que eu sugeri). Vocês vão escolher dentre estas, apens 05 palavras que vocês consideram importantes para que uma família possa ser bem sucedida. Escrevam as 05 palavras neste papel que vocês receberam.

– Enquanto os alunos escolhem, escrevam cada palavra num papel pequeno, dobrem cada um e coloquem dentro de um saco ou caixa.

– Agora,  forneçam as seguintes orientações: Serão retiradas algumas palavras do saco ou caixa. Ao ser lida cada palavra, observem as que vocês escolheram e vocês devem ticar com uma caneta se a palavra coincidir com uma das suas. Isto deve acontecer  até que alguém tenha todas as palavras ticadas, esta pessoa deverá receber uma lembrancinha.
 Vocês podem continuar com atividade até que as lembracinhas se acabem, se acontecer do número de ganhadores for maior do que o de lembrancinhas, não se preocupe, afirmem que vocês levarão  outras lembancinhas na próxima aula.

– Para concluir, peçam aos alunos que leiam as 05 palavras escolhidas por eles. Enfatizem o quanto é importante ter conhecimento sobre isto como também é sua prática e esforço de cada um para que a convivência famíliar seja bem sucedida.

Por Sulamita Macedo.


Atividade 02: Dinâmica “O Lápis, o Apontador e a Borracha”.

Objetivo: Refletir sobre as ações e relaciomentos familiares.

Material:
01 cópia do texto  “A História do Lápis” para cada aluno.
01 lapis grafite, 01 apontador e 01 borracha para cada aluno, ¼ de folha de papel ofício.

Procedimento:
– Distrubuam uma cópia do texto  “A História do Lápis” para cada aluno.
Texto de Reflexão:  “A História do Lápis
O menino olhava a avó escrevendo uma carta. A certa altura, perguntou:
– Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco? E por acaso, é uma história sobre mim?
A avó parou a carta, sorriu, e comentou com o neto:
– Estou escrevendo sobre você, é verdade. Entretanto, mais importante do que as palavras, é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse.
O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial.
– Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!
– Tudo depende do modo como você olha as coisas. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las, será sempre uma pessoa em paz com o mundo.
Primeira qualidade: você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia seus passos. Esta mão nós chamamos de Deus, e Ele deve sempre conduzi-lo em direção à Sua vontade.
Segunda qualidade: de vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas o farão ser uma pessoa melhor.
Terceira qualidade: o lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça.
Quarta qualidade: o que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você.
Finalmente, a quinta qualidade do lápis: ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida irá deixar traços, e procure ser consciente de cada ação.

Autor desconhecido.

– Façam a leitura do texto de forma dialogada, para isto escoham 03 pessoas para fazerem o papel da avó, do menino e um narrador.

– Reflitam com os alunos sobre 05 ensinamentos do texto, relacionando-os com o tema do trimestre.

– Depois, entreguem para cada aluno o  lápis, apontador,  borracha e ¼ de folha de papel ofício.

– Solicitem para que escrevam algo que estão realizando que não está sendo agradável para a família deles, em seguida, apaguem e escrevam o que pode ser modificado.

Tenham uma excelente e produtiva aula!

Lição 14: A VIDA PLENA NAS AFLIÇÕES

Texto Áureo: Fp. 4.12,13 – Leitura Bíblica: Fp. 4.10-13
Prof. José Roberto A. Barbosa
Twitter: @subsidioEBD
INTRODUÇÃO
Ninguém está livre de aflições, nem mesmo os cristãos, essa é uma verdade bíblica e experiencial (Jo. 16.33).

Estudaremos, na lição de hoje, a última do trimestre, que as aflições são reais. Inicialmente apresentaremos uma abordagem bíblica a respeito das aflições. Em seguida, trataremos sobre as aflições na vida do apóstolo Paulo, e ao final, mostraremos encaminhamentos escriturísticos para uma vida plena, apesar das aflições.

