Todos os posts de Prof. Robson Santos

Pós-Graduado em Metodologia do Ensino da História e da Geografia - FACIBRA, Pós-Graduando em Ciência da Religião - FACETEN Graduação em Teologia - FACETEN; Graduando em Pedagogia - Estácio de Sá; Graduado em Gestão de Comércio Exterior - CET-FAESA; Coordenador de cursos teológicos e membro da Comissão de Comunicação da Convenção CEMADES, Co-autor do livro: “Escola Dominical o que você precisa saber”. Professor de Teologia Sistemática e Educação Cristã.

O SACRIFÍCIO VIVO – Romanos 12

 “Somos mais que uma organização, somos um corpo vivo, tendo Cristo como cabeça.”

A. Consagração de Corpo e Mente. 12:1, 2.
1. A linguagem aqui é do V.T, e faz-nos lembrar de que os crentes judeus ofereciam sacrifícios ao Senhor. Mas os crentes cristãos, em vez de oferecer algo fora de si mesmo, devem oferecer seus próprios corpos a Deus, como sacrifícios vivos, santos e aceitáveis. Este tipo de sacrifício é um culto espiritual que envolve todos os seus poderes racionais.
2. Por causa da declaração envolvida, os crentes não devem se conformar com este mundo, mas devem se transformar pela renovação de suas mentes (12:2). Tal transformação e renovação se alcançam experimentando (aprovando ou descobrindo) que a vontade de Deus é boa, agradável e perfeita.
B. A humildade no Uso dos Dons de Deus. 12:3-8.
3. Na introdução da questão dos dons, Paulo fala da graça que lhe foi dada para capacitá-lo a ser um apóstolo. Depois ele exorta cada um dos seus leitores a que não sejam arrogantes, isto é, que não pensem bem demais sobre si mesmos. Ele apela para um jogo de palavras, usando diversos termos gregos que têm a palavra “mente” ou “pensar” como elemento básico – que não pense de si mesmo, além do que convém (saber), antes, pense com moderação (com equilíbrio na avaliação). Devemos fazer uma auto-avaliação quanto ao que Deus repartiu a cada um. Paulo aqui não fala da “fé salvadora”, mas antes de “uma fé que impulsiona uma pessoa na obra de Deus”. A “fé salvadora” não seria o padrão para um auto-exame correto. Só o orgulho poderia dizer: “Veja quanta fé salvadora eu tenho”. Mas é com humildade que se diz: “Eis aqui a fé que eu tive na execução desta ou daquela tarefa particular para Deus”. Isto apenas leva à oração, “Senhor, aumenta a nossa fé” (veja Lc. Romanos 17.5). Na lista dos heróis da fé em Hb. 11, vemos que a medida da fé dada, corresponde à tarefa a ser realizada.
4,5. O um só corpo do qual os muitos são membros, enquanto ao mesmo tempo são, individualmente, membros uns dos outros, é a Igreja universal, constituída de todos os crentes em Cristo. (Veja I Co. 10:17; 12:12, 13, 28; Ef. 1:22, 23; 2:15b, 16; 4:3-6, 11-13, 15, 16; 5:22-30; Cl. 1:17, 18, 24, 25). O símbolo do corpo descreve a Igreja como um organismo, com cada membro recebendo vida de Cristo (veja Cl. 3:3). Uma vez que todos os membros recebem sua vida de Cristo, eles todos se pertencem mutuamente. Grupos locais de crentes são a manifestação local do corpo de Cristo, a Igreja. Tal grupo local é corpo de Cristo, mas não todo o corpo de Cristo (veja I Co. 12.27). O corpo de Cristo consiste da totalidade dos crentes que estão unidos a Cristo, a cabeça da Igreja.
6. A graça de Deus concedida a crentes individualmente, está comprovada nos diferentes dons. Paulo faz uma lista dos dons e depois diz de que modo cada um deve ser usado. Em cada caso o leitor, para entender, deve suprir o verbo, vamos usá-lo, seguido do dom particular. Se profecia seja (vamos usá-la) segundo a proporção da fé, ou no correto relacionamento com a fé. aqui significa o corpo da fé, da crença ou doutrina (veja Arndt, pistis, 3, págs. 669-670). A profecia, que tem a intenção de exortar, encorajar e confortar (veja I Co. 14:3), deve ser usada no devido relacionamento. Com a verdade revelada de Deus.
7. A palavra diakonia, que foi traduzida para ministério, pode ser traduzida para serviço se for tomada no sentido geral. Se o tomarmos no sentido particular, refere-se ao ofício de um diácono. A ênfase aqui é na necessidade de se usar esses dons. Aqueles que têm os dons de ensinar e exortar devem exercitá-los.
8. O que contribui deve fazer com liberdade. A palavra proistemi, traduzida para preside, pode significar isso mesmo ou dar ajuda. Isto tem de ser feito com alegria. Aquele que tem o dom de exercer misericórdia deve usar o dom com alegria. (Os dons aqui mencionados são: – 1) profecia, 2) ministério (serviço ou ofício de diácono), 3) ensino, 4) exortação (possivelmente conforto, encorajamento), 5) repartir, 6) presidir ou dar ajuda, 7) exercitar misericórdia. Cada um é um talento particular para um tipo particular de atividade.
C. Qualidades do Caráter Exemplificadas. 12:9-21.
Devemos meditar nesta lista se quisermos que o seu impacto nos atinja.
9. O amor tem de ser genuíno (ou sincero, sem hipocrisia). Os crentes têm o mandamento de aborrecer o mal constantemente e a se apegarem constantemente ao bem.
10. Devem se devotar uns aos outros com amor fraternal e devem se exceder uns aos outros na demonstração do respeito recíproco.
11. Não devem ser indolentes. Devem ser fervorosos (incandescentes), literalmente, fervendo, no espírito. Devem servir continuamente ao Senhor.
12. Os crentes devem se regozijar na esperança, isto é, em tudo o que Deus tem prometido fazer por eles em Cristo. Devem suportar as aflições e estar sempre em oração.
13. Devem suprir as necessidades dos santos (companheiros crentes) e seguir ou buscar a hospitalidade.
14. Os crentes devem abençoar seus perseguidores e deixar de amaldiçoar os patifes.
15. Devem se regozijar com os que se regozijam e chorar com os que estão tristes. Sentir alegria genuína com o sucesso de outrem é sinal de verdadeira maturidade espiritual.
16. Os crentes devem viver em harmonia entre si. Em vez de lutar na consecução de coisas que estão altas demais para eles, devem se acomodar às maneiras simples, deixando de ser convencidos.
17. Não devem retribuir o mal com o mal. Antes, devem se preocupar com o que é moralmente bom diante de todos os homens.
18. Até onde for possível, os cristãos devem viver em paz com todos os homens.
19. Os crentes não devem procurar a vingança, mas devem dar oportunidade à ira de Deus para operar os seus propósitos (veja Arndt, topos, 2, c, págs. 830-831). O V.T. faz notar que a vingança e a recompensa pertencem a Deus.
20. Os crentes devem tratar os inimigos que se encontram em dificuldades, como tratariam os outros em circunstâncias semelhantes. Alimentando-os e dessedentando-os, os crentes amontoam brasas vivas sobre as cabeças deles. Está figura parece querer dizer que o inimigo corará de vergonha ou remorso diante de tão inesperada delicadeza.
21. A última qualidade de caráter mencionada em Romanos 12 mostra que Paulo sente que a vida cristã é como uma competição – Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem.
Concluindo existem dois extremos: O trabalho excessivo e o comodismo espiritual tanto um quanto o outro é prejudicial, apresentamos o nosso corpo em sacrifício vivo, façamos o que vier as nossas mãos conforme nossa força e tempo oportuno, sempre com amor e vencendo o mal com o bem.
Texto extraído do Comentário Bíblico, Romanos, Moody.
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VÍDEOS E SLIDES – LIÇÃO 3 – A LONGA SECA SOBRE ISRAEL / SUBSÍDIOS

