VASOS DE HONRA, SENDO PROVADOS! (Atos Cap. 27, 28)

OBJETIVO
Conscientizar á igreja que em meio á caminhada cristã, acontecem vários intempéries e situações desanimadoras, mas o cristão permanece de cabeça erguida seguindo avante.
IDEIA CENTRAL DO TEXTO
Paulo sendo levado à presença do Imperador César, cumprindo á Palavra em At 9.15,16.

INTRODUÇÃO
Concluindo o livro de Atos com os dois últimos capítulos, a igreja é estimulada e desafiada a ser mais firmes mesmo diante de perseguição e sofrimento por amor a Cristo que pagou alto preço por toda a humanidade.
NAUFRÁGIO E ILHA MALTA
 1. Que lições maravilhosas se encontram nesta trajetória?
· Mesmo sendo homem de Deus e sensato ás vezes seus conselhos serão desprezados (27Vs. 10,11);
·  Muitos procuram tempestades ou entram nela por conta própria, Ex. Jonas (27Vs. 13.14);
· Nas adversas circunstâncias Paulo se levanta na certeza de quem és e a quem serve, com ânimo firme, confiando em Deus e animando outros (27Vs. 20-26);
·  Homem de Deus tem palavra de ânimo, esperança e dar graças a Deus até mesmo na prova e foge da murmuração (27Vs. 33-37; Jó 19.25);
·   Quem está em comunhão e na direção de Deus, tem proteção 24hs (28Vs. 2-6; Mc 16.17,18);
·      Estar na prova, “no deserto” não impede ninguém de ser usado por Deus (28Vs. 8,9)
 ATITUDES EXEMPLARES DE PAULO E PERÍODO EM ROMA
 2. O que justifica um homem negar o seu Deus? Ou o seu chamado na Obra?
 ·    Paulo, Elias homens sujeitos ás mesmas paixões, dificuldades e falhas humanas,   foram fiéis e usados poderosamente por Deus (Tg 5.17,18);
·    Não importa o lugar, o testemunho permanece idêntico (28Vs. 16, 20, 21);
·    Criava oportunidade para testemunhar e convencer outros do reino de Deus, sempre pelas escrituras (28Vs. 17, 23,24; 17.23);
·   Paulo reconhecia que as adversidades não justificaria abandonar o chamado que recebera e culpar a Deus pelas tribulações da vida. Quantos que abandonam cargos ou o propósito de Deus por pequenas lutas (Rm 8.18,28, 36 e 37; Lc 9.62);
·   Paulo pregava e ensinava, cumpria o IDE na integra, com toda ousadia.(Mc 16.15; Mt 28.19,20).
CONCLUSÃO 
O que aprendemos aqui?
1.  Paulo se mostrou como missionário e homem de Deus exemplar, nos mostrando que podemos ser seus imitadores (1 Co 11.1);
2.  Caso a prova seja permissão de Deus, devemos descansar na sua vontade soberana.
3.  Grandes homens se revelam em meio ás provas.
4.  Forças e renovadas e ânimo pronto se encontram no Senhor (Is 40.31)
5.  Confiar no Senhor á todo o tempo, pois ele nos conduzirá fielmente ao cumprimento da promessa.
Fonte:
Bíblia de Ajudas Adicionais, Editora Alfalit.
Estudo elaborado pelo Diác. Robson G. Santos, Colina – Cariacica (ES).
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Vídeos e Slides: LIÇÃO 06 – JONAS – A MISERICÓRDIA DIVINA

VÍDEO AULA MINISTRADA PELO EV. DR. CARAMURU AFONSO FRANCISCO

Vídeo aula ministrada pelo pastor Moysés Ramos, da Assembleia de Deus em Londrina.


Vídeo aula ministrada pelo Pastor Esequias Soares

(Comentarista da Revista Lições Bíblicas), postado pela CPAD


LIÇÃO 06 – JONAS – A MISERICÓRDIA DIVINA / TEXTO ÁUREO / VERDADE PRÁTICA / INTRODUÇÃO


Texto áureo. “E Deus viu as obras deles, como se converteram do seu mau caminho; e Deus se arrependeu do mal que tinha dito lhes faria e não o fez” (Jn 3.10).

Verdade prática. O relato de Jonas ensina-nos o quanto Deus ama e está pronto a perdoar os que se arrependem. 

Introdução. A história de Jonas, que fascina crianças e adultos, é mais conhecida por narrar a experiência do profeta no ventre do grande peixe. No entanto, esse acontecimento não deve ofuscar o milagre maior: a conversão de uma cidade pagã. Os dois milagres foram mencionados pelo Senhor Jesus e continuam a impressionar ao longo da história.