1. AS AFLIÇÕES DA VIDA
Conforme estudamos ao longo deste trimestre, muitas são aflições do justo (Sl. 34.19). As pessoas podem perder o que têm, tal como aconteceu com Jó (Jó. 1.11-19), os próprios entes queridos (I Sm. 18.14), e a honra (Jó. 15.35). A doença é considerada uma das principais aflições na vida do crente (Pv. 18.14). A violência, desde a antiguidade, perturba o ser humano (Sl. 94.3-7; Is. 1.15-17). Atrelada a essa está a cultura do medo, que provoca pavor e pânico nas pessoas  (Jó. 4.13,14). Em uma sociedade que privilegia o sucesso, as pessoas também têm medo do fracasso (Sl. 31.17; Is. 37.27). Diante das aflições o crente reage de formas diversas, alguns deles tentam fugir (I Rs. 19.3), gemem e choram (Sl. 79.11; Ez. 21.11). Mas como cristão, temos Cristo o maior exemplo diante dos sofrimentos (Is. 53). Ao invés da angústia, podemos ir adiante, inspirado na fé dos antigos (Mt. 5.12; At. 7.53; Hb. 11.35-38; Tg. 5.10). Isso mostra que não estamos sozinhos, nos identificamos tanto com aqueles que sofreram antes de nós quanto com aqueles que sofrem no momento presente, na comunidade da fé (I Co. 12.26). A cada dia passamos por aflições diversas, algumas de ordem política, outras social e econômica (Lc. 16.19; At. 12.1; Hb. 10.34; Tg. 2.6). Mas como Cristo temos consciência da nossa missão na terra, que é servir, e não ser servido (Mc. 10.33), em obediência até a morte (Fp. 2.8). Muitas igrejas atuais fogem da mensagem da cruz, isso porque ela continua sendo escândalo e vergonha (I Co. 1.8), ninguém quer ser fraco ou perdedor (Mc. 8.32,33). O caminho de Jesus é diferente, pois Ele sabe o que é padecer, na cruz passou pela dor do abandono (Mc. 15.34; I Co. 1.23; 2.2). Sua morte teve um caráter sacrificial, através dela Ele retirou os pecados daqueles que  creem (Hb. 2.14,18; 4.15; Jo. 12.24; 13.1; 15.12). A salvação é garantida aqueles que creem, não precisamos mais sofrer para sermos salvos, mas para nos identificarmos com a condição cristã (Jo. 15.20; II Co. 4.8; Fp. 3.10).
2. AS AFLIÇÕES NA VIDA DE PAULO
Paulo tinha consciência da sua identificação com as aflições de Cristo (II Co. 6.8-10). Por isso, apesar de tudo, e contra todos, nos ensina a não nos desesperarmos, nem pensar que estamos desamparados (II Co. 4.10), pois a vida nos aguarda, mesmo diante da morte (II Co. 6.9).  Nem mesmo a fraqueza deve ser motivo de desequilíbrio, pois quando pensamos que estamos fracos, na doença e na perseguição, somos fortalecidos pela graça do Senhor (II Co. 12.9). Na medida em que tomamos parte nos sofrimentos de Cristo, também nos alegramos na bendita esperança da glória (I Pe. 4.13). Enquanto caminhamos, nos voltamos para os fracos e necessitados deste mundo, tal como fez o Senhor Jesus Cristo (I Ts. 1.6). Ao invés da fama terra, a motivação do crente para estar na igreja, e ser igreja, é servir, seguindo o exemplo de Cristo (Mc. 10.45). O mundo é contra Deus, ele perseguiu a Cristo, por essa razão os crentes estão no mundo, como ovelhas no meio de lobos (Mt. 10.16). Paulo estava ciente dessa verdade, quando Jesus o chamou não lhe prometeu glória, honra e riqueza, mas sofrimento por amor a Ele (At. 9.15). Seguir, para o Apóstolo, significava completar o ministério de Jesus (At. 20.24), como diáconos de Deus (II Co. 6.4). Muitos foram os seus sofrimentos de Paulo (II Co. 11.23), e como ele, devemos suportar tal condição (II Co. 1.6; Fp. 1.29) e  enfrentar as adversidades (II Tm. 1.8,12; 4.5). Paulo foi levado à presença de governadores e reis por causa de Cristo (Mc. 13:9; Mt. 10.17; Fm. 1.13), sendo acoitado com varas pelos romanos (II Co. 11.32). O mundo segue esses mesmos padrões e deseja que todos se dobrem diante do seu governo. Mas os verdadeiros cristãos, por optarem pelo senhorio de Cristo, e serem diferentes, acabam passando por aflições (Jo. 15.18-20; II Tm. 3.12).
3. ESPERANÇA, APESAR DAS AFLIÇÕES
As aflições somente são compreendidas a partir da cruz de Cristo, pois a sabedoria de Deus se revela no Crucificado (I Co. 1.18). É através dessa loucura que somos chamados por Deus (I Co. 1.25), agraciados (Fp. 1.29), bem-aventurados (Mt. 5.33) e cheios do Espírito (I Pe. 4.14). Por isso, apesar das aflições, nos regozijamos no Senhor (I Pe. 4.12), ate mesmo nas fraquezas (II Co. 12.5,9). É nesse contexto que mesmo atribulados jamais perdemos a esperança (II Co. 6.4; Rm. 8.35), perplexos, às vezes, mas nunca desanimados (II Co. 1.8), pois Deus nos consola nas aflições (II Co. 1.4). É maravilhoso saber que as aflições do tempo presente apontam para a dimensão escatológica, para o peso de glória que está reservada aos que creem (Rm. 8.18). Para os adeptos do triunfalismo de Corinto (I Co. 4.8), que se aplica aos destes dias, Paulo destacou que Deus colocou os apóstolos como condenados à morte (I Co. 4.11,12). Muitos querem fama, glória e riqueza agora, mas somente na dimensão escatológica seremos glorificados (Rm. 8.22), na expectação pelos tabernáculos eternos (II Co. 5.4). Naquele dia finalmente Deus enxugará dos olhos toda lágrima, já não haverá mais morte, nem sofrimento, nem pranto nem dor (Ap. 21.4). Enquanto estivermos neste corpo, não podemos desfrutar plenamente das glórias futuras, pois a morte, a última inimiga a ser vencida (I Co. 15.26), ainda não foi totalmente derrotada (II Co. 12.7), trazendo sofrimentos às pessoas (Ap. 2.10). Apesar das aflições, o crente não se entristece, pois o Espírito Santo produz nele a alegria (I Ts. 1.6; 5.16; Gl. 5.22). Essa alegria nos conduz à paciência e firmeza no Deus (Rm. 15.5) que fortalece para toda paciência e persistência (Rm. 12.12; Cl. 1.11; I Pe. 5.1).
CONCLUSÃO
Os que passam por aflições, no tempo presente, partilham com Cristo das Suas tribulações (II Co. 1.5; I Pe. 4.13). Por isso, apesar de tudo, e esperando contra toda esperança (Rm. 5.2; 8.24). Essa convicção dá ânimo para seguir adiante, confiante que que nada nos separará do amor de Deus em Cristo Jesus (Rm. 8.35). Não podemos desanimar pois as aflições apenas mostram nossa solidariedade com as aflições de Cristo e dos irmãos (Rm. 12.4, 15; I Co. 12.12,26). Ao invés de julgarmos, devemos antes carregar  os fardos uns dos outros (Gl. 6.2,10; I Tm. 5.3), suprindo suas necessidades (Tg. 2.15; 5.14). E na fartura ou necessidade, não perdemos a esperança, pois tudo podemos nAquele que nos fortalece (Fp. 4.12)
BIBLIOGRAFIA
GERSTENBERGER, E. S. SCHRAGE, W. Por que sofrer?. São Leopoldo: Sinodal, 2007
TADA, J. E. Deus: seu maior aliado nos momentos de dor. São Paulo: Thomas Nelson, 2011.