  1. Vídeo aula ministrada pelo Ev. Natalino das Neves, da Assembleia de Deus de São José dos Pinhais.(Acesse: www.natalinodasneves.blogspot.com.br/)LIÇÃO 3 – A LONGA SECA SOBRE ISRAEL
  2. Texto áureo: “E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra” (2 Cr 7.14).
  3. Verdade prática: A longa seca sobre Israel teve como objetivos disciplinar e demonstrar a soberania divina sobre os homens.
  4. Introdução. A longa seca predita pelo profeta Elias e que teve seu fiel cumprimento nos dias do rei Acabe (1 Rs 17.1,2; 18.1,2) é citada em o Novo Testamento pelo apóstolo Tiago: “Elias […] orando, pediu que não chovesse, e, por três anos e seis meses, não choveu sobre a terra” (Tg 5.17). A seca é um fenômeno climático e como tal é imprevisível. Todavia, no contexto do reinado de Acabe ela ocorreu não somente como algo previsível, mas também anunciado. Não era um fenômeno simplesmente meteorológico, mas profético. Aqui veremos como se deu esse fato e como ele revela a soberania de Deus não somente sobre a história, mas também sobre os fenômenos naturais. 
  5. I – O PORQUÊ DA SECA
  6. 1. Disciplinar a nação. O culto a Baal financiado pelo estado nortista afastou o povo da adoração verdadeira. O profeta Elias estava consciente disso e quando confrontou os profetas de Baal, logo percebeu que o povo não mantinha mais fidelidade ao Deus de Israel: “Então, Elias se chegou a todo o povo e disse: Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-o; e, se Baal, segui-o” (1 Rs 18.21). De fato a palavra hebraica as’iph, traduzida como pensamentos, mantém o sentido de ambivalência ou opinião dividida. A idolatria havia dividido o coração do povo.  Para corrigir um coração dividido somente um remédio amargo surtiria efeito (1 Rs 18.37).
  7. 2. Revelar a divindade verdadeira. Quando Jezabel veio para Israel não veio sozinha. Ela trouxe consigo a sua religião e uma vontade obstinada de fazer de seus deuses o principal objeto de adoração entre os hebreus. De fato observamos que o culto ao Senhor foi substituído pela adoração a Baal e Aserá, principais divindades dos sidônios (1 Rs 16.30-33). A consequência desse ato foi uma total decadência moral e espiritual. Baal era o deus do trovão, do raio e da fertilidade, e supostamente possuía poder sobre os fenômenos naturais. A longa seca sobre o reino do Norte criou as condições necessárias para que Elias desafiasse os profetas de Baal e provasse que tal divindade não passava de um deus falso (1 Rs 17.1,2; 18.1,2,21,39).Deus não precisa provar nada para ser Deus, mas os homens costumam responder favoravelmente quando suas razões são convencidas pelas evidências.II – OS EFEITOS DA SECA
  8. 1. Escassez e fome. A Escritura afirma que “a fome era extrema em Samaria” (1 Rs 18.2). A seca já havia provado que Baal era um deus impotente frente aos fenômenos naturais e a fome demonstrou à nação que somente o Senhor é a fonte de toda provisão. Sem Ele não haveria chuva e consequentemente não haveria alimentos. O texto de 1 Reis 18.5 revela que até mesmo os cavalos da montaria real estavam sendo abatidos. O desespero era geral. A propósito, o texto hebraico de 1 Reis 18.2 diz que a estiagem foi violenta e severa. A verdade é que o pecado sempre traz consequências amargas!
  9. 2. Endurecimento ou arrependimento. É interessante observarmos que o julgamento de Deus produziu efeitos diferentes sobre a casa real e o povo. Percebemos que à semelhança de Faraó (Êx 9.7), o rei Acabe e sua esposa, Jezabel, não responderam favoravelmente ao juízo divino. Acabe, por exemplo, durante a estiagem confrontou-se com o profeta Elias e o acusou de ser o perturbador de Israel (1 Rs 18.17). Quem resiste a ação divina acaba por ficar endurecido!Por outro lado, o povo que não havia dado nenhuma resposta ao profeta Elias quando questionado (1 Rs 18.21), respondeu favoravelmente ante a ação soberana do Senhor: “O que vendo todo o povo, caiu sobre os seus rostos e disse: Só o Senhor é Deus! Só o Senhor é Deus!” (1 Rs 18.39). O Novo Testamento alerta: “[…] se ouvirdes hoje a sua voz, não endureçais o vosso coração” (Hb 3.7,8).III – A PROVISÃO DIVINA NA SECA
  10. 1. Provisão pessoal. Há sempre uma provisão de Deus para aquele que o serve em tempos de crise. Embora houvesse uma escassez generalizada em Israel, Deus cuidou de Elias de uma forma especial que nada veio lhe faltar (1 Rs 17.1-7). A forma como o Senhor conduz o seu servo é de grande relevância. Primeiramente, Ele o afasta do local onde o julgamento seria executado: “Vai-te daqui” (1 Rs 17.3). Deus julga e não quer que o seu servo experimente as consequências amargas desse juízo! Em segundo lugar, o Senhor o orienta a se esconder: “Esconde-te junto ao ribeiro de Querite” (1 Rs 17.3). Deus não estava fazendo espetáculo; era uma ocasião de juízo. Em terceiro lugar, Elias deveria ser suprido com aquilo que o Senhor providenciasse: “Os corvos lhe traziam pão e carne” (1 Rs 17.6). Não era uma iguaria, mas era uma provisão divina!
  11. 2. Provisão coletiva. Ficamos sabendo pelo relato bíblico que além de Elias, o profeta de Tisbe, o Senhor também trouxe a sua provisão para um grande número de pessoas. Primeiramente encontramos o Senhor agindo através de Obadias, mordomo do rei Acabe, provendo livramento e suprimento para os seus servos: “Obadias tomou cem profetas, e de cinquenta em cinquenta os escondeu, numa cova, e os sustentou com pão e água” (1 Rs 18.4). Em segundo lugar, o próprio Senhor falou a Elias que Ele ainda contava com sete mil pessoas que não haviam dobrado os seus joelhos diante de Baal: “Eu fiz ficar em Israel sete mil” (1 Rs 19.18). Deus cuida de seus servos e sempre lhes provê o pão diárioIV – AS LIÇÕES DEIXADAS PELA SECA
  12. 1. A majestade divina. Há alguns fatos que devemos atentar sobre a ação do Deus de Elias, conforme registrado nos versículos do capítulo 17 do primeiro livro dos Reis. Antes de mais nada, a sua onipotência. Ele demonstra controle sobre os fenômenos naturais (1 Rs 17.1). Em segundo lugar, Deus mostra a sua onipresença durante esses fatos. Elias, ao se referir ao Senhor, reconheceu-o como um Deus sempre presente: “Vive o Senhor, Deus de Israel, perante cuja face estou” (1 Rs 17.1). Em terceiro lugar, Ele é onisciente, pois sabe todas as coisas, quer passadas, quer presentes, ou futuras. O profeta disse que não haveria nem orvalho nem chuva, e não houve mesmo! (1 Rs 17.1). 
  13. 2. O pecado tem o seu custo. Quando o profeta Elias encontra-se com Acabe durante o período da seca, Elias responde ao monarca e o censura por seus pecados: “Eu não tenho perturbado a Israel, mas tu e a casa de teu pai, porque deixastes os mandamentos do Senhor e seguistes os baalins” (1 Rs 18.18). Em outras palavras, Elias afirmava que tudo o que estava acontecendo em Israel era resultado do pecado. O pecado pode ser atraente e até mesmo desejável, mas tem um custo muito alto. Não vale a pena!CONCLUSÃO
  14. A longa seca sobre o reino do Norte agiu como um instrumento de juízo e disciplina. Embora o coração do rei não tenha dado uma resposta favorável ao chamamento divino, os propósitos do Senhor foram alcançados. O povo voltou para Deus e o perigo de uma apostasia total foi afastado. A fome revelou como é vão adorar os deuses falsos e ao mesmo tempo demonstrou que o Senhor é um Deus soberano! Ele age como quer e quando quer. Fica, pois a lição que até mesmo em uma escassez violenta a graça de Deus revela-se de forma maravilhosa. ________________________
  15. OBS: O tamanho original de cada slide é 28×19, para manter as proporções e qualidades dos slides sugerimos alterar o tamanho do seu slide no PowerPoint em “Design” e depois “Configurar página”.
  16. Referência bibliográfica
  17. Revista Lições Bíblicas. ELIAS E ELISEU, Um ministério de poder para toda a igreja. Lição 3 – A longa seca sobre Israel. Texto áureo. Verdade prática. Introdução. I – O porquê da seca. 1. Disciplinar a nação. 2. Revelar a divindade verdadeira. II – Os efeitos da seca. 1. Escassez e fome. 2. Endurecimento ou arrependimento. III – A provisão divina na seca. 1. Provisão pessoal. 2. Provisão coletiva. IV – As lições deixadas pela seca. 1. A majestade divina. 2. O pecado tem o seu custo. Conclusão. Editora CPAD. Rio de Janeiro – RJ. 1° Trimestre de 2013.