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LIÇÃO 06 – JONAS – A MISERICÓRDIA DIVINA / I – O LIVRO DE JONAS



1. Contexto histórico. Salta aos olhos de qualquer leitor que Jonas é da época do império assírio, cuja capital era Nínive. O nome do rei ninivita impactado com a pregação de Jonas, segundo se diz, é Adade-Nirari III, falecido em 783 a.C. Nessa época, Jeroboão II, filho de Joás, reinava em Samaria, sobre as dez tribos do Norte.

2. Vida pessoal. Jonas se apresenta apenas como filho de Amitai (1.1). Ele é mencionado em outras narrativas bíblicas e, por essa razão, sabe-se que era profeta do Reino do Norte, natural de Gate-Hefer, tendo vivido na época de Jeroboão II (2 Rs 14.23-25). Gate-Hefer localizava-se na terra de Zebulom (Js 19.13), nas proximidades de Nazaré da Galileia.

Jonas, que deveria ir para Nínive clamar contra esta cidade, desobedeceu à ordem divina, procurando fugir para Társis. É o único profeta bíblico, do qual se tem notícia, que tentou resistir ao Senhor. Ele seguiu em direção oposta. Társis, segundo Herodoto, é a mesma Tartessos, na orla ocidental do Mediterrâneo, a sudoeste da Espanha, ideia aceita pela maioria dos pesquisadores bíblicos. Será que Jonas não conhecia a onipresença de Deus? (Sl 139.7-10)

3. Estrutura e mensagem. O livro contém 48 versículos distribuídos em quatro breves capítulos. Apesar de começar com estrutura profética (1.1), a mensagem é apresentada em estilo biográfico. Não deixa, contudo, de ser uma profecia da história de Israel, ao mesmo tempo em que anunciam o ministério, a ressurreição e a obra missionária de Cristo (Mt 12.39-41; 16.4). O tema principal do livro é a infinita misericórdia de Deus e a sua soberania sobre todas as nações.



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LIÇÃO 06 – JONAS – A MISERICÓRDIA DIVINA / II – O GRANDE PEIXE


1. Baleia ou grande peixe? Na Bíblia Hebraica e na Septuaginta, o versículo 17 é deslocado para o capítulo seguinte (2.1). A língua hebraica não dispõe de termo técnico para “baleia”. Essa palavra é usada como resultado de uma interpretação tradicional que atravessou séculos. As Escrituras Hebraicas empregam dag gadol, “grande peixe”, uma vez (1.17;2.1), e simplesmente dag, “peixe”, três vezes (1.17; 2.1,10). A Septuaginta traduz ketei megalo por “grande monstro marinho”, e ketos por “monstro marinho”, a mesma palavra usada no Novo Testamento grego (Mt 12.40).

2. Interpretação. Não há indício algum no texto para que ele possa ser interpretado como alegoria, ficção didática, mito, lenda etc. Rejeitamos todas essas linhas de pensamento, pois o oráculo foi entregue a Jonas no mesmo estilo dos outros profetas (1.1; Jr 33.1; Zc 1.1). Além disso, o Senhor Jesus Cristo, a maior autoridade no céu e na terra, interpretou o livro como histórico, assim como históricos foram o ministério e a ressurreição do Mestre. O Novo Testamento é a palavra final, e isso encerra qualquer questão (Mt 12.39-41; 16.4).

LIÇÃO 06 – JONAS – A MISERICÓRDIA DIVINA / III – A MISERICÓRDIA DIVINA / IV – A JUSTIÇA DIVINA / CONCLUSÃO


1. A conversão dos ninivitas (3.8,9). O curto relato do livro de Jonas serve como prenúncio da graça salvadora para todas as nações (Tt 2.11). Os ninivitas foram salvos pela graça, pois “creram em Deus” (3.5) e “se converteram do seu mau caminho” (3.10). As obras foram consequência da sua fé no Deus de Israel.

2. O “arrependimento” de Deus. O arrependimento humano é mudança de mente e de coração, de pior para melhor. Quando a Bíblia fala que “Deus se arrependeu” (3.10), parece confundir-nos um pouco, pois Deus é perfeito e imutável, não pode mudar, nem alterar a sua mente (Ml 3.6). A explicação para uma declaração como essa é a linguagem antropopática, um modo de falar em termos humanos, ou se trata de uma questão de ordem exegética, que é o nosso caso aqui. Quem mudou, na verdade, foi o povo, e nesse caso o perdão é parte do plano divino (Jr 18.7,8).