10 maiores igrejas / templos do mundo

Warren Bird, um missiólogo norte-americano da “Leadership Network” divulgou recentemente um estudo que revela as 10  maiores igrejas do mundo. Ele utiliza dados de frequência média dos fiéis, e não a capacidade, que torna o top 10 muito mais relevante. Vale lembrar que são somente templos evangélicos fundados até o ano de 2011. estiver procurando as maiores igrejas evangélicas (denominações) do Brasil, clique aqui. 
10°

Catedral Evangélica de Chile – 45 mil por culto.

Catedral Evangélica de Santiago top 10 maiores igreja do mundo
A igreja anteriormente, bem como a congregação, era chamada de Catedral Evangélica de Santiago, mas com a expansão e crescimento, se tornou Catedral Evangélica do Chile. Foi fundada em 1964, e hoje tem como presidente o bispo Eduardo Durán Castro, mantendo a doutrina metodista pentecostal. As reuniões dominicais tem média de 45 mil pessoas por culto.

Nambu Full Gospel – 50 mil por culto.

Essa igreja fica em Anyang, Coréia do Sul. É uma igreja muito reservada, não foi revelado o nome do atual líder e eu não foi encontrado informações e nem fotos na internet a respeito desse templo. Mas segundo a pesquisa, ela é 9° das maiores igrejas do mundo.

New Life – 50 mil por culto.

New life top 10 maiores igrejas do mundo
Essa igreja fica em Mumbai, na Índia (não encontrei foto melhor). Seu fundador foi o Rev. Dr. S. Joseph em 1975. Levando consigo uma doutrina evangélica neocarismatica e com a visão de igreja em celulas, Joseph anseia alcançar até 2020, 1 milhão e meio de adeptos em 15 mil grupos de células, e colher 1.500 igrejas.

Yeshu Darbar – 50 mil por culto.

yeshu darbar top 10maiores igreja do mundo 2012
Yeshu Darbar (“Tribunal de Jesus”) é a maior congregação cristã da Índia. Uma das poucas a resistir as perseguições hinduístas. É reunido todos os domingos cerca de 50 mil membros nesse local aberto que é semelhante a um galpão. Seu fundador é o Rev. Dr. Rajendra B. Lal (foto) que ao longo dos anos e apoderado do Espirito Santo realizou muitas libertações, curas e milagres á frente dessa igreja. Hoje, a igreja é proprietária de uma universidade agrícola com ensinos evangélicos.

Living Faith – 50 mil por culto.

Faith Tabernacle top 10 maiores igrejas do mundo
Também conhecido como Tabernáculo da Fé, tem capacidade para 50 mil pessoas dentro, e 250 mil fora (É possível ver o culto de fora, é aberto, e são poucas colunas). Segundo o estudo, ele é apenas a sexta maiores igrejas do mundo em termos de frequência de fiéis mas foi reconhecido pelo Guinness Book como a maior igreja de auditório do mundo. Foi fundado em 1998 por David Olaniyi Oyedepo, um admirado e influente pregador da Nigéria. No ano de 2011 foi apontado pela revista Forbes como o pastor mais rico do mundo, com uma fortuna estimada em US $150 milhões.

Pyungkang cheil – 60 mil por culto.