Subsidio e Dinâmica – Jovens e Adultos – Elias e Eliseu: Um Ministério de Poder para toda a Igreja Lição 03: A Longa seca sobre Israel

Professoras e professores, para esta lição, apresento as seguintes sugestões:
– Para iniciar a aula, destinem pelo menos 05 minutos para manter um contato com os alunos, antes de introduzir o tema da aula. Para isso, vocês devem perguntar como eles passaram a semana; observem atentamente o que eles estão falando, pois vocês podem detectar se há alguém precisando de oração, de uma conversa etc. Apresentem os visitantes.
Vejam também qual o melhor horário para vocês apresentarem os alunos aniversariantes da semana, se houver.
Com esta atitude, somada aquela do início da aula, vocês estão formando vínculos afetivos com os alunos.
Vocês sabiam que aprendizagem também passa por vínculos afetivos?
– Depois apresentem o título da lição “A Longa seca sobre Israel”.
– Em seguida, perguntem:
Alguém já morou em algum lugar onde houve seca?
Quanto tempo durou a seca?
Conhece o problema apenas por informações da mídia?
Os alunos devem fazer seus depoimentos, apresentando as consequências desse período de estiagem e as perspectivas de mudança.
– Depois, falem que também em Israel houve um período de 3 anos e seis meses com seca, na época do profeta Elias e do rei Acabe.
– Posteriormente, abordem os pontos a seguir:
Predição da seca pelo profeta Elias
Cumprimento da profecia: seca por 3 anos e 6 meses
Razões da seca
Efeitos causados pela seca(material e espiritual)
Provisão divina durante a longa estiagem
Lições extraídas da seca
A chegada da chuva
– Para finalizar a aula, utilizem a dinâmica “No Deserto”, que possibilitará a reflexão sobre as dificuldades que enfrentamos no deserto da vida, mas com a confiança de que Deus é soberano e provedor.
Tenham uma excelente e produtiva aula!


Dinâmica: No Deserto

Objetivo: Refletir sobre as dificuldades que enfrentamos no deserto da vida, mas com a confiança de que Deus é soberano e provedor.
Material:
01 saco ou 01 caixa, que caiba os objetos abaixo relacionados:
Uma bússola, uma vela, fósforo ou lanterna
Uma Bíblia
Uma borracha
Um sachê de chá de camomila ou erva-doce
Um clip
Uma liga(elástico)
Um bandaid
Uma bala
Uma peça de um quebra-cabeça
Uma cópia da oração do Pai Nosso
Um relógio
Procedimento:
– Falem: Há momentos na vida que temos certeza de que estamos no deserto, sofrendo com a aridez da situação que pode ser material e/ou espiritual.
– Perguntem: O que pode causar a nossa permanência temporária no deserto da vida?
Observem as respostas dos alunos.
– Falem: Precisamos de alguns objetos e também realizar ações para que a nossa sobrevivência neste deserto seja amenizada ou garantida.
– Agora, falem: Aqui está um kit de sobrevivência para quem está nesta situação.
Então, comecem a retirar, do saco ou caixa, os objetos e falem sobre a finalidade de cada um:
Uma bússola, uma vela, fósforo ou lanterna: para indicar e mostrar o caminho para sair da situação.
Uma Bíblia: Para fortalecimento da nossa fé e confiança em Deus, útil para o ensino, repreensão e correção.
Uma borracha: para apagar as ações negativas e perdoar
Um sachê de chá de camomila ou erva-doce: Para relaxar e esperar com paciência e esperança
Um clip: Para juntar as experiências
Uma liga(elástico):  Para se lembrar de ser flexível e adaptar-se a situação
Um bandaid: Para curar as mágoas, as feridas
Uma bala: Para adoçar a difícil situação
Uma peça de um quebra-cabeça: Para lembrar que você não está sozinho
Uma cópia da oração do Pai Nosso: Para lembrar que a oração do justo muito pode em seus efeitos.
Um relógio: Para lembrar que Deus é soberano, que o tempo lhe pertence e que devemos persistir em oração.
– Depois, perguntem: Vocês indicariam outros objetos para compor este Kit?
Aguardem as respostas. Escrevam num papel e coloquem no saco ou caixa.
– Depois, falem: Quem está passando por um período difícil, como estiagem ou seca ou no deserto, precisa que haja uma solução – a chuva.
– Leiam I Rs 18.41 “Então disse Elias a Acabe: Sobe, come e bebe, porque há um ruído de uma grande chuva”
– Para concluir, cantem o hino Som da Chuva” de  Soraya Moraes ou apenas leiam a letra com os alunos.
Deixa Tua glória encher este lugar
Deixa o céu descer sobre nós
O som da chuva eu já posso ouvir
E com ela vem o novo de Deus
Derrama sobre nós a chuva, Senhor
Derrama sobre nós a chuva, Senhor
Abundantemente e sem cessar
Teu povo espera o derramar
Da chuva, da chuva!
Da chuva, da chuva!
Chuva de poder!
Chuva de unção!
Chuva de benção!
Chuva de louvor!
Chuva de cura!
Chuva de glória!
Chuva de vitória!
Faz chover, faz chover, Senhor! 2X
Chuva de poder…
Faz chover, faz chover, Senhor! 4X
Derrama sobre nós a chuva, Senhor! 4X
Senhor!