3. Explicação exegética. O texto sagrado declara que “Deus viu as obras deles, como se converteram do seu mau caminho” (3.10a). O verbo hebraico aqui é shuv, literalmente: “voltar-se, retornar”, frequentemente usado para indicar o arrependimento humano. A respeito do “arrependimento” de Deus, que vem na sequência (3.10b), o verbo é outro, nanam, “ter pena, arrepender-se, lamentar, consolar, ser consolado” (Gn 6.6; 1 Sm 15.11; Jr 8.18). Essas nuanças linguísticas podem ser confirmadas por qualquer pessoa, ainda que não conheça uma única letra do alfabeto dessas línguas, com o auxílio, por exemplo, da Bíblia de Estudo Palavras-Chave Hebraico e Grego (CPAD).




1. Descontentamento de Jonas (4.1). Jonas foi bem-sucedido em sua missão. Qualquer profeta de Israel, ou mesmo algum pregador de hoje, sem dúvida alguma ficaria satisfeito com o resultado do trabalho. A Bíblia não revela a razão do descontentamento de Jonas, senão o que o ele mesmo afirma, ao dizer que sabia que Deus é “piedoso e misericordioso, longânimo e grande em benignidade e que te arrependes [niham] do mal” (4.2b).

 2. Jonas esperava vingança? O império assírio foi um dos mais cruéis da história e tinha domínio sobre todo o Oriente Médio. Será que Jonas esperava uma vingança como retaliação por terem os assírios massacrado o seu povo? O certo é que, ainda hoje, há crentes que se incomodam com o retorno à Igreja dos que se acham afastados do rebanho. Quem não se lembra do irmão mais velho do filho pródigo? (Lc 15.25-32). Às vezes, a bondade divina incomoda alguns (Mt 20.15).

3. Compreendendo a misericórdia divina. A misericórdia divina é um dos atributos que revela a natureza de Deus (Êx 34.6; Jr 31.3). O Senhor poupou Nínive da destruição, prorrogou a sua ruína, e perdoou os seus moradores. O próprio Jonas, na qualidade de desertor, também foi alvo da infinita bondade de Deus. 


Conclusão. Jonas transmite-nos uma importante lição prática. O relato em si mostra a diferença abissal entre a bondade divina e a justiça humana. Aos ninivitas Deus falou por intermédio de Jonas. Hoje, Ele fala através de Jesus, que continua a salvar, a curar e a batizar com o Espírito Santo (Jo 14.16; At 4.12). Ele mesmo disse: “E eis que está aqui quem é maior do que Jonas” (Mt 12.41 – ARA). O Mestre operou sinais, prodígios e maravilhas como nenhum outro antes ou depois dele, e deu oportunidade de salvação a todos (At 10.38). Mesmo assim, foi rejeitado pela sua geração (Jo 1.11). Por isso, lançou em rosto a incredulidade dos seus contemporâneos e elogiou a fé dos ninivitas por haverem ouvido a pregação do profeta e arrependido de seus pecados.


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OBS: O tamanho original de cada slide é 28×19, para manter as proporções e qualidades dos slides sugerimos alterar o tamanho do seu slide no PowerPoint em “Design” e depois “Configurar página”.


Referência bibliográfica

Revista Lições Bíblicas. OS DOZES PROFETAS MENORES, Advertências e Consolações para a Santificação da Igreja de Cristo. Lição 06 – Jonas – A misericórdia divina. III A misericórdia divina. 1. A conversão dos ninivitas (3.8,9). 2. O “arrependimento” de Deus. 3. Explicação exegética. IV A justiça humana. 1. Descontentamento de Jonas (4.1). 2. Jonas esperava vingança? 3. Compreendendo a misericórdia divina. Conclusão.Editora CPAD. Rio de Janeiro – RJ. 4° Trimestre de 2012.

Currículo do Ano 3 – Juvenis – O Que a Bíblia Fala sobre o Futuro da Igreja Lição 06: Que Tribulação, hein!

Dando prosseguimento ao estudo das lições deste trimestre, o tema de hoje será sobre A Grande Tribulação.
– Então, perguntem o que os alunos sabem sobre este tema. Aguardem as respostas, ouçam com atenção a fala dos alunos e resumam no quadro ou cartolina e depois reservem este material para o final da aula.