5° Pyungkang Cheil Presbyterian Church top 10 maiores igrejas do brasil mundo
O quinto lugar das maiores igrejas do mundo é Pyungkang Cheil, uma igreja presbiteriana em Seul, Coréia do Sul, foi fundado por seu pastor Rev. Abraham Park Yoon-Sik. Além desse templo, Abraham mantém um museu próximo a igreja, com mais de 2 mil artefatos históricos do Egito e Oriente médio.

Mision Carismática Internacional -60 mil por culto.

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Essa igreja se iniciou em 1983, em célula com 8 pessoas, entre elas o fundadores César e Claudia Castellanos em Bogotá, na Colômbia. Hoje a igreja tem representações em mais de 40 países e mais de 200.000 membros. Conseguem unir uma média de 60 mil fiéis por culto.

Faith Cruch – 60 mil por culto.

Faith Church top 10 maiores igrejas do mundo 2012
A “Faith Church” (Igreja Fé) é o maior templo da Hungria, em Budapeste. É presidida pelo pastor Sandor Németh desde 1979. É uma das maiores congregações da Europa com média de 60.000 pessoas por culto, alem das transmissões dominicais do culto na TV. O templo chama a atenção por parecer um palco de auditório mas tem agrado o publico, pois é a 4° igreja mais apoiada do pais.

Deeper Christian Life Ministry – 75 mil por culto.

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Essa igreja pentecostal fica em Lagos (Nigéria), e é presidida pelo seu fundador Willian Kumuiy desde 1973. Hoje a igreja possui cerca de 150 mil membros, mas em toda a Nigéria, eles plantaram mais de 5.000 templos, oque totaliza mais de 800.000 membros.

Yoido Full Gospel – média de 230 mil por culto.

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A maior igreja do mundo fica na Coréia do Sul e foi fundada em 1958 por David Yonggi Cho, que a dirige até os dias atuais. Acredita-se que a igreja tem 1 milhão de membros, assim divido em vários cultos tem-se uma frequência média de 230 mil pessoas. Foi comprovado que é a maior congregação pentecostal do mundo. Sua denominação é a Assembléia de Deus.

AULA 13 – A VERDADEIRA MOTIVAÇÃO DO CRENTE

Texto Básico: Mc 1:35-45


 “Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai, que vê o que está oculto; e teu Pai, que vê o que está oculto, te recompensará publicamente” (Mt 6:6).

INTRODUÇÃO

A palavra “motivação” pode ser definida como o “motivo para a ação”; é o ímpeto que leva o ser humano ao movimento; é aquela força interna que o dinamiza a realizar o seu intento; é uma mescla entre razão e emoção que se concentram para alcançar algo. A experiência nos ensina que podemos ir muito mais longe se nossa motivação for correta, ao passo que desmotivados teremos pouca chance de triunfo. O cristão motivado é aquele que embora passe por lutas está sempre confiando e sempre aguardando as promessas de Deus para a sua vida (Hb 6:15). A motivação tem uma relação estreita com a fé, pois pela fé somos motivados a crer no impossível (Hb 11:1). Também relaciona-se com a perseverança – a motivação nos encoraja a perseverar na fé (Rm 12:12;Mt 24:13). Também a motivação se relaciona com a alegria, que faz parte do fruto do Espírito Santo (Gl 5:22) – apesar das circunstâncias o cristão não tem razões para andar triste, cabisbaixo ou carrancudo (1Ts 5:16; 2Co 6:10; 5:6-7).
Cada cristão deve sempre ter uma motivação em sua vida, ou seja, a motivação é um meio importante para nunca desistirmos daquilo que almejamos alcançar. Mas, pode um crente ser tentado com motivação errada? Sim, e o risco disse é ser conduzido por caminhos errados, a fim de receber recompensas erradas. Quando nosso objetivo é a auto-glorificação, deixamos de fazer o que Deus nos chamou a fazer e passamos a administrar nossa própria vida, centrados em nós mesmos.
Nesta Aula, iremos entender qual deve ser a verdadeira motivação do crente, iremos nos conscientizar de que não fomos chamados para a fama e saberemos que o anonimato não é sinônimo de derrota.