Ideia original do uso de um kit de sobrevivência desconhecida.
Elaboração da versão deste kit com suas finalidades e da dinâmica por Sulamita Macedo.

Adolescentes – Currículo do Ano 1: O Relacionamento entre o crente e o mundo – Lição 03: Diz-me com quem andas…

Professoras e professores, para esta lição, apresento as seguintes sugestões:
– Para iniciar a aula, destinem pelo menos 05 minutos para manter um contato com os alunos, antes de introduzir o tema da aula. Para isso, vocês devem perguntar como eles passaram a semana; observem atentamente o que eles estão falando, pois vocês podem detectar se há alguém precisando de oração, de uma conversa etc. Apresentem os visitantes.
Vejam também qual o melhor horário para vocês apresentarem os alunos aniversariantes da semana, se houver.
Com esta atitude, somada aquela do início da aula, vocês estão formando vínculos afetivos com os alunos.
Vocês sabiam que aprendizagem também passa por vínculos afetivos?
– Depois, perguntem: Vocês já escutaram este provérbio: “Diz-me com quem andas, que te direi quem és”?
Quem falou este provérbio para vocês? Seus pais? Alguém da família? Professores?
Mas, na verdade o que quer dizer este provérbio?
Aguardem as respostas.
Depois, falem que o assunto da lição tem como título “Diz-me com quem andas…”
– Trabalhem de forma participativa, os pontos levantados na lição.
– Em seguida, utilizem a dinâmica “Amizade”.
– Para concluir a aula, leiam o Salmo 1.
Tenham uma excelente e produtiva aula!

Dinâmica: Amizade
Objetivos:
Enfatizar a importância das amizades.
Refletir sobre as influências positivas e negativas das amizades.
Material: ½ folha de papel ofício para cada aluno e caneta.
Procedimento:
– Organizem os alunos em círculo.
– Distribuam a metade da folha de papel ofício para cada aluno.
– Falem que, usando este papel, eles deverão pegar a maior quantidade de autógrafos dos colegas, em apenas 01 minuto.
– Terminado o tempo estipulado, peçam para que os alunos contem a quantidade de autógrafos.
Aguardem as respostas.
– Depois, questionem:
É importante ter uma grande quantidade de amigos?
Os autógrafos pertencem a colegas que vocês têm amizade e/ou apenas se cumprimentam?
Qual a qualidade das amizades que eles têm na escola, na igreja, onde moram? São positivas? Há influência negativa?
– Agora, façam uma relação destas respostas com o provérbio “Diz-me com quem andas, que te direi que és”.
Não se esqueçam de alertar os alunos sobre o oferecimento de drogas, participação em grupos que fazem atos de vandalismo, sexo livre etc, que é muito comum em alguns grupos dentro das escolas.
– Para concluir, leiam:
 I Co 15.33 “Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes”.
 Pv 13.20 “ Anda com os sábios e serás sábio, mas o companheiro dos tolos será afligido.”
Ideia original da sessão de autógrafos desconhecida.
Esta versão elaborada por Sulamita Macedo.

Juvenis – Currículo do Ano 1: A Atualidade da Mensagem da Bíblia Lição 03: Ciência na mente, Bíblia no coração

Professoras e professores, para esta lição, apresento as seguintes sugestões:
– Para iniciar a aula, destinem pelo menos 05 minutos para manter um contato com os alunos, antes de introduzir o tema da aula. Para isso, vocês devem perguntar como eles passaram a semana; observem atentamente o que eles estão falando, pois vocês podem detectar se há alguém precisando de oração, de uma conversa etc. Apresentem os visitantes.
Vejam também qual o melhor horário para vocês apresentarem os alunos aniversariantes da semana, se houver.
Com esta atitude, somada aquela do início da aula, vocês estão formando vínculos afetivos com os alunos.
Vocês sabiam que aprendizagem também passa por vínculos afetivos?
– Depois, utilizem a dinâmica “Tesouro Escondido”, que possibilitará a reflexão sobre a importância de termos a Bíblia como algo preciso, que deve ser guardado no coração e seus ensinamentos colocados em prática.
– Agora, falem sobre o título desta lição:Ciência na mente, Bíblia no coração.
– Em seguida, perguntem: O que é Ciência?
Aguardem as respostas. Apresentem outras informações e elaborem uma definição de forma coletiva, partindo das ideias iniciais dos alunos.
Peçam aos alunos para que citem algumas descobertas científicas e depois vocês apresentam outras.
Depois, leiam Dn 12.04 “E tu, Daniel, fecha estas palavras e sela este livro, até ao fim do tempo: muitos correrão de uma parte para outra e a ciência se multiplicará”.
Enfatizem a última parte do versículo  e falem sobre a atualidade desta mensagem.
– Depois, trabalhem os seguintes pontos:
Relação entre a Fé e a Ciência
Conhecimento científico e senso comum
Diferença entre Mente e Coração
Qual o lugar mais indicado para a Ciência e a Fé, na mente ou no coração?

Apresentem outros pontos levantados na lição
– Para concluir, reafirmem que a verdadeira Ciência não desfaz o que a Bíblia confirma, pelo contrário autentica sua mensagem.
 Mas, façam uma advertência, lendo I Tm 6. 20 e 21 “Ó Timóteo, guarda o depósito que te foi confiado, tendo horror aos clamores vãos e profanos e às oposições da falsamente chamada ciência; a qual professando-a alguns, se desviraram da fé. A graça seja contigo. Amém.”
Tenham uma excelente e produtiva aula!

Dinâmica: Tesouro Escondido
Objetivo: Incentivar a leitura bíblica e a observância da Palavra de Deus, com a certeza de que Nela encontramos verdadeiro tesouro.
Material: 01 Bíblia pequena, 01 caixa em forma de coração.
Observação: A Bíblia deve caber dentro da caixa.
Procedimento:
Antes da aula: Coloquem a Bíblia dentro da caixa. Realizem esta ação ainda em casa, para que os alunos não vejam o conteúdo.
Durante a aula:
– Falem que dentro da caixa há um objeto. Passem a caixa para cada aluno, para que descubram o que há dentro; orientem que podem balançar a caixa, mas não podem abri-la.
– Se alguém descobrir, abram a caixa, mostrem a Bíblia e leiam Salmo 119:11: “Escondi a Tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti”.
– Se não descobrirem o conteúdo da caixa, façam o mesmo procedimento do item anterior.
– Falem sobre a importância da leitura bíblica e da obediência a Palavra de Deus, além do seu ensino, que é precioso conhecimento para a prática diária da vida cristã.
– Para concluir, leiam novamente o versículo 11 do Salmo 119: “Escondi a Tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti”.