– Agora, trabalhem o conteúdo proposto na lição, da seguinte forma:

1 – Organizem os alunos em círculo e coloquem no centro(no piso) a expressão GRANDE TRIBULAÇÃO e ao redor as  perguntas abaixo:
Por que tem esse nome?
Há outros nomes para a Grande Tribulação?
O que é?
Quando acontecerá?
Quanto tempo?
O que acontecerá na terra?
O que acontecerá com a Igreja?
Quais personagens aparecerão e quais suas funções?
Haverá salvação neste período?

2 – Agora, comecem o estudo, respondendo às perguntas, através de versículos e lendo partes do texto da lição. Nesse momento, procurem o envolvimento do aluno, dando-lhe oportunidade de realizar as leituras bíblicas.
Enfatizem que a Igreja não passará pela Grande Tribulação e para que estejamos nas Bodas do Cordeiro, é muito importante subirmos no Arrebatamento, para tanto, nos preparemos!

3 – Em seguida, apresentem para os alunos as respostas do início da aula sobre o que eles sabiam sobre a Grande tribulação.

Então, perguntem: E, agora, o que vocês podem acrescentar ou corrigir sobre o tema estudado?
Com certeza, serão mencionadas várias informações. Para os alunos que cooperaram com esta parte, dê-lhes um chocolate, bala etc.

Tenham uma excelente e produtiva aula!

Currículo do Ano 3 – Adolescentes – Cartas que Ensinam Lição 06: Você está contente hoje?

– Falem: Hoje estamos estudando a 6ª. carta de um conjunto de 13, escritas por Paulo.  O estudo será sobre a Carta de Paulo aos irmãos da Igreja de Filipos, ressaltando o tema da alegria em toda e qualquer circunstância. A carta de Paulo ao Filipenses é conhecida como a epístola da alegria.
 Dividam a turma em 03 grupos, distribuam para cada grupo uma das perguntas abaixo:

Em que momentos vocês se sentem alegres?
O que a alegria proporciona?
O que pode servir de impedimentos para sentir alegria?

 Estipulem um tempo de 05 minutos para os grupos.

– Depois, organizem a turma em círculo e solicitem que cada grupo leia a pergunta e apresentem as respostas de forma objetiva.

– Falem: Existe uma alegria ocasionada por situações diversas e há outra diferente, que é aquela proporcionada pelo Espírito Santo, que permanece mesmo em situações difíceis.
Para exemplificar, utilizem duas bexigas(bolas de aniversário). Encham uma e enquanto vocês falam, vão soltando o ar devagar.


Falem: há pessoas que ficam alegres, isto é, com a bola cheia, mas o que sentem é algo passageiro(neste momento a bola deve estar vazia) e depois estão assim com a bola murcha.
Encham outra bola e deem um nó e falem: Há pessoas que estão sempre alegres, em qualquer circunstância (neste momento, brinquem com a bola, jogando para cima e depois batam nela, demonstrando situações de alegria e tristeza).
Falem: Aqui nesta demonstração há dois tipos alegria. Mas na aula de hoje, o estudo é sobre a alegria cuja fonte está em Deus.

– Para trabalhar sobre os obstáculos à alegria, utilizem a dinâmica “A Alegria está no ar”.

Tenham uma excelente e produtiva aula!

Dinâmica: A Alegria está no ar

Objetivo: Refletir sobre os obstáculos à alegria.

Material: Cadeiras para cada aluno, CD player ou outro objeto que emita som ou música.

Procedimento:
 – Organizem as cadeiras em círculo, com a parte das costas voltadas para o centro.
– Forneçam as seguintes orientações:
1º. Momento: cada aluno ficará em pé ao lado de uma cadeira. Ao toque de uma música  ou outro sinal os alunos devem andar ao redor das cadeiras. Quando a música parar, devem procurar uma cadeira para sentar.
2º. Momento: retirar uma  cadeira e fazer o mesmo procedimento do 1º. Momento. Repetir esta operação pelos menos 5 a 6 vezes. Os alunos que ficarem sem cadeira sairão da atividade.
3º. Momento:
Reflexão sobre a alegria, o entusiasmo do início da atividade.
No início havia cadeiras para todos, a alegria está disponível  para todos.
Quais os obstáculos para continuar na brincadeira? Somente a retirada da cadeira? Houve algum motivo diferente? Algum colega empurrou? Você não procurou?
– Para encerrar falem sobre os obstáculos que podem impedir nossa alegria, mas enfatizem que em Deus temos alegria. E depois leiam Fp 3.1 e  4.4.
Dinâmica adaptada por Sulamita Macêdo

Subsidios e Dinâmica: Jovens e Adultos: Os Doze Profetas Menores Lição 06: Jonas – A Misericórdia Divina

Professoras e professores, para esta lição, apresento as seguintes sugestões:
– Iniciem a aula, cumprimentando os alunos, perguntem como passaram a semana. Escutem atentamente as falas dos alunos e observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração. Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email.
Compreendem a importância desse ato?
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
– Falem: A aula de hoje será sobre o livro de profeta Jonas, o quinto de uma série de 12 livros. A lição tem como título “Jonas – A Misericórdia Divina”.