I. A VERDADEIRA MOTIVAÇÃO DO CRENTE

1.  A verdadeira motivação do crente: Jesus Cristo. Cristo é a fonte de motivação que nos capacita a viver acima de todas as circunstancias e de nossos próprios sentimentos. Era Cristo que enchia continuamente o coração dos apóstolos. O apóstolo Paulo chegou a exclamar com total propriedade: “Porque para mim o viver é Cristo” (Fp 1:21). Ainda que Paulo tivesse de morrer, ele se alegraria. Ele sempre tinha Cristo em mente, e isso lhe dava novas forças todos os dias para vencer as adversidades. Esse é o lema de todos os cristãos que conhecem, amam e buscam servir ao Senhor com fidelidade.
2. A verdadeira motivação do crente: o amor de Cristo – “ Porque o amor de Cristo nos constrange, julgando nós assim: que, se um morreu por todos, logo, todos morreram”(5:14). O que levava o apóstolo Paulo a servir de forma tão incansável e abnegada na pregação do Evangelho? Neste versículo, uma das mais importantes da carta de 2Corintios, Paulo revela sua motivação: o amor de Cristo. O amor de Cristo nos constrange, nos impele, como uma pessoa é impelida em uma multidão. Ao contemplar o amor extraordinário que Cristo havia demonstrado por ele, Paulo não podia deixar de ser impelido a servir a esse Senhor maravilhoso.
Por causa do sacrifício vicário de Jesus Cristo somos agora nova criatura(2Co 5:17), ou seja, temos uma nova posição em relação a Deus e ao mundo. Temos agora uma nova forma de viver, na qual desaparece a vida pregressa e os velhos costumes. Por ocasião da conversão, não apenas viramos uma página de nossa vida velha, começamos um novo estilo de vida sob o controle do Espírito Santo. Esse novo estilo de vida é consequência lógica da conversão, pois o amor de Deus pela humanidade (João 3:16) constrange-nos a viver integralmente para Ele.
3. A verdadeira motivação do crente: servir a Jesus. Servir a Jesus significa ter a mesma motivação que Ele teve. Tal pessoa é honrada pelo Pai na mesma medida que o próprio Senhor Jesus foi honrado. Isso Ele nos prometeu: “E, se alguém me servir, o Pai o honrará”.
4. A verdadeira motivação do crente: a Santificação -“Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor”(Hb 12:14). Qual a motivação se sermos santos? Vermos a face do Senhor. A santificação deve ocorrer em ‘todo o vosso espírito, e alma, e corpo’, conforme lemos em 1Tessalonicenses 5:23. Isso significa que devemos ser santos em nosso viver, e em nossa conduta — isto é, em nosso caráter, inteiramente —, e em nosso proceder, externamente. Mantenhamo-nos, pois, separados do mundo pecaminoso.
5. A verdadeira motivação do crente: Céu e Eternidade. No cristianismo, alguns afirmam que todos receberão salvação. Mas essa posição de inclusivismo não está baseada na Bíblia e não foi a posição histórica da ortodoxia cristã. Passagens como Mateus 25:46, João 3:36, 2Tessalonicenses 1:8-9 e várias outras ensinam claramente que nem todos serão salvos. Ser salvo ou não ser salvo deve ser um fator de motivação para todo  crente compartilhar sua fé, porque está em jogo a eternidade.
Enquanto vemos Deus preparando o cenário para o drama dos eventos do fim dos tempos, devemos estar motivados a servi-lo ainda mais até que Jesus venha. Que o nosso coração se ocupe com Suas palavras: “E eis que venho sem demora, e comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras. Eu sou o Alfa e o Ômega, o Primeiro e o Último, o Princípio e o Fim. Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras [no sangue do Cordeiro], para que lhes assista o direito à árvore da vida, e entrem na cidade pelas portas” (Ap 22:12-14).