Contexto e Personagens – Elias e Eliseu

 Introdução
 A totalidade da história do reino de Israel é contada nos dois livros de Samuel e nos dois livros de Reis. Os livros de Crônicas contam a mesma história.

 

   1.       A divisão do Reino – 1 Reis 12.1 – 2 Reis 17.41
As rebeliões que ocorreram depois da morte de Salomão resultaram na divisão do império davídico. Ao norte, dez tribos se rebelaram contra a dinastia de Davi, que reinavam em Jerusalém, e estabeleceram um reino sob a liderança de Jeroboão. Roboão, filho de Salomão, reinou apenas sobre as tribos de Judá e Benjamim, e Jerusalém continuou a ser a capital dessas duas tribos.
   2.       Reino do Norte.
O Reino do Norte durou aproximadamente dois séculos (931-722 a.C). Mudanças nas famílias reais ou dinastias ocorriam com bastante frequência. Para o propósito de nosso estudo, os acontecimentos no reino do norte podem ser convenientemente divididos como demonstrado a seguir.
Dinastia de Jeroboão – 931 a 909 a.C.
1 Reis 12-15
Dinastia de Baasa – 909-885 a.C.
1 Reis 15-16
Dinastia de Onri – 885-841 a.C.
1 Reis 16-22; 2Reis 1-9
Dinastia de Jeú – 841-751 a.C.
2 Reis 10-15
Últimos reis de Israel – 752-722 a.C.
2 Reis 15-17
O Reino do Norte durou pouco mais de duzentos anos. Foi destruído pela Assíria em 722 a.C. As dez tribos foram deportadas e desapareceram da história.

2.       1.             A religião do Reino do Norte.
Jeroboão, o fundador do Reino do Norte, visando ao propósito de manter separados os dois reinos, adotou como religião oficial a adoração aos bezerros no seu reino recém-formado. Os bezerros chegaram a representar simbolicamente que Israel era independente de Judá, de Jerusalém e da família de Davi. Seus dois centros religiosos principais eram Betel, no sul, e Dã, no norte.
Sempre havia a tendência de os israelitas participarem do culto à divindade Cananéia, Baal. Esse culto foi ativamente promovido por Jezabel, mas enfrentou a oposição ativa dos profetas Elias e Eliseu, bem como do rei Jeú.

2.2 Baal
1. Quem era Baal. Era o deus supremo dos cananeus. Em hebraico, Baal significa senhor. Seus adoradores acreditavam fosse o ídolo o responsável pela abundância da terra e pela fertilidade do ventre. Em Peor, região de Moabe, havia uma versão local dessa divindade, que era adorada conjuntamente por moabitas e midianitas. Foi nessa localidade de Sitim, bem defronte de Jericó, que Israel rompeu a aliança com o seu Deus, pondo-se a cultuar a Baal. 2. Como Baal era adorado. Sendo o deus da fertilidade, seu culto era marcado pela crueldade e por uma devassidão que envergonharia até Sodoma e Gomorra. Em suas cerimônias havia: 1) sacrifícios de vítimas humanas; 2) orgias e os mais inimagináveis desregramentos; 3) e, logicamente, louvores a Baal.
3. Personagens.
3.1.Acabe, rei de Israel
Acabe foi um rei politicamente forte e muito poderoso, mas muito fraco na moralidade pessoal. Ele fez alianças com Fenícia, Judá e Síria e levantou Israel como uma nação. No entanto, ele permitiu que sua esposa e rainha, Jezabel, uma mulher estranha para Israel, tanto na nacionalidade quanto na prática religiosa, promovesse idolatria em Israel. Isso provocou a ira de Deus e levou à queda de Acabe. Ele juntou-se a sua rainha na prática de idolatria, no entanto se humilhou diante de Deus ocasionalmente. Ele morreu em batalha em 853 a.C.

3.2. Jezabel
                Jezabel é uma das personagens femininas mais intrigantes do Antigo Testamento. Inteligente, dominadora e hedonista, ela viveu contrária a tudo o que o seu nome significa. No hebraico, ‘Iyzebel  quer dizer “casta”, todavia essa rainha é conhecida na história bíblica como mulher impudica e idólatra.
Jezabel era uma princesa sidônia, filha do poderoso Etbaal (no hb. “com Baal”) – um poderoso rei da Fenícia – adoradora de Baal-Melcarte, um falso deus fenício, e rainha de Israel durante o reinado de Acabe, cerca de 870-853 a.C. (1Rs 16.29-31; 18.19).
Embora a Lei Mosaica proibisse o casamento com os povos pagãos, o incrédulo Acabe casou-se com a mais poderosa e vil mulher da Fenícia. Este casamento não fora realizado pelos sacerdotes diante do Senhor, mas pelos sacerdotes de Baal, diante desta mesma divindade (1Rs 16.31). A confiança de Acabe não estava mais em Iavé, mas nos acordos diplomáticos. Por isso casou-se com Jezabel, a fim de ratificar o acordo diplomático feito por Onri, seu pai.
Esta união, no entanto, trouxe a ruína moral, espiritual e social do reino do norte, Israel. A capital Samaria tornara-se a partir de então o centro religioso do culto a Baal e a Astarte, contendo no palácio 450 profetas de Baal e 400 sacerdotisas de Astarote ou Asera (1Rs 18.4). Isto significa que não apenas foram mortos os profetas, mas também muitos sacerdotes fiéis a Iavé. Neste período lúgubre, o palácio transformou-se em antro de luxúria, malandragem, excessos e vícios sexuais. Tudo com a participação do rei Acabe, da rainha Jezabel e dos profetas e sacerdotisas de Baal e Astarte. O paganismo de Jezabel unia prostituição e homossexualismo com religião e religiosidade. Esta é uma das principais razões pelas quais Jezabel é conhecida como prostituta. E na verdade o era, entretanto, uma hieródula, ou prostituta sagrada. É impossível desassociar o culto pagão ao casal herogâmico Baal e Astarte da prostituição sagrada, da falolatria, dos sacrifícios de crianças, das ervas alucinógenas, feitiçaria entre outros desvios (2Rs 9.22). E, segundo a tradição fenícia e canaanita, o rei e a rainha eram elementos indispensáveis nessas festividades, pois a presença deles assegurava o favor das divindades cultuadas. A rainha Jezabel incitava o rei Acabe para fazer o que era “mau aos olhos do Senhor”, diz o redator das crônicas dos reis (1 Rs 21.25).
Uma das primeiras iniciativas da rainha Jezabel foi exterminar os profetas do Senhor e colocar no palácio os sacerdotes, sacerdotisas e profetas de Baal e Astarte. Depois, preocupou-se em matar os poucos servos de Deus que lhe resistiam o poder inconteste. Assim, começa a perseguir Elias, o único profeta ainda a lhe resistir o poder publicamente (1Rs 18 e 19) e, mais tarde, o indefeso Nabote (1Rs 21.14).
A vida impudica de Jezabel recebeu a justa retribuição divina pelo modo como morreu. Leia 2 Reis 9.30-37. O nome desta mulher tornou-se sinônimo de idolatria, falsos profetas, prostituição, falsos ensinos, tolerância ao pecado, perseguição aos servos de Deus, heresias entre outros. É com esse sentido que o nome Jezabel aparece em Apocalipse 2.20.
3.3. Elias
                Elias foi profeta do Reino do Norte, nos reinados de Acabe e do seu filho Acazias. Ele desafiou o povo a fazer uma escolha definitiva entre seguir a Deus ou a Baal.
A vida do profeta Elias girou em torno do conflito entre a religião do Senhor e a religião de Baal. Sua missão era levar os israelitas a reconhecerem sua apostasia e reconduzi-los à fidelidade ao Deus de Israel.
O modo corajoso do profeta Elias falar ao rei Acabe e denunciar a impiedade de Israel fez dele um profeta exemplar, e a pessoa mais qualificada daquela época para ser um exemplar modelo do precursor de Jesus Cristo. Elias era um restaurador e um reformador, empenhado em restabelecer o concerto entre Deus e Israel. A coragem e a fé patentes em Elias não têm paralelo em toda a história da redenção. Seu desafio ao rei Acabe, sua repressão a todo o Israel e seu confronto com os 450 profetas de Baal foram embates que ele os enfrentou dispondo apenas das armas da oração e da fé em Deus.
3.4 Eliseu
                 O ministério de Eliseu era conhecido não apenas por todo o povo de Israel, mas também na Síria, bem como em Judá e Edom. Por causa da cura de Naamã e do encontro peculiar com os exércitos siros, Eliseu foi reconhecido como “homem de Deus”, até mesmo em Damasco, capital da Síria. Próximo ao fim do reinado de Jorão, Eliseu visitou a cidade para informar a Hazar de que seria o próximo rei da Síria (2 Rs 8.7-15).
Uma série de acontecimentos sobrenaturais marca a carreira de seu ministério, milagres de conhecimento, poder e maravilhas, todos os elogios especificamente em nome do Senhor. Na história da redenção é parte do segundo grupo de milagres. Milagres de Eliseu ocorreu num momento em que a religião de Jeová estava enfrentando uma afronta da parte de adoração a Baal. Da mesma forma que os milagres de Elias, Eliseu foi concebido para demonstrar a autoridade do profeta e de apresentar o Deus vivo.