– Introduzam o estudo da lição, utilizando a dinâmica “Viajando com Jonas”.

– Trabalhem o conteúdo da lição, oportunizando a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa.

– Utilizem um mapa(ver abaixo) para mostrar para os alunos a distância geográfica entre Nínive e Társis, de acordo com suas possibilidades:

Opção 01: Mapa grande de modo que os alunos possam ver os nomes das cidades de Nínive e Társis.
Opção 02:  Mapa pequeno para cada aluno.
Opção 03: Mapa projetado através do Data-show, caso tenham condições de espaço e equipamento.

Tenham uma excelente e produtiva aula!

Leiam com atenção:

Vantagens da utilização de mapas:

1 – Torna a apresentação documentada.
2 – Atrai a atenção e o interesse.
3 – Motiva a apresentação.
4 – Aumenta a retenção da aprendizagem.
5 – Torna a aprendizagem mais rápida.
6 – Ajuda na demonstração de uma rota.
7 – Pode ser utilizado várias vezes, caso haja cuidado na conservação.
Dinâmica: Viajando com Jonas

Objetivo: Refletir sobre a obediência à vontade de Deus.

Material:
Malinha com numeração 01 – colocar dentro a palavra DESOBEDIÊNCIA
Malinha com numeração 02 – colocar identificação fora da mala PRONTO SOCORRO e dentro a palavras CLAMOR e ORAÇÃO.
Malinha com numeração 03 – colocar dentro as palavras OBEDIÊNCIA e ARREPENDIMENTO.

Procedimento:
– Falem: Nesta lição, vamos fazer uma viagem com o profeta Jonas, utilizando navio e “submarino”, permanecendo por 03 dias no hotel sub-aquático no mar Mediterrâneo.
Vamos embarcar!
–  Entreguem uma folha de papel ofício para cada aluno e solicitem para que eles façam um barco, usando a técnica da dobradura.
– Falem: já estamos no navio, vamos ver o que Jonas colocou dentro da mala 01. Ao abri-la vocês vão encontrar a palavra DESOBEDIÊNCIA. O profeta Jonas mudou a rota da viagem, não obedecendo a ordem divina de pregar o evangelho em Nínive!
– Perguntem: O que pode  acontecer quando desobedecemos a Deus?
Aguardem as respostas.
Peça para que um aluno relate sucintamente o que aconteceu com Jonas.
– Falem para os alunos que o mar revolto pode representar as situações adversas que enfrentamos na vida. Muitas vezes precisamos retirar do nosso barco algo que pode impedir o bom prosseguimento da viagem. Cada um deve nesse momento refletir se há algo que precisa ser descartado ou modificado, mas não precisa falar para os colegas. 
– Continuem: Agora, lançado ao mar, Jonas entrou num “submarino”, o ventre do grande peixe e permanece por 3 dias neste “hotel”, cuja permanência foi angustiante, mas  clamou ao senhor e obteve resposta.
– Perguntem: O que está lhe angustiando, nesta viagem, neste momento de sua vida? O que fazer?
Então, abram a malinha 02 PRONTO SOCORRO e vocês encontrarão as palavras CLAMOR e ORAÇÃO.
– Falem: Nos momentos de muita angústia, o socorro é orar, clamar ao Senhor.
– Leiam: Sl 120.01 “ Na minha angústia clamei ao Senhor, e ele me ouviu”.
– Façamos como Jonas e o salmista, vamos também clamar a Deus por Misericórdia.
– Depois, perguntem: Alguém deseja voltar, não acompanhando Jonas nesta viagem agora para Tarsis, lugar completamente oposto a orientação divina?
Certamente as respostas serão positivas.
– Falem: Há somente um caminho para ser bem-sucedido.
 Abam a malinha 03 e vocês encontrarão: OBEDIÊNCIA  e   ARREPENDIMENTO.
– Para finalizar, enfatizem que fazer a vontade de Deus é a melhor das opções, pois obedecer a Deus é coisa de quem tem juízo.

Por Sulamita Macedo no blog Atitude de Aprendiz