II. NÃO FOMOS CHAMADOS PARA A FAMA

Fama é a “opinião geral sobre a excelência de alguém”; “é a qualidade daquilo que é notório; reputação”. As Escrituras sagradas relatam que a Fama de Jesus era notória em todas as cidades de Israel(cf Mt 4:24;Mt 9:31;Mc 1:28; Lc 4:14, 37; 5:15). Não dava para escapar, as características especiais de Jesus o fazia famoso, mesmo contra a sua vontade. Certa vez Jesus estava em uma cidade e de repente um homem cheio de lepra vendo a Jesus se prostrou e afirmou com muita intensidade: “Mestre! se você quiser, agora mesmo eu posso ser limpo”, e Jesus cheio de compaixão reafirmou dizendo que queria. Nesse exato momento a lepra desapareceu! Mas fez uma exigência para aquele rapaz, que não dissesse nada a ninguém, apenas que se apresentasse ao sacerdote e oferecesse o sacrifício estipulado pela lei de Moisés. No verso seguinte a Bíblia fala que a Fama de Jesus se propagava como o fogo e que muitas pessoas juntavam-se para ouvir as suas palavras e por Ele serem curadas das suas enfermidades(cf Lc 5:12-16). O mais interessante de toda essa história é que em vez de Jesus se inflamar com toda essa repercussão de seu ministério, Ele se retira para o deserto, um lugar solitário para orar. O que chama à atenção aqui é o fato de que a Fama e Jesus não era algo buscado por Ele; pelo contrário, Ele se afastava para estar sozinho. Jesus não veio para exibir fama, não! Ele “veio buscar e salvar o que se havia perdido”(Lc 19:10). Hoje muitos exercem seu ministério para serem famosos e reconhecidos pelas pessoas e não para Deus; fazem de tudo para estarem em evidência. Mas, assim como Jesus, o crente salvo não foi chamado para Fama.
Paulo escrevendo aos crentes de Colossos admoesta-os que, se efetivamente ressuscitaram com Cristo, devem buscar “as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra” (Cl 3:1b,2). O autêntico cristão está procurando o Céu e pensando no Céu. Seus pés estão na Terra, mas a cabeça está no Céu. Vive como cidadão do Céu enquanto ainda está na Terra.
Paulo, ao escrever aos seus maiores colaboradores, os crentes de Filipos, disse que “…uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Fp 3:13b,14); “(…) a nossa cidade está nos céus, donde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo” (Fp.3:20). A autoridade espiritual que Paulo possuía, a sua posição privilegiada na igreja do Senhor não o fazia almejar a glória e a fama nesta Terra, mas seu fim, seu objetivo era morar no Céu, eram as coisas de cima, as bênçãos espirituais.
Lamentavelmente, muitos crentes, nos nossos dias, estão caminhando no mesmo erro dos gnósticos daquele tempo. Buscam não as coisas que são de cima, mas as coisas da Terra. Estão atrás do evangelho e de Jesus para enriquecerem nesta vida, para terem prosperidade material, para terem saúde física, para terem “unção”, ou seja, “poder espiritual” apenas para angariarem reconhecimento dos semelhantes, a fim de serem servidos pelos outros, tendo após si uma série de discípulos e de admiradores. É uma característica dos falsos mestres quererem se cercar de seguidores e discípulos, aparecendo em lugar de Cristo, crescendo em orgulho e soberba, quando, na verdade, os verdadeiros servos do Senhor são humildes e preferem desaparecer em favor de Cristo, assim como procedeu João Batista (João 3:30) que, não por outro motivo, foi apontado por Jesus como o maior dos homens que já existiu (Mt 11:11).
Muitos são os que não temem mentir para alcançar projeção, fama e reconhecimento no meio dos crentes. Quantas “visões”, “revelações”, “profecias” não são simplesmente mentiras? Entretanto, a Bíblia, que é a Palavra de Deus e permanece para sempre (1Pe 1:25a), continua a dizer que os mentirosos não têm parte alguma com Deus e que todos aqueles que amam e cometem mentira ficarão fora da Pátria celestial (Ap 21:8; 22:15). Tomemos muito cuidado, vigiemos e não pratiquemos, de forma alguma, a mentira, nem dela tiremos proveito, amando-a. A pessoa realmente liberta do jugo do pecado, a pessoa realmente liberta por Jesus, não mente (João 8:36).
Devemos parar um pouco e refletir: por que somos crentes? para que somos crentes? o que temos feito tem correspondido ao porquê e ao objetivo de sermos crentes? Por que e para que temos ido para a igreja? Por que e para que temos exercido esta ou aquela função na igreja? Por que e para que temos vivido quando estamos fora do templo, no nosso dia-a-dia? A resposta a estas questões é fundamental para sabermos se estamos buscando ou pensando nas coisas que são de cima ou se estamos voltados para as coisas que são da Terra.