Aula 03 – A LONGA SECA SOBRE ISRAEL

1º Trimestre/2012 – Texto Básico: 1Reis 18:1-8


 “E será que, se diligentemente obedecerdes a meus mandamentos que hoje te ordeno, de amar o SENHOR, teu Deus, e de o servir de todo o teu coração e de toda a tua alma, então, darei a chuva da vossa terra a seu tempo, a temporã e a serôdia, para que recolhas o teu cereal, e o teu mosto, e o teu azeite. E darei erva no teu campo aos teus gados, e comerás e fartar-te-ás. Guardai-vos, que o vosso coração não se engane, e vos desvieis, e sirvais a outros deuses, e vos inclineis perante eles;e a ira do SENHOR se acenda contra vós, e feche ele os céus, e não haja água, e a terra não dê a sua novidade, e cedo pereçais da boa terra que o SENHOR vos dá”(Dt 11:13-17).


 


INTRODUÇÃO


Impulsionado pelo Espírito de Deus, Elias se apresenta diante do rei Acabe e declara que não haveria nem chuva nem orvalho enquanto o próprio profeta não o pedisse a Deus(1Rs 17:1). Numa frase tão curta e sucinta, como é este versículo das Escrituras, encontramos um exercício imenso de fé. Elias, um profeta que vivia retirado da sociedade, é levado pelo Espírito a se apresentar nada mais nada menos que diante do próprio rei e a dizer que haveria uma grande seca até o instante em que ele pedisse a Deus que chovesse. Que coragem da parte do profeta! Que determinação, ou seja, que disposição firme de cumprir a Palavra de Deus!


Denunciar o pecado e anunciar o juízo divino não é uma tarefa fácil e o serviço a Deus traz inevitável aborrecimento do mundo e dos pecadores. Não pensemos nós que servir ao Senhor é alcançar popularidade, respeito e medo dos ímpios, mas, bem ao contrário, é acirrar os ânimos das hostes espirituais da maldade contra nós.


I. O PORQUÊ DA SECA


1. Disciplinar o rei e o povo de Israel. O contexto de 1Reis 17 e 18 nos mostra claramente que Deus, na sua soberania, determinou a seca sobre Israel para corrigir o rei e o povo da sua teimosa idolatria e para revelar que somente Deus é o provedor de todas as coisas, que só Ele é quem tem o domínio sobre a natureza que Ele mesmo criou.


Deus reteve a chuva durante três anos e meio (Lc 4:25;Tg 5:17). Esse juízo humilhava Baal, pois seus adoradores criam que ele controlava a chuva e que era responsável pela abundância nas colheitas. E esta forma punitiva usando a natureza fora prevista muito antes, à época de Moisés, caso o povo se desviasse dos caminhos do Senhor:


E será que, se diligentemente obedecerdes a meus mandamentos que hoje te ordeno, de amar o SENHOR, teu Deus, e de o servir de todo o teu coração e de toda a tua alma, então, darei a chuva da vossa terra a seu tempo, a temporã e a serôdia, para que recolhas o teu cereal, e o teu mosto, e o teu azeite. E darei erva no teu campo aos teus gados, e comerás e fartar-te-ás. Guardai-vos, que o vosso coração não se engane, e vos desvieis, e sirvais a outros deuses, e vos inclineis perante eles;e a ira do SENHOR se acenda contra vós, e feche ele os céus, e não haja água, e a terra não dê a sua novidade, e cedo pereçais da boa terra que o SENHOR vos dá” (Dt 11:13-17).


2.  Revelar a divindade verdadeira. Outro motivo para a seca era o desafio de Deus contra as divindades sidônias Baal e Aserá. Essas “divindades” já eram conhecidas dos israelitas, mas foram importadas e oficializadas por Jezabel, esposa de Acabe. Os habitantes do Reino de Israel, que haviam se esquecido do Senhor, acreditavam que essas divindades “davam” a chuva e a colheita no tempo devido. Agora Deus mostraria seu poder retendo a chuva e permitindo que a fome fizesse os israelitas pensarem melhor na pessoa a quem sua fé era direcionada.


Por ocasião desse seca, Deus, através do seu profeta Elias, realizou alguns milagres. Elias multiplicou o alimento de uma viúva pobre e depois ressuscitou o filho dela. Após retornar de Sarepta, na Fenícia, onde foi sustentado por uma viúva, Elias fez descer fogo do céu com sua oração. Com isso, Elias mostrou ao povo e ao rei Acabe quem era o Deus verdadeiro em Israel.


II. OS EFEITOS DA SECA


A longa seca predita pelo profeta Elias e que teve seu fiel cumprimento nos dias do rei Acabe (1Rs 17:1,2; 18:1,2) não foi obra desse profeta, e sim um ato da soberania de Deus. O pai celestial é soberano sobre toda a sua criação. Foi uma forma de disciplinar o seu povo, Israel. O Pai celestial tem diversas maneiras de disciplinar os seus filhos. No antigo Testamento, uma delas era provocando longos períodos de seca sobre a nação de Israel. As advertências sobre este método disciplinar podem ser lidas em alguns textos bíblicos:


“Será, porém, que, se não deres ouvidos à voz do SENHOR, teu Deus, não cuidando em cumprir todos os seus mandamentos e os seus estatutos que, hoje, te ordeno, então, virão todas estas maldições sobre ti e te alcançarão: […] Os teus céus sobre a tua cabeça serão de bronze; e a terra debaixo de ti será de ferro. Por chuva da tua terra, o SENHOR te dará pó e cinza; dos céus, descerá sobre ti, até que sejas destruído” (Dt 28:15,23-24).


“Se eu cerrar os céus de modo que não haja chuva, ou se ordenar aos gafanhotos que consumam a terra, ou se enviar a peste entre o meu povo; se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra” (2Cr 7:13-14).


A falta de chuva resultaria em crise econômica, que acabaria por tratar do orgulho, da arrogância e da idolatria nacional, que chegava a creditar sua prosperidade aos falsos deuses.


Deus sempre quis e quer dialogar com o homem, mas a persistência no pecado tem levado o ser humano a sofrer diversas consequências e pesados juízos divinos. Deus não se deixa escarnecer e tudo o que o homem semear, isto também ceifará (Gl 6:7). Em Israel, os que adoravam a Baal criam que ele era o deus que mandava chuvas e colheitas abundantes. Assim, quando Elias se colocou na presença de Acabe e disse-lhe que não choveria por vários anos, o rei ficou chocado. Baal tinha muitos sacerdotes os quais não poderiam trazer chuvas. Elias confrontou corajosamente o homem que levara seu povo ao mal, e falou-lhe de um poder muito maior do que o de qualquer deus pagão: o Senhor Deus de Israel. Quando a rebelião e as heresias estavam em seu nível mais alto no meio do povo, o Senhor não respondia somente com palavras, mas com ações severas.


Infelizmente, a seca não surtiu os efeitos desejados, além da escassez e fome. É tanto que Elias entrou numa severa depressão, a ponto de pedir para morrer. Debaixo da sombra protetora de um zimbro (um arbusto que cresce no leito seco dos rios do deserto), ele se sentia tão deprimido a ponto de desejar que sua vida logo terminasse. Na verdade, Elias, após a grande manifestação divina no monte Carmelo, esperava que Acabe exercesse sua autoridade e influência sobre Jezabel e obrigasse o povo e a casa real a servirem somente ao Senhor, mas, certamente, ele não o fez. Pelo contrário, os profetas de Aserá foram libertos e Jezabel ameaçou tirar a vida de Elias.


Durante o período da seca, o povo também não demonstrou arrependimento de sua idolatria. A seca anunciada por Elias (1Rs 17:1) havia acontecido como um desafio direto a Baal. Quanto mais tempo ela continuasse mais evidente se tornava que ele não era o grande deus que os seus seguidores acreditavam ser, e que só o Senhor era o Deus verdadeiro. Somente após a manifestação do grande poder de Deus no Monte Carmelo, quando Deus respondeu com fogo a oração de Elias, é que o povo em uníssono exclamou: “Só o Senhor é Deus! Só o Senhor é Deus!”(1Rs 18:39). E isso não durou muito tempo. Nos reinados seguintes, o povo mergulhou novamente na imoralidade, idolatria e injustiças sociais. Só parou depois que foi desterrado para sempre. Deus é amor, é longânimo, mas é justiça!


III. A PROVISÃO DIVINA NA SECA


1. Provisão pessoal. O anúncio da seca deu início ao conflito entre Deus e Baal, que atingiu o seu clímax no Monte Carmelo. Assim que a batalha foi consolidada, Elias recebeu ordens do Senhor para  que se isolasse junto ao ribeiro de Queirte – provavelmente situado na região de Gileade -, durante o período da seca; ali, Deus milagrosamente proveria seu alimento através dos meios mais improváveis (1Rs 17:3,5,6).


Querite representava para Elias um momento de anonimato – depois de desafiar o rei Acabe, Elias se tornou conhecido em todo o reino, e foi procurado exaustivamente por Jezabel em diversos lugares. A obediência de Elias o preservou em segurança das mãos de Jezabel nos anos de seca, e o preparou para os próximos desafios que iria enfrentar para que o povo retornasse aos caminhos do Senhor. Esse milagroso cuidado foi muito importante para o desenvolvimento da confiança de Elias em Deus, da qual ele necessitaria para o importante confronto com as forças de Baal e Aserá no futuro.


Deus é o garantidor do cumprimento da Sua Palavra. Certamente não foi fácil para Elias acatar a ordem divina de desafiar o próprio rei, mas, ao fazê-lo, Deus, que bem sabia os riscos que o profeta passava a correr, encarregou-se de providenciar ao profeta proteção e sustento, já que o juízo divino afetaria a própria subsistência do povo.


Deus passou a sustentar o profeta que, junto a um ribeiro, onde havia água necessária à sua sobrevivência, passou a ser alimentado por corvos, que lhe traziam pão e carne pela manhã e pela noite (1Rs 17:6). Como diz o apóstolo Paulo, “…Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias, e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes, e Deus escolheu as coisas vis deste mundo e as desprezíveis, e as que não são, para aniquilar as que são: para que nenhuma carne se glorie perante Ele” (1Co 1:27-29). Como poderia Elias ser alimentado por corvos, animais que são conhecidos por serem decompositores, ou seja, que se alimentam daquilo que está apodrecendo, daquilo que está se desfazendo, e num momento em que passou a haver escassez de alimentos? Como ser alimentado por um animal tão asqueroso, tão repugnante? Entretanto, como disse o Senhor, havia sido dada uma ordem aos corvos para alimentar o profeta e, ante a ordem divina, não há como haver recusa. Elias, toda manhã e toda noite, era servido pelos corvos, que, pontualmente, cumpriam a ordem do Senhor. Deus, assim, mostrava, duas vezes ao dia, ao profeta que estava no controle de todas as coisas, que toda a natureza estava sob as Suas ordens. Glórias a Deus!


Dia após dia, Elias era alimentado pelos corvos, mas a seca que anunciara já era uma realidade. Por isso, dia após dia, as águas do ribeiro de Querite iam minguando, até o momento em que o ribeiro secou. Deus continuava a agir na vida de Elias, demonstrando que tinha o controle da situação. Os corvos vinham lhe trazer comida, mas o ribeiro se secava, em cumprimento à palavra do profeta, que tudo dissera em nome do Senhor. Deus tem compromisso com a Sua Palavra (Jr 1:12) e não a invalidará, ainda que isto representasse a proteção e o sustento dos Seus servos fiéis. Deus não precisa invalidar a Sua Palavra para guardar os Seus!


Quando o ribeiro secou, Deus, então, mandou que o profeta fosse para Sarepta, cidade pertencente a Sidom, pois o Senhor havia ordenado a uma viúva que sustentasse o profeta (1Rs 17:9). Vemos, aqui, que Deus, depois de mostrar que tinha controle sobre a natureza, estava agora a mostrar ao profeta que também era o controlador da humanidade e das estruturas sociais. Além do mais, tratava-se de uma viúva e as viúvas, via de regra, eram pessoas necessitadas, que se encontram entre os mais desprovidos de recursos econômico-financeiros, que viviam da caridade pública. Entretanto, este Deus que escolhe as coisas loucas para confundir as sábias, fez com que o profeta passasse a ser sustentado, na terra de Sidom, por uma viúva miserável. Essa situação foi bastante pedagógica ao profeta. A cada instante, Elias aprendia o significado do seu próprio nome: “Javé é Deus”.