III.  O ANONIMATO  NÃO É SINÔNIMO DE DERROTA

Há um clichê em moda hoje, balbuciado por muitos animadores de auditório: “você vai sair do anonimato!”. Através desse chavão, vemos um exército de novos pregadores, desestabilizados espiritualmente, com o objetivo de chegar ao topo da fama. Ser famoso é o alvo pretendido; é a busca incessante. A mídia é o meio mais pretendido por esses ufanistas para se lançar à fama. Eles gostam de usar o exemplo de Davi, que Deus o tirou de trás da malhada das ovelhas e o tornou rei de Israel. Proliferam esse modismo como se o anonimato fosse sinônimo de derrota.
A verdadeira motivação que existia há um tempo era: tornar-me um pregador ou um cantor para a edificação da igreja e alcançar os perdidos para Deus. Hoje, as reais motivações estão ligadas aos interesses pessoais, como pregar para um grande público, ter o nome conhecido, sair do anonimato. Será que se esqueceram do grande pregador do deserto, João Batista, que pregava até para reis, mas sua motivação era: “que Ele (Jesus) cresça e eu diminua” (João 3:30)?
O apóstolo Paulo tinha poucos amigos que cooperavam incansavelmente no seu ministério, dentre eles estava “Jesus, chamado Justo”(Cl 4:11); não se tem nenhuma informação a seu respeito, é o tipo do crente cooperador, cujo serviço, que é eficaz, só Deus ver.
O próprio Senhor Jesus não buscou fama ou reconhecimento popular, pois pedia que não anunciassem o que Ele estava fazendo(cf Lc 5:13,14).
O caminho da humildade, do anonimato (“Teu Pai que vê em secreto te recompensará” -Mt 6:6), da cruz, está sendo esquecido, e agora está sendo criado um caminho egoísta, diabólico e cheio de orgulho humano.
Gostaria que o Evangelho da cruz, do arrependimento e da renúncia saísse do anonimato e nós permanecêssemos escondidos debaixo das asas do Todo Poderoso! É oportuno observar que o anonimato entre os homens na obra de Deus nada significa diante do Senhor, e querer “aparecer”, “fazer aparecer o nome” pode não ser uma boa conduta entre os servos do Senhor, os quais devem se alegrar “… antes por estarem os seus nomes escritos nos céus”(Lc 10:20).
1. A verdadeira sabedoria. A sabedoria deste mundo é meramente efêmera, e suas qualidades não condizem com o caráter de um povo separado do pecado. É uma sabedoria que exclui Deus, que glorifica a auto-suficiência humana, que faz do homem a autoridade suprema e que se recusa a reconhecer a revelação de Deus em Jesus Cristo. A sabedoria deste mundo direciona as pessoas para a inveja, espírito faccioso, perturbação e toda obra perversa. Por isso Tiago diz que a sabedoria deste mundo é “terrena, animal e diabólica”(Tg 3:15,16). Ela determina o modo ímpio de viver do povo deste mundo.
A verdadeira sabedoria é mais que conhecimento, o qual é simples acumulo de fatos; é mais que percepção humana: é discernimento celestial. Ela envolve o conhecimento de Deus e dos labirintos do coração humano. É mais que simples conhecimento é aplicação correta do conhecimento em assuntos morais, espirituais ao enfrentar situações confusas; na complexidade das relações humanas. O conhecimento é obtido pelo estudo, mas quando o Espírito Santo enche um homem, Ele concede sabedoria para usar e aplicar esse conhecimento de maneira correta.
A verdadeira sabedoria nem sempre é estimada. Para ilustrar essa verdade, Salomão comenta o caso de uma “pequena cidade” habitada por poucas pessoas e, portanto, indefesa. Certo dia, um rei poderoso a sitiou com artilharias com o fito de conquistá-la. A situação parecia perdida quando um “homem pobre, porem sábio”, propôs um plano para salvar a cidade. Naquele momento, o sujeito se tornou um herói, mas pouco tempo depois caiu no esquecimento. Tão logo a cidade se viu livre do perigo, o conselho daquele homem pobre passou a ser desprezado, e ninguém se interessou por ele (cf Ec 9:13-16).
Apesar da ingratidão e da indiferença do ser humano, as palavras dos sábios, ouvidas em silêncio, valem mais que os gritos de um tirano que governa entre tolos( Ec 9:17). O povo logo esqueceu o pobre sábio, mas ele não deu importância alguma para isso, pois o que mais queria era livrar, de uma vez por toda, a sua querida cidade das mãos do tirano. Da mesma forma, o que importa, no final, não é o reconhecimento e a gratidão que recebemos pela obra que realizamos, mas as almas das pessoas em quem semeamos sementes de justiça.
É melhor ser um sábio calado e honesto que, apesar de esquecido, deixa um rastro de muitos benefícios, do que um tolo arrogante e vociferante que embora aplaudido por muitos “destrói muitas bens” (Ec 9:18).
“O temor do Senhor é o princípio da sabedoria” (Sl  111:10; Pv 9:10).
2. A simplicidade. A simplicidade não tem nada a ver com pobreza. Ao contrário, a riqueza está na simplicidade. Simplicidade é a ausência de artifícios, é o caminho para se chegar a humildade, ser servil, ser menos “eu” para ser mais “o outro” combatendo atos e sentimentos que insistem em nos afastar do centro da vontade de Deus. Jesus foi o maior exemplo de simplicidade que conhecemos, no falar, no agir, no ensinar. Ele que é o Filho de Deus, não ousou ser como Deus. Ele que possui tudo que há na Terra(cf Sl 24:1), nunca a percorreu com soberba e altivez. Jesus ensinava seus discípulos, concedendo-lhes sabedoria, para que pudessem ser enviados para pregar o evangelho com simplicidade no viver e no ensinar, fazendo-se exemplo, como ele, Jesus, foi exemplo, para que soubessem ser prudentes e cheios de amor.
Quando o crente perde a simplicidade cristã torna-se orgulhoso e insuportável, inclusive para o próprio Deus(ler 1Pe 5:5).  “Deus vela pelos simples”(Sl 116:6).
3. O equilíbrio. Vivemos num mundo sob pressão, um mundo competitivo que exige que as pessoas seja sempre melhores para que possam suplantar os obstáculos e atinjam os objetivos determinados. A busca convulsa pelas coisas deste mundo tem tornado as pessoas  estressadas, ansiosas e egoístas. Isso não ocorre somente no mundo ímpio, não! Infelizmente, o fardo da competitividade tem se alastrado no meio da irmandade cristã, contrapondo, assim, os princípios norteadores da Palavra de Deus, os quais delineiam o viver do genuíno cristão.
Não estamos aqui para adquirir fama ou sucesso, estamos aqui para triunfo(2Co 2:14). E o verdadeiro triunfo, o verdadeiro êxito, é o de obter a salvação na pessoa bendita de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Somente neste fim, diz o profeta Malaquias, veremos a diferença entre o justo e o ímpio (Ml 3:18), entenderemos quem, na verdade, é o exitoso, o triunfante, pois de que adianta ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? (Mc 8:36). Portanto, você não precisa mostrar nada a ninguém. Não se transforme num ser que você não é só para ganhar fama. Nunca foi a vontade de Jesus que seus filhos se curvassem à fama, ao sucesso, à riqueza ou ao poder.
Devemos estar cônscios de que estamos no mundo mas não somos daqui, o nosso alvo é o Céu, é viver com Cristo eternamente. Se você é talentoso, se Deus te deu capacidade especial de sobressair em determinados aspectos da vida, quer secular, quer espiritual, não deixe que isso lhe ufane e desperte em seu coração o orgulho. Seja equilibrado, moderado, tenha autocontrole. A glória deve ser dada sempre a Deus, o dono de tudo.