2. Provisão coletiva. Além da providência de Elias e da viúva de Sarepta, o relato bíblico mostra que Deus também trouxe a sua provisão para um grande número de pessoas.  Em primeiro lugar,o texto bíblico mostra que Deus usou o próprio mordomo do rei Acabe, Obadias, para sustentar com pão e água 100 profetas (cf 1Rs 18:4). Quando Elias ia em direção a Acabe se encontrou com o mordomo do rei, Obadias, que era uma pessoa temente a Deus, o qual relatou ao profeta como havia escondido os servos do Senhor numa caverna e providenciado o seu sustento em meio à grande seca e à implacável perseguição desenvolvida por Acabe contra os servos de Deus (cf 1Rs 18:4). Ao se encontrar com Obadias, Elias fica a saber que o rei Acabe o havia procurado em todos os lugares, a demonstrar, mais uma vez, que o Senhor o havia escondido, o havia não só sustentado, mas também protegido (1Rs 18:10). Também foi cientificado de que não era o único a ter obtido a proteção e sustento da parte de Deus, que os profetas, aqueles com quem Elias tinha tanto cuidado, também haviam sido guardados, pela mão de Obadias. Este mordomo, apesar do cargo que ocupava, era um homem temente a Deus e, pela obra do Senhor, não tinha por valiosa a sua posição social (1Rs 18:3,4).


Em segundo lugar, foi o próprio Deus, no Monte Horebe, quem disse para Elias que havia guardado sete mil profetas, os remanescentes, que não havia dobrado os seus joelhos diante de Baal: “Eu fiz ficar em Israel sete mil”(1Rs 19:18). Este relato bíblico mostra-nos que Deus não só havia cuidado de Elias, como também de todos os Seus profetas, mostrando que havia absoluto controle divino sobre toda a situação.


Deus não muda e continua a guardar os Seus servos, o Seu povo em meio aos dias trabalhosos e difíceis que estamos a viver. Basta apenas que temamos a Deus e que estejamos dispostos a servi-lo e a fazer o que Ele nos manda, sem nos importarmos com as circunstâncias ou os possíveis riscos.


IV. AS LIÇÕES DEIXADAS PELA SECA


A seca em Israel nos apresenta três lições: a majestade de Deus e sua soberania; o pecado contra Deus tem um preço muito alto; e a lógica de Deus se contrapõe à lógica humana.


1. A majestade de Deus e sua Soberania. O povo de Israel, ludibriado pelos falsos profetas e pelo seu rei, acreditava que quem mandava chuvas e colheitas abundantes era o falso deus Baal. Mas, Elias confrontou corajosamente essa falsa teoria e falou à casa real que o domínio da natureza pertencia Àquele que é Onipotente, Onipresente e Onisciente – o Deus de Israel. Por isso disse, com voz firme e incisiva: “Vive o Senhor, Deus de Israel, perante cuja face estou[Onipresença de Deus], que nestes anos nem orvalho nem chuva haverá [Onisciência e Onipotência], senão segundo a minha palavra”(1Rs 17:1). Conforme as palavras de Jesus, foram três anos e meio de terrível seca (Lc 4:25). Aprendemos com isso que somente “Javé é Deus”, que somente o Senhor é quem opera, quando, como e onde quer.


2. O pecado tem o seu custo. A paciência de Deus nunca deve ser erroneamente interpretada como fraqueza. O pecado coletivo ou individual não ficará impune. Elias afirmou ao rei Acabe que tudo o que estava acontecendo em Israel era resultado do pecado da sua casa e do povo (1Rs 18:18). O pecado pode ser atraente e até mesmo desejável, mas tem um custo muito alto.


3. A lógica de Deus se contrapõe à lógica humana. Após dizer que haveria seca em Israel (1Rs 17:1), o profeta Elias recebeu a ordem divina de ir à Sarepta, porque ali residia uma viúva que o sustentaria(1Rs 17:8,9). O texto bíblico diz que a situação daquela mulher era tão crítica, que ela estava prestes a preparar a sua última refeição e aguardar, com o único filho, a morte. Então, por que Deus enviou o profeta à viúva de Sarepta, que estava vivendo um momento de dificuldade e escassez muito maior que a experimentada por ele? A lógica de Deus se contrapõe à lógica humana. Deus não pensa como o homem, não considera as saídas e soluções que imaginamos, nem se prende ao que vemos e supomos ser o melhor para nós nas situações pelas quais passamos. Está escrito: “Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, os meus caminhos, diz o Senhor”(Is 55:8). Quando, em meio a uma gigantesca necessidade, Deus nos coloca diante de alguém com uma necessidade maior ainda e afirma que de tal pessoa virá a ajuda, é porque o milagre está sendo preparado, o milagre da dependência total do Senhor.


CONCLUSÃO


Foi somente após a restauração do altar do Senhor no Monte Carmelo e o reconhecimento do povo que “Só o Senhor é Deus” (1Rs 18:39), que a seca secou. Essa confissão deixava bem claro que eles haviam decidido em favor de Deus e contra Baal. Foi no Carmelo que o povo viu o fracasso do falso (1Rs 18:25-29) e o triunfo da verdade (1Rs 18:30-40). A restauração do altar significava que a religião de Deus seria novamente instalada. As doze pedras que fala o texto sagrado (1Rs 18:31), as quais simbolizavam as doze tribos de Israel, foram colocadas no altar com a finalidade de retratar o desejo de Deus pela unidade entre as tribos.


A mensagem de Elias a Acabe: “Sobe, come e bebe” (1Rs 18:41), indicava que a ansiedade e o temor experimentados durante o longo período de seca logo seriam substituídos pela alegria, pelo fato de que a calamidade finalmente chegara ao fim. E a chuva começou a cair logo depois da oração de Elias. Primeiro apareceu uma pequena nuvem sobre o mar na linha do horizonte. Depois, formou-se a tempestade e finalmente caiu uma chuva abundante(1Rs 18:43-45). Elias fez o povo entender que era o Deus de Israel, e não Baal, quem enviava a chuva e terminava com a terrível seca (1Rs 18:41-46). Isso mostra claramente quem estava e está no controle de todo o reino da Natureza.  Portanto, “Só o Senhor é Deus!”. Aleluia!!


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Elaboração: Luciano de Paula Lourenço – Prof. EBD – Assembléia de Deus – Ministério Bela Vista. Disponível no Blog: http://luloure.blogspot.com


Referências Bibliográficas:


William Macdonald – Comentário Bíblico popular (Antigo Testamento).
Bíblia de Estudo Pentecostal.
Bíblia de estudo – Aplicação Pessoal.
O Novo Dicionário da Bíblia – J.D.DOUGLAS.
Comentário Bíblico NVI – EDITORA VIDA.
Revista Ensinador Cristão – nº 53 – CPAD.
A Teologia do Antigo Testamento – Roy B.Zuck.
Comentário Bíblico Beacon, v.2 – CPAD.
Poção Dobrada – Pr. José Gonçalves – CPAD.