CONCLUSÃO

Esta é a motivação do cristão: a fé na Palavra de Deus. Uma fé inabalável onde não podemos ter medo de enfrentar problemas e dificuldades. Devemos sim nos esforçar para dar o melhor de nós. É certo que, em certas alturas da nossa vida, acabamos por falhar. Mas não é por isso que devemos parar de tentar, ficar desmotivados. Todos os dias devemos lutar, esforçar-nos para vencer as barreiras. O medo não é compatível com os vencedores. É preciso substituí-lo com a coragem. Na Bíblia, Deus pronunciou 366 vezes a frase “Não temas!”. Todos os dias Deus diz para mim, para você: “Não temas!”. Cabe a nós procurar a nossa força interior para superar o nosso medo e vencer.


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Elaboração: Luciano de Paula Lourenço – Prof. EBD – Assembléia de Deus – Ministério Bela Vista. Disponível no Blog: http://luloure.blogspot.com


Referências Bibliográficas:


William Macdonald – Comentário Bíblico popular (Antigo Testamento).
Bíblia de Estudo Pentecostal.
Bíblia de estudo – Aplicação Pessoal.
O Novo Dicionário da Bíblia – J.D.DOUGLAS.
Comentário Bíblico NVI – EDITORA VIDA.
Revista Ensinador Cristão – nº 51 – CPAD.
Buscando as coisas que são de cima – Rev.Hernandes Dias Lopes.

Currículo do Ano 3 – Adolescentes – Vivendo em Família Lição 13: Deus não tem netos. Decida-se!

Professoras e professores, para esta lição, apresento as seguintes sugestões:

– Iniciem a aula, cumprimentando os alunos, perguntem como passaram a semana. Escutem atentamente as falas dos alunos e observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração. Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email.
Compreendem a importância desse ato?
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.

– Falem do tema da aula: Deus não tem netos. Decida-se!

– Depois, falem: Neste título da lição, temos uma afirmativa de que Deus não tem netos. Por quê?
Aguardem as respostas. Depois enfatizem que mesmo que eles(os alunos) sejam filhos de crentes, eles não são netos de Deus-Pai. Cada pessoa precisa fazer sua decisão por Cristo, isto é, aceitá-LO como salvador, ingressando no Reino de Deus.

– Ainda afirmem que o ditado popular “Filho de gato, gatinho é!”, não serve para dizer “Filho de crente, crentinho é”, pois filho de crente precisa se tornar filho de Deus.

– Depois, utilizem a dinâmica“Passaporte”.

– Em seguida, leiam Joãom 1.13.

– Perguntem se eles já fizeram esta decisão por Cristo como Salvador. Caso negativo, incentivem para que aproveitem este momento e façam uma oração pelos alunos.
-Trabalhem o conteúdo proposto na lição de forma participativa, buscando o envolvimento do aluno com a aula, além de contextualizar o tema com o tipo de aluno que você tem. Dessa, forma aprendizagem será mais significativa.

Dinâmica: Passaporte

Objetivo: Oportunizar estudo sobre a mensagem do Reino de Deus, a  forma de ingresso e permanência nele.

Material: Bíblia Sagrada.

Procedimento:
– Perguntem: Qual a forma de ingresso para o Reino de Deus?
– Aguardem as respostas.
– Resuma as respostas com a leitura de Jo 3. 3: “Jesus respondeu e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o Reino de Deus”.  Então, digam este é o passaporte para a entrada no Reino de Deus.
– Acrescentem que a mensagem do reino proclama o arrependimento (Mc 1.15)” … O tempo está cumprido e o Reino de Deus está próximo. Arrependei-vos e crede no evangelho”.
– Falem que o visto de permanência no Reino de Deus ocorre com a observância dos princípios deste reino. Leiam  com os alunos as bem-aventuranças (Mt 5.3 a 11) de forma compartilhada, para dinamizar a leitura.
– Leiam também  Gl 5. 22. Falem também que no Fruto do Espírito, encontramos outros valores para serem exercitados pelos integrantes do reino.
– Leiam ainda:
“Produzi pois frutos dignos de arrependimento” (Mt 3.8).
“Todo ramo que, estando em mim, não der fruto, ele o corta; e todo o que dá fruto limpa, para que produza mais fruto ainda. Vós já estais limpos, pela palavra que vos tenho falado (Jo 15. 2,3).
“Permanecei em mim, e eu permanecerei em vós. Como não pode o ramo produzir fruto de si mesmo, se não permanecer na videira, assim, nem vós o podeis dar, se não permanecerdes em mim. Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. Se alguém não estiver em mim, será lançado fora…” (Jo 15:4-6).
– Para concluir, falem da necessidade da divulgação da mensagem do Reino de Deus para que outros sejam resgatados do reino das trevas.

Tenham uma excelente e produtiva aula!

Por  Sulamita Macedo. Fonte: Blog Atitude de Aprendiz